
Tags: alter, ego, história, personagem
Permalink Responder até Jane Rosana Cassol em 16 dezembro 2010 at 14:41
Esse ano fez 50 anos que o filme estreou, parece que foi inspirado no filme sete Samurais.Um belíssimo bang bang. O Yul era um tipo exótico com a cabeça raspada, inesquecível tbm no filme os dez mandamentos.
Com coragem e dignidade recebeu a noticia de que seu câncer era inversível e que fatalmente entraria na fase terminal. Denunciou o fumo como causador dos males do pulmão, gravando um tape que deveria ser divulgado logo após sua morte.Emissoras de televisão, não só nos Estados Unidos, como no mundo, colocaram o tape no ar, gratuitamente.
O texto, gravado em Janeiro de 1995 e só divulgado em Outubro daquele ano, dizia o seguinte:
“Agora que eu já fui, digo a vocês: Não fumem, o que quer que vocês façam, apenas não fumem. Se eu pudesse voltar atrás, deixando de fumar, não estaríamos falando agora sobre nenhum tipo de câncer. Eu estou convencido disto."
Permalink Responder até mario americo de moura filho em 14 fevereiro 2011 at 8:08
Permalink Responder até Jane Rosana Cassol em 14 fevereiro 2011 at 16:49
Permalink Responder até Wallace Gonçalves de Souza em 14 fevereiro 2011 at 19:49
Permalink Responder até Jane Rosana Cassol em 25 fevereiro 2011 at 16:59
oi Wall
"tri legal" tua explanação sobre esse personagem magnifico,muito aquém de seu tempo, "Imhotep"; tive a oportunidade de ver uma estátua dele no Louvre. Não sabia q existem dois olhos de ÓRUS interessante essa dualidade. Quanto a tua dúvida, realmente não sei nada sobre esse assunto. Vou ler o fórun e aprender.Parabéns pelas tuas postagens. Abraços
Permalink Responder até Jane Rosana Cassol em 21 março 2011 at 9:32
curiosidades sobre Mozart
Permalink Responder até Brancaleone em 26 março 2011 at 23:35
Olha, depois de tudo que tenho visto, lido, ouvido, sabido e conhecido sobre a humanidade e após 50 anos de vida eu queria mesmo era ter sido um tigre dente de sabre e teria devorado toda a primeira tribo dos primeiros homo sapiens assim teria poupado o planeta de tanta coisa ruim...
Não é por nada não mas todas as maravilhosas realizações de nossa raça são suplantadas esmagadoramente por nossas canalhices, iniquidades e imbecilidades.
Somos os carrascos do planeta e de nós mesmos.
Meio pessimista, bastante depressivo mas pense bem...
Permalink Responder até Brancaleone em 31 março 2011 at 21:23
Olha Luiz...
Não sei porque cargas d'agua nós os humanos nos achamos o ápice da criação. Somos tão arrogantes que nos consideramos cópias de algum deus e até nos demos uma alma, como se isso fosse uma espécie de alvará para trucidarmos e tripudiarmos todo o resto do planeta.
Com certeza o planeta seria um saco sem os humanos. Principalmente para os urubus que teriam muito menos o que comer...
E dá uma maneirada né - Achar que nós somos a unica coisa que presta na face da terra é o supra sumo do ápice do máximo do egocentrismo!!!
Liga não Luiz. Sou rabugento e tendo ao exagero.
"Vida Longa aos Tigres!!! Morte aos Humanos"
rsrsrsrsrs
Permalink Responder até Brancaleone em 2 abril 2011 at 17:54
Voce dá sua opinião como idivíduo e compartilho dela. A questão não é o homem individual mas sim o que ele é capaz de fazer quando em bandos.
Sua opinião é ainda egocentrica e diz respeito às suas ações e reações no planeta.
A humanidade a que me refiro é uma ululante horda bárbara travestida de torcida organizada, de descaso com o ambiente, de politicalha corrupta, de fome até a morte na Africa, das guerras sem causas e das causas que nunca geraram guerras.
O humano como indivíduo é maravilhoso (com exceções, é claro) mas a humanidade como um todo é uma aberração da criação.
Tambem sou ateu. Odeio futebol e até hoje jamais acessei, nem lí nem teclei no tal de tuiter.
Seu ufanismo com a raça humana decorre de que voce se considera maravilhoso como humano ( e pode até ser, sei lá) e achar que todos os humanos são como voce. Eu tambem me acho até que bem legalzinho como humano (não me arrogo maravilhoso pois sou um tanto mais modesto) mas sei que pertenço a uma raça que como raça esta a caminho da autodestruição.
E nos meus cinquentinha bem vividos tive experiências bem interessantes e emocionantes mas são as MINHAS experiências e não as da raça a que pertenço.
E se voce acha que eu afinal não digo nada, lamento por isso. Eu poderia perfeitamente escrever em vez de 140, 1400 caracteres prolixos, bem nunciados e como os filósofos enrolar uma coisa óbvia e simples até ela parecer complexa e hermética mas sou pragmático demais e honesto de demais para isso.
Sou da opinião que as maiores verdades do universo não precisam dum espaço maior que um parachoque de caminhões para serem escritas.
Meu caro Amigo, vc não existe. Se não existe, eu estou aqui a conversar com os meus proprios botões. Ou então, acorda, cara, somos os donos do planeta Terra, esse cisco galático perdido no universo. Todo comportamento humano individual ou coletivo é o resultado de nossa vontade. Vontade de fazer sexo, vontade de degustar um bom pedaço de pudim, vontade de dar um soco na cara de um policial corrupto, vontade de massacrar minorias ruidosas, enfim, a vida é saborosa, é ardilosa, pecaminosa, seja o que for é o que temos e que nos inflma. Inflame-se amigo, ainda é tempo.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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