Gostaria de receber opniões sobre esta pergunta. Porém para que ela possa ser respondia, acredito que o passado tenha que ser análisado, os processos que levaram a existir Governos ditatoriais, e consequentemente movimentos revolucionários.

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Respostas a este tópico

Como, parece, ninguem sabe qual será o futuro, gostaria de saber mais sobre os que ainda não falam espanhol, embora entendam bem o quechua.  

Não aprecio este tipo de pergunta, pois historiadores não são profetas.

Bom dia,Lucas

O futuro da América latina é muito promissor ,muito mais do que o africano.

Com o crescimento atual da populacao mundial as reservas de alimentos podem comecar a escassear num curto espaco de tempo  e de certeza daqui a 20 anos ,se nao houver um  travao natural que trave esta situacao,ou por uma grande guerra .

Tem clima e populacao que quer trabalhar e espera uma oportunidade para o fazer,poderá a ser o celeiro do mundo a curto prazo .

Cumprimentos 

O futuro esta na colaboracao entre os paises da America Latina, dentro das instituicoes como o Mercosul e  numa sempre maior unificacao desta zona... Restaurante Rio de Janeiro

Indústria de queijo tradicional

Vende Pizzaria e Restaurante

Sistemas Globais de Segurança e Serviços

O futuro esta na colaboracao entre os paises da America Latina, dentro das instituicoes como o Mercosul e  numa sempre maior unificacao desta zona...Venda de empresas

Venda de empresas

Avaliação de empresas

Avaliação de empresas

Bom vejamos...

É  possível que o povaréu sucumba de vez ao papo vil e mentiroso de liderecos populistas tipo Chávez ou Evo com suas promessas de nações compostas de milhares de tetas que gotejam o leite do assistencialismo de estado...

Tambem podemos nos atirar ao capitalismo predador e criminoso  à moda chinesa...

Podemos até nos submeter ao domínio argentino(cruzes!!!)

Bom dia!

O futuro da América Latina é - e espero que continue sendo - muito promissor, afinal, os países latino-americanos detêm uma grande riqueza material e cultural. Acredito que um dos pontos que precisa ser reforçado é a capacidade do povo latino-americano de eleger líderes fortes que estejam interessados no desenvolvimento em conjunto do continente e não meramente em formar governos populistas e/ou assistencialistas - como ocorre, infelizmente, com o nosso na atualidade -, visando interesses egoístas de permanência de um partido ou de si próprio no poder, enquanto o povo, em boa parte, continua na ignorância sobre assuntos de extrema importância, como o Mercosul, nosso bloco sul-americano de integração regional. 

É claro, devemos, em toda a América Latina, melhorar a educação, a saúde e vários outros aspectos essenciais - e até mesmo constitucionais - desses países para que eles possam competir de igual para igual com os asiáticos, por exemplo, que podem, em breve, tornarem-se detentores e exemplo de crescimento e desenvolvimento de nações consideradas emergentes no mercado internacional (não que eles não tenham seus problemas sociais também, é claro). Cabe ao povo latino-americano procurar informações sobre o seu passado - se bem que, pelo visto, o Brasil é um dos poucos que trata disso com irrelevância - e apreciar o quanto somos povos guerreiros e que não teme o amanhã. Todos passaram por governos ditatoriais, por colonização involuntária, por grandes massacres e guerras pela posse territorial, por preconceito europeu, por escravidão, por graves epidemias, enfim, por uma série de problemas que não fizeram o povo latino-americano esmorecer, mas sim lutar a cada dia por um amanhã bem melhor. Portanto, sim, eu acredito num futuro promissor do continente, mas, é claro, com a consciência popular de eleger representantes fortes, de melhorar as condições sociais, ter consciência e conhecimento dos processos de integração regional, além de participar ativamente deles, e apreciar um passado de lutas da qual, apesar das perdas materiais, morais e humanas, saímos vencedores e acreditando num amanhã melhor.

Obrigado pela colaboração, Rayanne. Muito bacana.

Rayanne: infelizmente, nos países ditos "centrais", especialmente os de língua inglesa, o interesse pela América Latina me parece ainda pequeno. Nos Estados Unidos, Austrália, Canadá ou Reino Unido por exemplo, o "futuro" na visão da imprensa, dos políticos e dos "formadores de opinião" em geral  parece ser  primordialmente a Ásia, em particular a China e a Índia, com outros "players" como o Japão/Coreia, a Indonésia, o Oriente Médio e os países menores do sudeste Asiático (Malásia, Tailândia, Cingapura) em segundo plano. O Brasil e o México parecem ser os únicos países latino-americanos que despertam algum interesse, mas certamente não no mesmo nível que os países asiáticos.

Por outro lado, entre os países da "periferia" da União Europeia, em particular a Espanha e Portugal,  havia até recentemente, até mesmo por questões de afinidade cultural, um destaque maior para um futuro promisor da América Latina. A depressão econômica nesses países menores da Europa e a ascensão em vários países sul-americanos de governos populistas hostis aos investidores estrangeiros (incluindo expropriação sem compensação de empresas por exemplo na Argentina e na Bolívia) levaram, entretanto, a um "esfriamento" das relações entre a Espanha e a América Latina.

Esta semana me preocupou o futuro da A.L. ...

Depois de ter assistido uns insignificantes  ( em quantidade e inteligencia...) Castrófilos tentarem intimidar a blogueira Yoania fiquei pensando  se um grupelho destes consegue se apoderar do poder... Tipinho de gente que apoia um evo, um chávez (o palhaço da Venezuela, não o do SBT...), até um Enver Hocha ou o pervertido das farcs...

Gentinha que apoia um sujeito que não realiza eleições em seu pais a 50 anos...

Conheço e bem como pensam os "comunistas"  (rsrsrsrsrsrs) cubanos. Trabalhei em Angola e Moçambique logo após a guerra civil por lá...

Vivemos num continente onde o governo dum pais  recebe e asila  um tal de batisti, terrorista assassino e este mesmo governo patrocina ou apoia quem fica ganindo contra um dissidente cubana...

Tem futuro?

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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