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Permalink Responder até Brancaleone em 11 setembro 2012 at 21:09
Fique longe de Glauber - filmes chatos demais ( os pseudo intelectuais adoram, mas é só para parecerem intelectuais)
Fique longe dos filmes de diretores "da moda", em especial quando forem de países dos cafundós do juda. Teve uma moda de filmes iranianos que pelamordedeus!! Era cada tranqueira que ainda bem que passavam de graça, senão dava briga para pegar de volta a grana do ingresso...
Cuidado com filmes "viscerais".; Sabemos bem o que tem em nossas visceras...
Cinema italiano dos anos 50 e 60 e os tais "noir" franceses até que são suportáveis, mas em doses homeopáticas.
A Missão
Apocalipse Now
Último dos Moicanos
2001 - Uma odisséia no espaço
O mais longo dos dias
Mas o bom mesmo é arriscar e assistir meio que tudo. Demanda em tempo mas sempre se pesca alguma coisa.
Cuidado com os "críticos" A maioria é um bando de frustrados que não conseguiram emprego como diretores, atores, roteiristas e dai desandam a reclamar do trabalho dos outros.
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 12 setembro 2012 at 15:49
Sou cinéfila daquelas que assiste até Sessão da Tarde inédita (se isso fosse possível). TOP 5? Não necessariamente do melhor para o pior está bem? Vamos lá:
1. A lista de Schindler
2. Olhos azuis (achei perdido e entrei em crise existencial quando assisti - sobre a supremacia americana - diálogos imperdíveis)
3. Gandhi
4. Irmão Sol, Irmã Lua
5. Kolya (1996)
Permalink Responder até Brancaleone em 12 setembro 2012 at 21:26
A algum tempo postei isso na minha página aqui. Como quase ninguém lê o que escrevo na minha própria página (exceção a alguns desavisados e amigos...) resolvi transcrever neste post, já que tem a ver com cinema...
" A crítica cinematográfica tem uns arroubos de consciência e volta e meia decide conceder méritos a filmes e diretores do Iran, Iraque, Uzbesquistão, Turcomenistão e outros cafundós.
Quase sempre são filmes chatos, chatérrimos até e, para entende-los voce precisa conhecer toda a biografia do diretor para saber que ele nasceu pobre, viveu de leite de camela, o pai era comunista ou bêbado, a mãe era fã de paulo coelho (arghhhh!!!) e que parte dos irmão morreu de fome ou numa guerra qualquer e que por isso ele faz filmes "viscerais", "densos" , "repleto de imagens que remontam a conciência coletiva" etc. etc. etc. etc.
Quase sempre são filmados em meio a cidadezinhas poeirentas com dois, no máximo 4 personagens ( quase sempre amadores), usando sacolejantes cameras e com diálogos longos, tediosos e incompreensíveis a ocidentais normais.
Claro que a intelectualha finge 'a-do-rar' estes filmes, pois se eles fizerem críticas como as minhas serão chamados de analfabetos e terão que ouvr que gostam mesmo de Jack Chan e Van Dame.
Creio que muitos filmes brasileiros quando exibidos no exterior causam impressões parecidas aos estrangeiros. Poucos deles vão gostar de ficar vendo um bando de gente correndo por favelas, fumando maconha e com diálogos baseados num dicicionário de no máximo 50 palavras, sendo as palavras "p...a" e "f...-se" repetidas à exaustão...
Claro que este meu comentário, caso venha a ser lido por alguem (o que duvido muito...) vai causar urticária naquele tipo de gente que acha Glauber um gênio embora considere os filmes dele uma b...
Tem é claro os que acham alguns filmes "reais", "que mostram o verdadeiro ser humano" e que por isso são "in-crí-ve-is!!". Grandes coisas. Assisto filmes para me distrair, para "desopilar a cabeça". Se eu quiser saber como são os humanos (se bem que eu sei exatamente como são...) assisto ou leio jornais.
Vou ao cinema comer pipoca e me distrair.
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 13 setembro 2012 at 15:09
Brancaleone
Você expôs sua opinião sobre filmes dilacerando os outros gostos. Até concordo com voce em muita coisa (no gosto). Não gosto dos filmes de Glauber Rocha e algumas produções francesas são insuportáveis. Mas isso é a nossa opinião sobre os nossos próprios gostos. "Deixe que pensem, que falem...". Um filme impacta para uns e outros não. Por isso não gosto de ler a crítica sobre algum filme. Porque o crítico fala da universalidade da arte na especificidade do espetáculo. E eu, vou ao cinema com a minha subjetividade, fruto de todas as minhas experiências vividas até então. Então, adooooooooooooro Uma linda Mulher. Por que? Porque talvez eu, como algumas outras mulheres que conheço, ainda sonhe com o príncipe montado no cavalo branco...Fazer o que? Eu sou humana, demasiadamente humana...Repetimos, não inovamos as tragédias gregas, os dramas shakespirianos, os românticos de Wherter...
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 13 setembro 2012 at 15:41
Silvaniza,
Interessante o seu comentário, mas qual é o crítico que realmente "fala da universalidade da arte na especificidade do espetáculo"? A impressão que me fica dos críticos é que eles revestem sua opinião subjetiva por trás de considerações pomposas...
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 14 setembro 2012 at 13:03
Somos muito ácidos com os críticos, reconheçamos. Concordo quando dizem que os críticos criticam aquilo que eles nunca seriam capazes de conceber. Lembra de Amadeus (o filme)? Porém essa é uma seara de vaidades. E são poucos os inspirados. No passado os espetáculos eram os mesmos (tragédias gregas - Aristófanes, Ésquilo, etc). Os festivais eram para saber quem contaria a mesma história de forma mais perfeita. O ideal era repetir o mesmo superando o criador. Fazemos o mesmo com a tragédia da Paixão de Cristo todos os anos. As vezes é o fato de se romper com o igual que nos leva a fazer o novo, e muitas vezes esse novo é muuuiiiiiiiiiiiiittttttttooooo chato. Fica o benefício da tentativa. Eu acho por exemplo, que nenhum filme brasileiro conseguiu até hoje ganhar um oscar, porque não se permitiu sair desse casulo do "especificamente brasileiro". Sentimentos são universais (amor, ódio, ternura, paixão) independente da língua. Se eu fosse pela cabeça dos críticos não entraria nunca numa sala de cinema.
Permalink Responder até Brancaleone em 13 setembro 2012 at 20:38
Ok, eu confesso.
Adorei Feitiço de Aquila...
Curti de montão Travolta aos Sábados à Noite...
Assiti 2001 uma dezena de vêzes.
O Iluminado então!!!
E os do Woody Allen?? Geniais.
Platoon!!
E até mesmo O Predador!!
Ghost foi tiro e queda na minha namorada...
E Manequim??? Primeiro filme que assiti com minha esposa!!!
Como eu disse, conheço bem os humanos e eu sou um deles (acaso biológico, não opção minha...)
E porque dilacerei o gosto alheio?? Porque os tais "alheios" na sua maioria olham de canto para nós, os meros espectadores. Eles acham que a cada filme voce deve dar um salto evolutivo, alcançar algum nirvana cinematografico ou então sair do cinema PHD Magnum cum Lauda em sociologia, filosofia ou coisa que o valha.
Na dúvida, atiro primeiro. Pode às vêzes ser injusto mas quase sempre é o certo...
Justamente por conta daqueles que "se acham"
Permalink Responder até Lincoln de Macêdo Santos Aguiar em 14 setembro 2012 at 5:56
Mauá - O Imperador e o Rei
Elisabeth (os 2 filmes)
Carlota Joaquina - a princesa do Brasil
Cruzada
Australia
0bra-prima de Jerzy Kawalerowicz, expoente máximo do Cinema Novo Polonês, "Madre Joana dos Anjos - Matka Joanna od aniolów", de 1961, aborda episódio fictício que espelha o ser e o modo do interior da Polônia do séc. XVII.
Denso, profundamente humano e arrebatador, conquistou Prêmio de Júri do Festival de Cannes de 1961.
Mephisto (1981), do húngaro István Szabó, com elenco internacional, particularmente do Leste Europeu, coloca o Homem, suas contradições e escolhas diante da História. Baseado em texto homônimo de Klaus Mann - filho de Thomas Mann, Prêmio Nobel de Literatura - narra a trajetória de Gustav Gründgens, o maior ator da História alemã, casado com Monika Mann, filha de Thomas Mann. Mephisto, do Faust de Goethe, foi o papel de sua vida.
O texto do maior poeta alemão conta a história do Doktor Faust, que em idade provecta apaixona-se pela jovem Gretchen (Margarida) e vende sua alma a Mephisto (o Diabo) em troca da juventude para conquistar o amor de Margarida.
Pois bem, com a ascensão de Hitler à Chancelaria do Reich, verificou-se o maior êxodo cultural da História da Humanidade. Gustav Gründgens permaneceu na Alemanha. Vendeu sua alma pro Diabo, isto é, para o nazismo.
A História individual tem como pano de fundo a História de uma época.
Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 1981.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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