Qual a relevância do estudo de história Reginal em uma sociedade que visa todo, ou melhor dizendo que buscar apenas aprender o que sera dado no exame do enem?

Todos estudamos historia regional ou local em algum momento da vida acadêmica, mas percebi que depois que muitas instituicões de ensino aderiram ao no enem a motivação e o interesse foifoi para quase zero, os alunos de ensino médio que vão prestar vestibular sempre fazem a mesma pergunta porque estudar isso se não vai "cair" na prova, e se esquece de ser um cidadão que precisa conhecer as suas origens, nós como historiadores que muitas vesez ajudamos a diciminar esta ideia ainda vemos a história regional como importante ou só a vemos como uma coisa insignificante?

Exibições: 88

Responder esta

Respostas a este tópico

Roberta, acho que a pergunta está meio confusa. abs!

A História Regional pode ser vista como uma seleção temática e metodológica. A região está contida na História e pode ser estudada de forma mais aprofundada. Vai contribuir para o entendimento do processo histórico, no qual está inserida. Se pensarmos de forma mais pragmática, não precisamos estudar História do Rio de Janeiro, por exemplo. Entretanto, muitos historiadores têm contribuído para o seu aprofundamento, utilizando esta abordagem metodológica. Procure a produção historiográfica em História Regional contida nas pesquisas da UFRJ, UFF, por exemplo.

A Micro História também pode ser abordada sempre associada às questões gerais do Brasil.

Eliana Vinhaes

Não acredito que a prioridade dada ao exame ENEM possa significar o fim para a abordagem da História Regional.

Tenho como convicção que, ao incentivar atividades de estudos da história local poderei junto aos alunos refletir também o todo. Na medida em que os sujeitos interagem com a história local eles podem aperfeiçoar habilidades para compreender o mais geral.

Na verdade é erro do sistema. Toda grade curricular voltada pra o mercado.

A educação deve ter por meta a formação do indivíduo para si e pra a sociedade. Valorizar as próprias raizes é base p se situar no mundo. Isto é - não se ensina gramática portuguesa com vistas ao que vai cair na prova mas porque a vida só se explica com um vasto vocabulário - quanto mais palavras se conhece mais absoluto se torna a visão de mundo - conhecer a geografia do mundo torna a paisagem local mais completa e conectada com o que há além do horizonte - saber a diferença entre um celula e outra alimenta a capacidade de cuidar de si e do ambiente.

Estamos vivendo um mundo de consumismo tão absoluto que não queremos mais saber o que há sob o chão da cidade. Daí que a rede de esgoto que a prefeitura constroi pode ser deficiente e de ma qualidade que ninguém pode contestar.

A educação deve ter o compromisso antes de esclarecer o indivíduo e torná-lo apto a interferir na  sociedade e depois prepará-lo pra as provas, o enen ou a universidade.

 Sim, o conhecimento da história regional é tão importante quanto saber somar um "mais um é?..." - Esta pergunta de matemática não cai no vestibular, mas  se o indivíduo não aprendeu um dia jamais chegará nem  mesmo ao segundo grau.

Com a história regional você pode "linkar" com a macro-história. Fazendo uma dialética interessante e dinamizando a aula.

RSS

Links Patrocinados

EVENTO EM DESTAQUE

Cine História

Saint Laurent

Acaba de chegar aos cinemas o filme "Saint Laurent", de 

Sinopse: Entre os anos 1967 e 1976, o estilista Yves Saint-Laurent (Gaspard Ulliel) reinou sozinho no mundo da alta costura francesa. Esta biografia mostra o seu processo criativo, as fotografias e entrevistas polêmicas, a relação com o marido e empresário Pierre Berger (Jérémie Renier), os casos amorosos extra-conjugais e a relação com o álcool e as drogas, que quase destruíram o império da marca YSL.O avô húngaro de Alex Levy Heller, diretor e roteirista deste documentário, teria escondido um relógio Patek Philippe com seu irmão mais velho antes de ser preso no campo de concentração de Auschwitz. Na busca por esse objeto, Alex faz duas viagens: Uma até a Polônia - atual Romênia e a Israel - usando o relógio como pretexto para descobrir mais sobre a história da sobrevivência de sua família. Na outra, ele entrevista sobreviventes do Holocausto que vieram morar no Brasil, resgatando as memórias dos sobreviventes desse período negro da história

café história acadêmico

Arte: Leia, na íntegra e gratuitamente, o livro “A Era de Caravaggio.

Parceiros


Política de Privacidade

Para ler nossa "Política de Privacidade", clique aqui.

Atenção!

O Café História respeita a opinião de todos nos mais diversos espaços da rede. Reserva-se, no entanto, o direito de suspender textos de teor ofensivo, agressivo ou que sustente preconceitos de qualquer ordem, que promovam a violência ou que estejam em desacordo com o bom senso e as leis brasileiras. Da mesma forma, o Café História poderá suspender membros que publiquem este tipo de conteúdo. Se identificar algum conteúdo ofensivo ou comportamentos inadequados, por favor notifique-nos: cafehistoria@gmail.com

© 2014   Criado por Bruno Leal.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço

body, .xg_reset .xg_module_body { line-height: 1.3; }