Alguns autores dizem que é o paradigma indiciário, outros a análise documental, já me recomendaram a análise de conteúdo e a análise de discurso. Qual o mais indicado para um historiador da cultura analisar seu objeto? Alguém sugere algum livro?
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Permalink Responder até Bruno Leal em 2 junho 2011 at 9:28
Olá, Carolina!
Acho que não existe um "melhor método". Isso depende muito de cada pesquisa, das demandas de cada objeto de estudo. O que pode ser melhor para uma pesquisa não necessariamente é melhor para outra. Se você trabalha com iconografia, por exemplo, a análise de discurso é um caminho mais difícil. Se você trabalha com mídia, análise de discurso ou de conteúdo pode servir. Mas não existe uma fórmula. É isso. Espero ter contribuído. Abraço!
Permalink Responder até Carolina Fernandes em 2 junho 2011 at 9:40
Oi Bruno,
Ajudou bastante! Fez-me pensar em como aplicar cada metodologia...
Trabalho com História do Esporte na área da Educação Física, com pressupostos teórico-metodológicos da História Cultural. Como a área da Educação Física tem uma predominância de pesquisas na área das ciências da sáude, é exigido um método bem determinado, com suas etapas e detalhamentos. Assim, tenho que me enquadrar perfeitamente em um deles, o que é muito difícil, pois trabalho com diversas fontes. Foi daí que me surgiu essa dúvida!
Obrigada pelo auxílio!
Abraço.
Permalink Responder até MateusFernandoDosSantosDeMeneses em 2 junho 2011 at 10:56
Permalink Responder até Bruno Leal em 4 junho 2011 at 12:51
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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