
Permalink Responder até Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz em 20 janeiro 2010 at 7:51
Permalink Responder até Paulo Cesar Martins em 20 janeiro 2010 at 11:08
Permalink Responder até Bruno Leal em 20 janeiro 2010 at 14:28
Permalink Responder até Tito Mariscal em 20 janeiro 2010 at 16:21
Permalink Responder até RICARDO ROCHA AGUIEIRAS em 24 janeiro 2010 at 15:48
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 12 janeiro 2012 at 13:58
Boa noite caros leitores .
Isto nao é novo em lado nenhum .
Aqui na Alemanha até 1997 ,enquanto os americanos ainda cá estavam com forca de ocupacao ,havia inscricoes por todo o lado a dizer " AMIS RAUSS "
Nao se deve levar essas coisas assim a peito ,faz parte do ensino ,mais tarde tudo servirá como formacao escolar .
Cumprimentos
Permalink Responder até Wilson Simão em 3 abril 2012 at 8:02
Já vi muito disso nos regimes opressores, aqui mesmo no Brasi na época do militarismo, onde os próprios integrantes pro-governo acobertavam ações esquerdistas desde criação de jornais e revistas supostamente clandestinos até pichações.Eu mesmo presenciei a abordagem da policia a um grupo de jovens pichadores empenhados em produzir oposição ao governo militar. De modo que muito desses não são pichadores e sim pessoas ligadas diretamente aos políticos que se empenham em endossar algum apelo sem muito nexo e quem desenhou isso tinha livre acesso ao local.
Nota: O Pichadores independentes , aqueles que arriscam suas vidas para divulgar suas mensagens no alto de edifícios com certeza não agem assim.
Sabiam que essas letras são uma assinatura? Procurem.
Permalink Responder até Bruno Leal em 4 abril 2012 at 10:29
Interessane, Wilson. Essa ligação entre militantes de extrema-direita e partidos políticas é também uma prática comum em países como a Espanha.
Permalink Responder até Rafael Freitas em 20 outubro 2012 at 9:17
Essas manifestações "neonazis" geralmente mostram desconhecimento, pois há diversos formatos possíveis de suasticas, suasticas africanas, judaicas, etc. Uma aparente saudação hitlerista, feita com o braço errado pode ser involuntariamente uma oposição ao nazismo em si! O Brasil é diferente da Grécia, aonde há um neonazismo que possa ser considerado uma força e crescente, pois nosso país ainda que progrida a passos de lesma, está muito longe de estar em crise econômica para gerar um movimento neonazista. É insuficiente relacionar a pichação acima apenas com as cotas raciais, o contexto é muito maior. Esta lei não veio solita. As práticas e pensamentos racistas existirão independente de leis afirmativas. Ontem estava assistindo a um documentário sobre o suposto racismo de Che Guevara, Karl Marx quando escreveu sobre Bolivar foi eurocentrico, os primeiros sindicatos e partidos operários no Brasil eram só de brancos. O racismo é mundial e histórico e quem sabe indestrutível. Sobre as pichações na fotografia ao inicio do tópico, uma parcela de responsabilidade é da instituição, todos somos cientes da qualificação de nosso ensino em todos os seus níveis.
Permalink Responder até Brancaleone em 20 outubro 2012 at 11:27
Existe graças a incompetencia, interesses escusos e oportunismo de alguns políticos e grupelhos que com a esfarrapada e hipócrita desculpa de "igualdade racial" atribuem a determinados grupos étnicos direitos e vantagens diferentes dos demais cidadãos.
Claro que imbecis que adotam medidas como as pichações acima tem mais é que serem identificados e devida e exemplarmente punidos. São uns pobres diabos, tão manobrados por vigaristas e hipócritas quanto os que propõe as tais cotas.
Não existe preconceito racial nas universidades. Existe preconceito social.
Um estudante negro que vá às aulas numa reluzente Ferrari será tratado a pão de ló pelos amigos "branquelos", que inclusive vão convidá-lo para festas e baladas. Já um branco que vá de ônibus ou num carrinho velho será discriminado.
Mas casos como os mostrados aqui são raros. São fruto de mentes pervertidas, doentes.
Mais caso de psiquiatria que polícia, se bem que uns choques elétricos e umas cacetadas podem ser o tratamento adequado a nazistóides
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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