Tags:
Permalink Responder até Brancaleone em 23 maio 2011 at 20:37
Buenas ora pois que a bahianinha de nascimento se mostrou corajosa!!.
Claro que por um tempo a prosa dela para os deputados vai dar o que falar mas podem ter a mais absoluta certeza que os ilustres deputados estão tão certos que tudo vai continuar exatamanete como esta, principalmente pelo fato de a imensa maioria deles será reeleita graças aos votos de milhares de analfabetos funcionais que eles tão zelosamente cultivam nas escolas.
Como dizia Mencken, só mesmo na base do porrete...
Permalink Responder até Bruno Leal em 24 maio 2011 at 10:02
Permalink Responder até Luciene em 30 maio 2011 at 16:43
Concordo Bruno.
No entanto, a fala da professora foi um desabafo, somente isso. Mudará algo? Não. Porque historicamente estamos acostumados com isso, aparecem as "Amandas",todos os dias em nossa rotina de trabalho (sou uma aliás)mas continuamos tento o mesmo tratamento. A educação é política no Brasil, e nunca está na prioridade de governo algum. Lembro um certo Maquiavelismo - Povo instruído, poder destruído. A Educação está ultimamente em voga nos noticiários, nas manchetes de jornais - ora é a violência que assola, ora é um Kit gay (olha o nome usado!!) feito "nas coxas" sem profissionalismo nem princípios pedagógicos, ora é o desabafo da professora... Mas de fato, realmente o que muda? Continuamos sem créditos e sem bons salários, sem condições de aulas, sem investimentos... Veja, acho sim que a culpa é de todos, da sociedade, do Estado, dos pais e inclusive dos professores. O que devemos fazer é organizarmos, fazer ações as quais nunca ninguém se atreveu. Os sindicatos?? Ora, quem acredita ainda em sindicatos no Brasil? Perdemos um dos maiores referênciais de luta social e de classe, porque hoje quem faz parte de sindicatos a maioria já almeja cargos políticos, ou continuar na condição de "beneficiário" do cargo sindical,todos acreditam que para se organizar deve ser em partidos... O princípio de uma democracia não é essa. Os sindicatos e partidos nunca trabalharam em prol da educação e sempre tratam nossas questões como sendo mera questão salarial, os sindicatos estão longe das escolas e professores, seguem os mesmo princípios do governo, só aparecem quando há eleições ou quando o governo vigente é oposição, pois se é situação, temos o que ocorre aqui no Sul - tá tudo lindo, é o petista Tarso Genro que está na ordem, como farão greve contra si mesmo?? Bem...`Desculpe se pareço cética, mas não, estou constatando uma realidade que deve ser dita. Ninguém, além de nós professores, se preocupam com a educação. Um abraço e desculpe o desabafo...
Permalink Responder até Benildo Nery Moreira em 30 maio 2011 at 21:53
Assino o seu desabafo professora.
Estive na última atividade grevista promovida por nossa categoria na sede do governo do Estado do Rio Grande do Norte, no último dia 26. Os olofotes estavam todos para a Amanda Gurgel que aliás, posava para O GLOBO como uma estrela bem diferente daquela militante que frequentava as assembleias da nossa categoria.
irá ela pleitear uma vaga de vereadora ou prefeita da capital potiguar?
Permalink Responder até Luciene em 30 maio 2011 at 22:31
Muito bem professor Benildo! Viu?? Uma professora sai e desabafa, fala muito bem, nos representa muito bem... Mas, dá nisso, as lideranças que surgem ou são cooptadas pelos partidos ditos de esquerdas, ou acabam dissolvidas na própria vaidade e interesses pessoais. É claro que "Amandas" acabam se tornando uma bandeira e pior, permite que isso ocorra. Ora desde quando que a Globo dá notoriedade à um professor assim? Ora, Ora a vaidade vai a mil e deixa a segundo plano a luta de classe (da classe). Daí voltamos as mesmas, a educação e as condições dos professores tão denunciadas quando se está do lado de cá, pode ser o trampolim para cair pro lado de lá, e aí, já não serão mais três dígitos em seu contra-cheque... E a Educação volta a ser tratada nos palanques... Precisamos dar um fim nisto e agirmos mais como sociedade civil... Olha é lamentável!
Permalink Responder até Tamara Fernandes em 26 setembro 2011 at 15:30
Bem que poderia. já chega de tantos maias e alves.
Permalink Responder até Julio Cesar Tinoco Alves em 24 maio 2011 at 14:54
A repercussão do discurso demonstra a importância não só do discurso em sí - prenhe de dados evidentes e tristes, resultado do extremo descaso dos governos (como ela bem colocou federal, estadual e municipal através dos tempos) como demonstra também a importância da internet na propagação das idéias.
Infelizmente nosos governantes, acredito, não terão vergonha nenhuma de admitir o que foi exposto e permanecerão caladinhos e ausentes como sempre foram.
Já nós, seus eleitores, se tivermos alguma consciência, temos o dever de não votar em quem se comporta assim...e exigir mudanças já!
É verdade Julio,
Sobre a internet como propagadora das ideias, basta lembrar a importância dela na deflagração da recente revolução no Egito.
Claro que ela sozinha não faz o milagre, é preciso ter um povo agerrido, consciente e politizado por trás do teclado. Nisso ficamos a dever, por isso pouca gente acredita que o discurso da professora vá dar em algo além dos 15 minutos de atenção que ela mereceu dos internautas brasileiros.
Permalink Responder até Luciene em 30 maio 2011 at 16:19
Wagner,
Estava aqui vendo os artigos e os demais escrevem bo Café, e li o que você escreveu. Então me atrevo a te dizer, que Jacques Wagner é um antigo conhecido de quem já foi militante, de quem acreditou um dia que o PT seria o partido que chegasse para fazer o que ninguém fez, melhor, colocar em prática as teorias faladas em reuniões incansáveis de uma época em que acreditar era a plataforma ideológica de muitos. Não vejo como neocarlismo, vejo como o neoliberalismo petista que estão colocando em prática e com uma competência nunca vista. A professora Amanda foi a porta-voz de muitos. Veja, aqui temos a mesma situação, no RS o Tarso Genro (PT)é o governador e alguém ouviu falar em greve no Estado do Rio Grande do Sul? Não. Mas, os municipários no qual o prefeito é o José Fortunati, não petista estão em greve. Os professores municipários que possuem um piso salárial bem maior que o Estado pararam por melhores condições, mas os professores do Estado, que receberam um rídículo aumento, nem cogitam greve. Por que? Ora.. No Brasil nossas lutas são partidarizadas e só temos "apoio" quando deixam de ser situação. vejam, nossas manifestações, são infestadas de bandeiras partidárias, todos levam a educação pro palanque e a utilizam como plataforma eleitoreira. O Jacques Wagner a mim não causa estranheza seu peleguismo, na verdade, já era de imaginar e esperar... Mudou de partido mas não mudou seus interesses escusos... Precisamos nos organizar sim, sem partidos, para fazermos mudar tal situação...Um abraço e boa sorte aí, pois precisaremos de muita sorte nesses governos.
Permalink Responder até Arnon Romano em 23 setembro 2011 at 20:31
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

