Qual a relevância do estudo de história Reginal em uma sociedade que visa todo, ou melhor dizendo que buscar apenas aprender o que sera dado no exame do enem?

Todos estudamos historia regional ou local em algum momento da vida acadêmica, mas percebi que depois que muitas instituicões de ensino aderiram ao no enem a motivação e o interesse foifoi para quase zero, os alunos de ensino médio que vão prestar vestibular sempre fazem a mesma pergunta porque estudar isso se não vai "cair" na prova, e se esquece de ser um cidadão que precisa conhecer as suas origens, nós como historiadores que muitas vesez ajudamos a diciminar esta ideia ainda vemos a história regional como importante ou só a vemos como uma coisa insignificante?

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Roberta, acho que a pergunta está meio confusa. abs!

A História Regional pode ser vista como uma seleção temática e metodológica. A região está contida na História e pode ser estudada de forma mais aprofundada. Vai contribuir para o entendimento do processo histórico, no qual está inserida. Se pensarmos de forma mais pragmática, não precisamos estudar História do Rio de Janeiro, por exemplo. Entretanto, muitos historiadores têm contribuído para o seu aprofundamento, utilizando esta abordagem metodológica. Procure a produção historiográfica em História Regional contida nas pesquisas da UFRJ, UFF, por exemplo.

A Micro História também pode ser abordada sempre associada às questões gerais do Brasil.

Eliana Vinhaes

Não acredito que a prioridade dada ao exame ENEM possa significar o fim para a abordagem da História Regional.

Tenho como convicção que, ao incentivar atividades de estudos da história local poderei junto aos alunos refletir também o todo. Na medida em que os sujeitos interagem com a história local eles podem aperfeiçoar habilidades para compreender o mais geral.

Na verdade é erro do sistema. Toda grade curricular voltada pra o mercado.

A educação deve ter por meta a formação do indivíduo para si e pra a sociedade. Valorizar as próprias raizes é base p se situar no mundo. Isto é - não se ensina gramática portuguesa com vistas ao que vai cair na prova mas porque a vida só se explica com um vasto vocabulário - quanto mais palavras se conhece mais absoluto se torna a visão de mundo - conhecer a geografia do mundo torna a paisagem local mais completa e conectada com o que há além do horizonte - saber a diferença entre um celula e outra alimenta a capacidade de cuidar de si e do ambiente.

Estamos vivendo um mundo de consumismo tão absoluto que não queremos mais saber o que há sob o chão da cidade. Daí que a rede de esgoto que a prefeitura constroi pode ser deficiente e de ma qualidade que ninguém pode contestar.

A educação deve ter o compromisso antes de esclarecer o indivíduo e torná-lo apto a interferir na  sociedade e depois prepará-lo pra as provas, o enen ou a universidade.

 Sim, o conhecimento da história regional é tão importante quanto saber somar um "mais um é?..." - Esta pergunta de matemática não cai no vestibular, mas  se o indivíduo não aprendeu um dia jamais chegará nem  mesmo ao segundo grau.

Com a história regional você pode "linkar" com a macro-história. Fazendo uma dialética interessante e dinamizando a aula.

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Não pare na pista

Chega aos cinemas brasileiros o aguardado filme cinebiografia de Paulo Coelho, "Não pare na pista -  a melhor história de Paulo Coelho", dirigido por Daniel Augusto. 

Sinopse: Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

café história acadêmico

Ensino de História: Confira o artigo “A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de História”, da historiadora Christian Laville, da Universidade Lava, Quebec. Resumo: Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade. No entanto, quando o ensino da história é questionado nos debates públicos, é sempre com referência a esse tipo de narrativa: embora não fazendo mais parte dos programas, esse continua sendo o único objeto dos debates. Este artigo dá inúmeros exemplos atuais de tais debates, antes de concluir que são provavelmente vãos e que as pessoas se iludem sobre os efeitos reais da história ensinada. Alguns exemplos também são dados a esse respeito. Clique aqui para acessar.

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