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Permalink Responder até Bruno Leal em 20 maio 2011 at 21:01
A História Regional pode ser vista como uma seleção temática e metodológica. A região está contida na História e pode ser estudada de forma mais aprofundada. Vai contribuir para o entendimento do processo histórico, no qual está inserida. Se pensarmos de forma mais pragmática, não precisamos estudar História do Rio de Janeiro, por exemplo. Entretanto, muitos historiadores têm contribuído para o seu aprofundamento, utilizando esta abordagem metodológica. Procure a produção historiográfica em História Regional contida nas pesquisas da UFRJ, UFF, por exemplo.
A Micro História também pode ser abordada sempre associada às questões gerais do Brasil.
Eliana Vinhaes
Não acredito que a prioridade dada ao exame ENEM possa significar o fim para a abordagem da História Regional.
Tenho como convicção que, ao incentivar atividades de estudos da história local poderei junto aos alunos refletir também o todo. Na medida em que os sujeitos interagem com a história local eles podem aperfeiçoar habilidades para compreender o mais geral.
Permalink Responder até Carlos D'Aguapé em 8 julho 2011 at 15:36
Na verdade é erro do sistema. Toda grade curricular voltada pra o mercado.
A educação deve ter por meta a formação do indivíduo para si e pra a sociedade. Valorizar as próprias raizes é base p se situar no mundo. Isto é - não se ensina gramática portuguesa com vistas ao que vai cair na prova mas porque a vida só se explica com um vasto vocabulário - quanto mais palavras se conhece mais absoluto se torna a visão de mundo - conhecer a geografia do mundo torna a paisagem local mais completa e conectada com o que há além do horizonte - saber a diferença entre um celula e outra alimenta a capacidade de cuidar de si e do ambiente.
Estamos vivendo um mundo de consumismo tão absoluto que não queremos mais saber o que há sob o chão da cidade. Daí que a rede de esgoto que a prefeitura constroi pode ser deficiente e de ma qualidade que ninguém pode contestar.
A educação deve ter o compromisso antes de esclarecer o indivíduo e torná-lo apto a interferir na sociedade e depois prepará-lo pra as provas, o enen ou a universidade.
Sim, o conhecimento da história regional é tão importante quanto saber somar um "mais um é?..." - Esta pergunta de matemática não cai no vestibular, mas se o indivíduo não aprendeu um dia jamais chegará nem mesmo ao segundo grau.
Permalink Responder até Mateus Barradas Teixeira em 8 julho 2011 at 15:56
Com a história regional você pode "linkar" com a macro-história. Fazendo uma dialética interessante e dinamizando a aula.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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