Permalink Responder até jucemir rodrigues da silva em 22 janeiro 2012 at 19:03
Sérgio, acho que está havendo um mal entendido desnecessário.
Quando eu postei meu primeiro comentário, o título do tópico era “Será correto o Brasil proibir a entrada dos negros necessitados do Haiti em favor em favor dos europeus?”
Depois mudou para “O Brasil deve aceitar a atual imigração haitiana?”
Foi isso ou eu me enganei?
A posição do Brasil deve ser a mesma dos Estados Unidos ou da Inglaterra nesses casos. Concede-se asilo a vítimas de perseguição política ou religiosa cuja segurança pessoal esteja em risco em caso de volta ao país de origem. Não se concede asilo àquilo que os americanos chamam de "economic refugees", i.e. pessoas que deixam seus países por motivos econômicos (para escapar da pobreza ou simplesmente tentar uma vida melhor). Para esse último grupo, existe o processo normal de imigração legal que eu defendo, mas que envolve obtenção de um visto de trabalho e uma série de outras pré-condições. Não creio que esse episódio tenha nada a ver com racismo: o tratamento seria o mesmo para haitianos, chineses, ou quem quer que fosse.
Permalink Responder até Brancaleone em 22 janeiro 2012 at 16:11
Não adianta transferir a miséria de lugar seja ela branca ou negra.
O Brasil não consegue atender sequer as necessidades elementares de muitos de seus habitantes que vivem em situação análoga aos Haitianos. Desculpem mas em caso de farinha pouca, nosso pirão primeiro. Sem hipocrisia.
Não se trata de racismo ou branqueamento. É uma questão de prioridade.
Centenas de latinos entram no Brasil diariamente e submetem-se a trabalho escravo (ou quase isso) principalmente nas confecções paulistas - tem-se deixado isso acontecer...
Em todo caso, se é para dispender tempo e recursos com miseráveis e carentes que primeiramente façamos isso com os NOSSOS miseráveis e carentes. Não é desumanidade, não é indiferença e muito menos racismo. É uma questão de praticidade e necessidade.
Permalink Responder até sergio braga osorio em 22 janeiro 2012 at 16:36
Concordo com você,moro no bairro do Rio que talvez tenha sido nos meus sessenta e sete anos de vida o que eu mais vi crescer, e entre tantas novidades,outro dia assisti a uma operação da polícia para deter bolivianos, vendendo mercadorias pirateadas nas calçadas,portanto procede a sua colocação a respeito.Mas como geodesista que sou e conhecendo profundamente aquela região como conheço,não deixa de ser de admirar tão ligeira decisão, mapeei aquela região e posso te garantir que se você ou qualquer outra pessoa quiser passar para qualquer dos lado transportando nas costas um navio se possível fõsse, não encontraria vivalma para dete-lo.particularmente continuo achando estranho
Permalink Responder até Helton Vieira em 24 janeiro 2012 at 22:48
O Brasil é um pais grande e de dimensões continentais, respeito a sua opinião, mas não vejo a necessidade de se adotar uma politica nos moldes do E.u.a, permitir o ingresso dos haitianos não vai tirar dos brasileiros o pouco que eles tem, há tanta obra precisando de um assistente ou pedreiro, qualquer coisa é melhor do que viver num lugar arrasado pela miseria como o Haiti, não se esqueça que o Brasil é um país que tem um contingente muito grande de imigrantes e historicamente deve muito a eles, sendo que ao longo da historia nunca apresentou problemas por abrigar essa população..."Não cuspa no prato que comeu"...Sinto que os ventos do primeiro mundo sopram para essa lado trazendo consigo as ideologias segregadoras que de certa forma são execraveis..
Permalink Responder até Brancaleone em 22 janeiro 2012 at 17:05
trabalhei por anos nas areas de fronteira. Extraindo madeira, construindo estradas e barragens e posso afirmar que qualquer um entra com qualquer coisa neste País - tambem daqui qualquer um sai, carregando qualquer coisa.
Imigrantes entram aos milhares todo o mês. Os que vem em busca de trabalho entram 'quietinhos' e se diluem na massa mal assalariada das grandes cidades. Já os que entram em busca de benesses sociais e vantagens que nem mesmo os brasileiros legítimos tem, precisam 'aparecer' e entrar no rol dos beneficiados oficiais...
Permalink Responder até sergio braga osorio em 22 janeiro 2012 at 17:11
eSTOU CONTIGO bRANCA , NÃO ADIANTA TRANSFERIR MISÉRIA,O QUE ME DEIXA FURIOSO É A MANIA DOS ABUTRES DE BSB, POSAREM DE SALVADORES DA PÁTRIA, BATENDO CONTINÊNCIA COM NOSSO CHAPEU E QUANDO O BICHO PEGA TIRAREM O BRAÇO DA SERINGA ISSO É COISA DE MARICAS, O QUE ALIÁS NÃO É NOVIDADE NESSES GOVERNICOS DE BOSTA.....
Permalink Responder até sergio braga osorio em 22 janeiro 2012 at 17:46
ESSA TALVEZ SEJA A UNICA COISA QUE O CAFE FAZ ERRADO, REFORMULAR A MANEIRA COMO E QUE S RECEBE OS TITULOS, LOGICO QUE NÃO REFORMULARIA UMA COISA QUE NÃO É DE MINHA AUTORIA. DESDE A PRIMEIRA COLOCAÇÃO OS EDITORES DO CAFÉ JÁ FIZERAM TRES INSERÇÕES DIFERENTES PARA A MESMA COISA, A TESTA DA MATÉRIA, FICA PARECENDO QUE SOU O EDITOR E QUE ESTOU QUERENDO FOENTAR UMA DISCUSSÃO, QUANDO É A ÚNICA COISA QUE NÃO ME INTERESSA.CADA UM PODE FAZER A COLOCAÇÃO QUE BEM ENTENDER, SÓ NÃO QUERO SER O PAI DA MATÉRIA.REPRODUÇÃO NÃO É REFORMULAÇÃO, REFORMULAR O QUE É DOS OUTROS É APROPRIAÇÃO INDÉBITA E ESTOU MUITO VELHO PARA ISSO.
Sérgio,
O País não tem condições de abrigar com dignidade nem os seus filhos.
Não se tem política de imigração.
Eles viverão de que forma? em que trabalharão? quais as qualificações?
Sem algum pré-requisito a tendência é a marginalização. A princípio parece uma atitude benélova, cristã e humanitária, porém sem políticas práticas de inserção destes novos cidadãos, o resultado pode ser trágico.
Márcio
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

