Tags: memoria, preservação, razão
Permalink Responder até Breno Araujo em 18 outubro 2010 at 8:32
Permalink Responder até Carlos Keppler em 18 outubro 2010 at 10:45
Permalink Responder até Bruno Leal em 19 março 2012 at 10:32
Carlos, acho que você não consegue responder, talvez, porque a formulação precisa ser mudada.
A palavra "preservação" contamina o debate. Quando falamos em memória, não estamos falando de um tempo estável, parado e que precisa ser protegido para nos dizer algo. Quem preserva é restaurador e antiquário. Quando lidamos com a memória em termos históricos o que estamos fazendo é extrair questões, problematizar sentidos e significados. Assim, temos uma "cultura de memória" ou "políticas de memória", porque memórias dão inteligibilidade ao nosso mundo.
amigos estou abordando um pouco de memoria no decorrer de minha manografia, a memoria coletiva como a individual. a questão de memoria é como disse Carlos complexa, onde uns coloca ela como uma breve lembrança do passado, mais no meu entender a memoria é um "documento" vivo e que está sempre em analise e se transformando, uma pessoa ou grupo delas podem relatar uma historia que passa de gerações. nao se pode ter certeza de sua veracidade mais pode ajudar e muito a entender um pouco de como se desenvolveu tal comunidade e essa verdade da pessoa é sempre a verdade presente pra elas.
Permalink Responder até Carlos Keppler em 11 setembro 2012 at 17:07
Amigos, que surpresa, postei essa questão em 2010, e fico contente pela colaboração de todos. Concordo com o colega Sergio, preservamos registros, e a memória é registrada, mas não um registro. Por aí né?
Abraços!
La preservacion de la memoria es muy importante por que ella es el sumun de un pueblo la base donde se teje su pasado ,presente y futuro donde las nuevas generaciones levantan la bandera.Existen diversos tipos de memorias que van desde la artistica hasta la colectiva,pero existe aquella que queda impresa en el imaginario que tiene una gran relacion con la segunda y viene en forma de relatos,tradiciones,heroes ddonde unidas a un folklore que sin dejar de ser mediador entre todos navega entre el pueblo .
Por eso necesario preservar la memoria sin ellas seriamos vacios consumidores que sin sentiddo se pierdden en los umbrales del tiempo sin pasado,presente o futuro.
Permalink Responder até Brancaleone em 11 setembro 2012 at 20:53
Ignorar o passado é condenar-se a repetir os mesmos erros...
Os políticos a-do-ram a falta de memória do povo.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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