Cafe Historia

A Sua Rede Social de História - Inscreva-se! É rápido e gratuito!

Jane Rosana Cassol

Se pudesses ser um outro personagem histórico, qual escolherias? Por que?

Respostas a este tópico

Olá Jane
Que pergunta mais complexa!?..Sabe eu nem estou numa de herói, político, rei, cientista...mas admirei-me com o que me veio logo ao pensamento! Foi Charlot, um palhaço genial e muito humano! Incrível!?..
Um abraço

Responder esta

OI Marisa..falas do personagem vivido por Chaplin? ele foi capaz de despertar várias emoções e certamente ainda nos traz aquela aura de inocência.

Responder esta

Olá Jane
Exactamente. Dentro do seu género de acção, fez-se pobre e «coitado», para mostrar a vida por esse lado, mas a sua mensagem foi passada com humor e amor. Quando interpretou o seu Hitler, fez um discurso arrepiante. Evidentemente que não se pode comparar às grandes figuras que mudaram o mundo, mas olhando para essas, eu teria que ser uma bola de cristal com muitas faces. Ao lembrar-me de Charlot, simplifiquei também um bocado a questão, não é?
Saudações

Responder esta

Confesso que gostei particularmente deste desafio. Toca nas ideias de cada um mas também na intimidade. É um pretexto para revisitar ideias, ou provocar confissões que estão "escondidas" no sempre (in)comum percurso de muitos de nós, mas que também podem ter sido interiorizadas nas primeiras leituras. Acaba por ser uma fala para o outro lado do espelho - e isso é importante. Quantas vezes não a memória das gavetas.

Somos leitores sempre por algo que nos marcou. Um livro encontrado ao acaso, uma dica de Amigo(a), um professor(a) que deu um conselho, - enfim alguém que com êxito passou a mensagem - quantas vezes o livreiro. E deixo aqui uma sentida homenagem aos livreiros de outros tempos.

Chegado aqui o meu obrigado a Jane Cassol - o teu desafio, é sério. Direi assim: valeu a pena.

Tive a sorte de tropeçar (na minha juventude) em muitos dos ideais revisitados. Vivi "in loco" um golpe de estado executado por capitães do exército Português, que dessa forma e pelo mundialmente/históricamente conhecido "25 de Abril" ficou para sempre caracterizado pela revolução "bondosa" porque devolveu a liberdade e democracia ao povo. Altruísmo na ponta das espingardas metralhadoras - o Portugal dos novos tempos.

Nessa fornalha que é uma revolução (ainda que nos idos 74 e apenas 6 anos pós-Maio de 68) assisti/senti ao meu lado o revisitar de todos os ideais históricos. Tive essa sorte. Fui/sou um espectador comprometido com a Liberdade e disso tenho imenso orgulho. Sou o que sou - talvez graças aos ideários de Abril. Proporcionou-me imenso.

Nessa época cuja predominância era sem dúvida a cartilha do marximismo-leninismo, tive o primeiro contacto com as ideias monárquicas, através da minha avó materna.

Foi por assim dizer um pequeno/grande detalhe histórico. Em plena revolução na minha casa falava-se da História de Portugal e dos últimos Reis.

Ironia do destino e de uma revolução. Mas o verdadeiro tropeço, ainda estava para chegar. Não me recordo como adquiri um livro de título "A CONFISSÃO" de um autor então para mim desconhecido, de nome Miguel Bakunine. No prefácio e posfácio encontrei algo que me tocava pela diferença. Li e reli "A CONFISSÃO", e toquei na porta do Anarquismo. Foi dessa forma que encontrei um dos meus heróis - Miguel Bakunine.

Este autêntico visionário teve contudo a proximidade do chamado anarquismo de acção-directa por via do relacionamento com Sergei Netchaiev - "O Catecismo Revolucionário". Essa conjugação de forças manchou para sempre a atitude "bondosa" e fortemente pró-social do ideário anárquico. Eu não teria sido influenciado pelo bombismo/terrorismo de Sergei Netchaiev. O Miguel Bakunine da minha juventude era anarquista mas reformador. Anarquista porque sempre anti-totalitário.



Em breve voltarei. Através de outro herói: Sir Richard Burton.

Responder esta

Está é uma questão complicada para mim, já tive vários herois que eu queria ser enquanto fui crescendo. Desde dos que estavam na televisão até agora na minha vida adulta, que agora são outros.

Mas vamos ao real assunto, se eu pudesse ser um personagem histórico eu seria Nestor Makhno. Ele foi líder da Revolução Ucraniana, foi adepto dos ideais libertários e um grande ativista anarquista, e foi muito influenciado por Bakunin. O por quê que eu queria é ser ele? Nestor Makhno foi um dos "líderes" (se assim posso dizer), da revolução na Ucrânia, ele entregou as terras dos burgueses nas mãos do proletariado, e organizou comunas para o povo fazer decisões e votações relativas a terras e a eles mesmos. No fim ele acabou sendo perseguido pelos Bolcheviques e teve que fugir, morrendo em 1934 de tuberculose e alcoólatra.

José Leandro gostei do personagem histórico que você queria ser.

Jane muito bom esse seu tópico.

Para mais informções sobre este personagem a história libertária, entre neste site: http://www.nestormakhno.info/portuguese/index.htm

Responder esta

Que bacana esta iniciativa! Sinceramente, nunca havia pensado nisso.

Mas enfim, talvez gostaria de ser Frida Kahlo. Me fascina seu modo de vida mesmo com tantas limitações e tragédias amorosas... Sempre fui fascinada por ela, desde criança. Lembro-me do primeiro contato que tive sobre sua história. Foi numa revista Cláudia, da minha mãe, que fazia na época, um encarte especial com as mulheres mais marcantes da História. Desde então sempre tive muita admiração por ela.

Madre Teresa também é uma figura que muito me impressionou, tão frágil e ao mesmo tempo tão forte. Falamos sempre, enquanto estudantes de História, quase sempre participando de movimentos estudantis, em ter atitude, em mudar o mundo... Mas esta sim, foi uma figura que realmente contribuiu para mudar o mundo, ou pelo menos o mundo em que ela vivia. Acho isso de uma imensa beleza e coragem.

Não tenho como escolher... Concluiria assim: Madre Teresa por sua contribuição social e Frida Kahlo enquanto mulher cheia de vida!

Responder esta

Giulia.Acho no mínimo fascinante a vida dessa artista, como ela conseguia em meio a tantas tragédias viver intensamente e expressar sua dor com tintas...Admiráveis tuas duas figuras.Abraço.
segue comunidade minha orkut
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=2256179

Responder esta

Leo .Não conhecia esse personagem, minha proposta alcança com isso a dimensão que eu queria, e além dela, trazer a tona figuras desconhecidas..parabéns!!

Responder esta

Talvez tivesse sido na década de 90 que conheci Sir Richard Burton. Lembro-me que troquei uma noite de leitura, ou talvez de trabalho por um filme.

A televisão passava nessa noite, "AS MONTANHAS DA LUA" filme que eu desconhecia por completo, e muito menos o argumento.
Creio que horas antes de ver o filme li qualquer coisa tipo "sinopse" e terei ficado a saber que se tratava de quase uma biografia de um grande aventureiro, e investigador inglês. Fiquei como se costuma dizer "agarrado" pelo argumento, e muito mais curioso porque no tal resumo, falava do "descobridor" das nascentes do Nilo, também chamadas de "AS MONTANHAS DA LUA".

Como nós portugueses nesta matéria também podemos falar - por exemplo: Serpa Pinto e Capelo Ivens, ou mesmo de avião do nosso comum Gago Coutinho - eu decidi ver o filme e perceber quem era na verdade esse viajante/guerreiro/diplomata/escritor/tradutor/consul/...uff a lista é vastíssima, de nome SIR RICHARD BURTON.

Sem o saber nessa noite, de filme televisivo eu encontrei um dos heróis da minha vida.

Hoje tenho o imenso prazer de partilhar convosco um pouco desses momentos. Não é através da imagem, mas a escrita também a isso ajuda. Em termos de complemento, creio que aí no Brasil existe uma excelente biografia de SIR RICHARD BURTON escrita por Edward Rice (Companhia das Letras,1991) - é um dos livros que falta na minha biblioteca.

Abraços e boas leituras.


Capitão Sir Richard Francis Burton (Torquay, Devon, Inglaterra, 19 de março de 1821 — Trieste, Austria-Hungria, 20 de outubro de 1890) foi um escritor, tradutor, linguista, geógrafo, poeta, antropólogo, orientalista, erudito, espadachim, explorador, agente secreto e diplomata britânico. Das explorações e aventuras como agente e estudioso na Ásia e África aos escândalos e controvérsias que permearam sua vida, Burton é sem dúvida uma das personalidades mais extraordinárias e fascinantes do século XIX. Falava 29 idiomas e vários dialetos, sendo perito na arte do disfarce, o que lhe possibilitou em seus anos de militar na Índia e em Sindh viver entre os povos do Oriente, os quais registrou em uma série de livros. Estudou os usos e costumes de povos asiáticos e africanos, sendo pioneiro em estudos etnológicos. Viajou a cidade sagrada de Meca, mortalmente proibida a não muçulmanos, disfarçado de afegão, e também a Harar, capital da Somália, de onde nenhum outro homem branco havia saído com vida. Junto com John Haning Speke explorou a região dos Grandes Lagos africanos e descobriu o lago Tanganica. Serviu como cônsul em Fernando Pó, atual Bioko, Damasco, Santos e Trieste. Traduziu uma versão não censurada de As mil e uma noites, acrescentando uma série de notas a respeito de pornografia, homossexualidade e sexualidade feminina. Sob o risco de ser preso, traduziu manuais eróticos, entre eles o Kama Sutra, e mandou imprimi-los. Sua postura liberal e interesses eruditos contribuiram para torná-lo uma figura polêmica e controversa na Inglaterra, pois despertou a fúria e o puritanismo vitoriano. Casou-se com Isabel Arundell, uma católica inglesa. Recebeu o título de Cavaleiro da Rainha Vitória em 1886. Faleceu na cidade de Trieste,onde recobria o cargo de consul británico, em 1890.

A VIAGEM A MECA

Cerca de um ano após seu retorno, Burton se instala em Boulogne. Dá início a um estudo exaustivo e rigoroso de esgrima, e seu manejo se tornaria célebre entre ingleses e franceses. Dividia seus interesses entre a escrita e as mulheres: estava envolvido com a redação de quatro livros ao mesmo tempo. Prolífico e criativo, mesmo assim Burton logo se viu visitado pela melancolia e seria assaltado por sérias depressões no decorrer de sua vida. Apaixonou-se por uma de suas primas, Elizabeth Stisted. Richard fazia muito sucesso entre as damas e teve inúmeros casos amorosos. " Como era não apenas um homem bonito, mas de forte magnetismo, as mulheres se apaixonavam por ele às dúzias". Acabaria conhecendo em Bologne sua futura esposa, Isabel Arundell.

Em 1853 parte para o Cairo com o intuito de visitar a cidade sagrada de Meca e "estudar meticulosamente a vida íntima do muçulmano". Sob os auspícios da Royal Geographical Society de Londres e a licença de um ano do exército, Burton iria realizar o famoso hajj, a peregrinação que todo devoto deve fazer à Meca pelo menos uma vez na vida, tendo condições físicas e financeiras para tal. Além do interesse religioso, havia a finalidade de conhecer e preencher lacunas cartográficas a respeito das regiões orientais e centrais da Arábia que eram desconhecidas

Suas experiências anteriores seriam de grande importância, uma vez familiarizado com o comportamento e costumes dos muçulmanos, pois disfarçado de peregrino teria que seguir à risca detalhes do modo de ser dos islâmicos: vestimenta, as minúcias de beber e comer, sentar e urinar, defecar, dormir e rezar (sem falar na prova inconteste de ser ou não um muçulmano, a circuncisão. Se Burton cometesse algum erro e fosse descoberto poderia ser morto.

Foi aconselhado por outro peregrino a abandonar o disfarce de hajj ajami e assumir o de pathano, homem nascido na Índia e de pais afegãos, uma vez que esse novo disfarce justificaria qualquer peculiaridade de seu sotaque. De toda a sua experiência nessa perigosa viagem resultaria um livro, The pilgrimage to Al-Medinah and Meccah (1855).

UMA PERSONANALIDADE FASCINANTE

Burton ao longo de sua vida foi ao mesmo tempo um brilhante linguista e aventureiro temerário, bem como uma figura complexa e polêmica. Sobre sua existência pairava uma série de rumores e suas opiniões (o abuso de poder inglês nas novas colônias e a iminência de uma revolta nativa, o ensino universitário deficiente, a liberalização sexual, a abolição do tráfico negreiro) e seus interesses singulares (afrodisíacos, circuncisão, castração, poligamia) contribuiriam para torná-lo uma pessoa não muito bem vinda nos lares vitorianos.

Em seus livros e traduções, notas e ensaios, comentou abertamente os mais variados hábitos sexuais dos povos que explorou, sendo preciso e minucioso: chegou a medir o pênis de um africano. Os inúmeros detalhes e temas e a maneira franca e ousada como os dissertava ofendiam a moral vitoriana e a classe media inglessa. Sua vida na Índia demostra que participou ativamente de rituais sexuais e religiosos dos nativos, o que representou uma quebra e uma afastamento da moral cristã ocidental, rompendo com tabus sexuais, raciais e sociais de seu tempo.

Após relatar a ocorrência de oficiais britânicos que usavam dos serviços de jovens rapazes nos bordéis de Karachi, não faltaram rumores relacionando Burton e a homossexualidade, que pairou sobre sua vida desde então, especulada ainda mais por sua amizade com o poeta Algernon Swinburne e por andar frequentemente em companhia de jovens rapazes. Era viciado na maioria das drogas na época, fazendo uso do ópio e haxixe. Sofria de constantes depressões e durante o início da vida adulta teve problemas com o alcoolismo.

Os biógrafos estão em desacordo sobre se Burton teve ou não relações homossexuais (ele mesmo jamais o reconheceu explicitamente em seus escritos). Estas alegações tinham começado no Exército por ocasião de uma investigação secreta a pedido do almirante Charles Napier, efetuada dentro de uma casa fechada masculina frequentada por soldados britânicos. Alguns enxergaram na precisão de detalhes do relato de Burton uma indicação de que ele próprio frequentava o estabelecimento. Seus escritos posteriores sobre o tema da pederastia e o fato de que o casal Burton tenha se mudado sem filhos alimentaram ainda mais as especulações[1].

Burton possuia uma natureza explosiva e irascível, seu temperamento irônico despertou inimigos em diversos cantos do mundo.

Fonte:Wikipédia.

Responder esta

Obrgada JL por dividir conosco teus alter-egos históricos. Duas brilhantes criaturas que passaram pela humanidade. Abraços.

Responder esta

Respondo logo e sem pensar duas vezes: Walter Elias Disney!

Responder esta

Posso ser Marlene Dietrich? Ninguém se lembra mais dela, um dos maiores mitos cinematográficos do Século XX, talvez o maior. Vou , então, refrescar a MEMÓRIA:
- Lutou bravamente contra o nazismo, recusou-se a ser o maior nome do cinema nazista e as propostas de Hitler
- Escondeu judeus e intelectuais perseguidos pelo regime de Hitler em sua própria casa e depois ajudou a arrumar vistos e passaportes para que pudessem fugir...

- Foi a primeira mulher com cidadania americana a entrar na Berlin arrasada do pós guerra.
- Posicionou-se contra o silêncio e o "não sabíamos de nada" da Alemanha e seu povo: "Como não sabiam de nada, se os trens para os campos de concentração passavam atrás de suas casas?"
- Primeira mulher a gravar Bob Dylan, com suas versões em francês, alemão e em inglês de "Blowing The Wind"... ouça e veja se consegue ouvir outra depois...
- Na Guerra Fria posicionou-se radicalmente contra a política belicista norte americana, denunciando a hipocrisia dos governos e condenando a guerra da Coréia, depois a do Vietnã e transformou-se nessa época no maior monumento vivo de lutas contra as guerras...
- Propôs que matassem Lindon Johnson, então presidente americano que insistia em manter a guerra do Vietnã. foi presa e processada, depois "expulsa" de solo americano como "persona non grata", indo morar na França, onde continuou suas lutas, gravando inúmeras canções de protesto...
- Volta aos EUA, em l975, onde faz o último show de sua vida, num Carnagie Hall lotado e que pagou caríssimo pelo seu espetáculo. No meio de seu hino romântico "Falling In Love Again", manda o maestro parar e, perante um público perplexo, diz : "Maestro, vamos parar com essas bobagens amorosas, esqueci que estamos perante o povo mais arrogante e belicista do mundo! Vamos partir para umas barras bem mais pesadas! E atacou de "Where Have All The Flowers Gone", de Bob Seger, outro compositor de protesto. Foi embora no dia seguinte, para nunca mais voltar. Mas, no aeroporto ainda disse, perante a mediocridade das perguntas dos repórteres ( "Quantos anos a senhora tem?" "Quantos netos a senhora tem?" "O que faz para não envelhecer?") : "Como vocês, americanos, são medíocres! Aliás, vocês têm dois cérebros, não é? um na cabeça, outro no lugar do coração! Aliás, que que eu posso esperar de um país que nem Ministério da Cultura tem?"
- Cantou na Rússia, em plena guerra fria e em todo o Leste Europeu. Em Jerusalém, foi proibida de cantar em alemão. Não obedeceu: cantou 10(!!) músicas em alemão. E na Alemanha, pediram que não cantasse em hebraico. E, sob bombas no teatro onde se apresentava e chamada de "traidora", cantou então em iídiche, gravando, inclusive a belíssima "Shir Hartan"....
Acho que ela merece que nos lembremos dela, não?
-
Anexos

Responder esta

RSS

Cinehistória

ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

Membros

  • Ademar Queiroz Ferreira
  • Marcos Davi Duarte da Cunha
  • Jose Flavio de Araújo
  • Beatriz de Aguiar Hanssen
  • Guida Linhares
  • Bruno Leal
  • Jorge Carvalho do Nascimento
  • Rodrigo Martins
  • Marcos Aurélio da Rocha
  • Rosane Scandolara Zeferino
  • gustavo leffa lumertz
  • Julio eIsaCosta
  • Denise Oliveira
  • Tathiana Cristina
  • Viviane Almeida

Eventos

Badge

Carregando...

© 2010   Criado por Bruno Leal no Ning.   Crie uma Rede do Ning!

Badges  |  Relatar um incidente  |  Privacidade  |  Termos de serviço

Entrar no bate-papo