Tags: Brasil, escravidão, moderna
Permalink Responder até Eduardo Sena em 3 julho 2011 at 5:58
População.
Credulidade.
Direção.
Permalink Responder até luiz carlos silva em 3 julho 2011 at 10:46
Permalink Responder até Tiago D. De Almeida. em 3 julho 2011 at 12:27
Permalink Responder até Maria do Socorro Pinheiro Moura em 3 julho 2011 at 17:08
Permalink Responder até Brancaleone em 3 julho 2011 at 21:52
Embora não tenha muito a ver com o tópico da Edna, ouso arriscar dizer que a escravidão no Brasil está para nosso País como o Holocausto está para os judeus ou seja, volta e meia sacam fatos e imagens do passado para justificar ou assegurar alguma deferencia (vide a questão das tais cotas racistas nas universidades)
É claro, óbvio e inegável que tanto a escravidão no Brasil quanto o Holocausto foram ocorrencias horríveis, crimes raciais sem justificativa, uma vergonha para a humanidade que à época dos fatos fez que não sabia de nada e até lucrou com isso...
Permalink Responder até luiz carlos silva em 3 julho 2011 at 23:13
Permalink Responder até Eduardo Sena em 10 julho 2011 at 1:02
Propaganda
Amor próprio
Continuidade
Permalink Responder até luiz carlos silva em 10 julho 2011 at 8:32
Ao amigo Eduardo,
A história se repete, os fenômenos sociológicos não! Na relação entre os fenômenos históricos, há propaganda do passado para ser inserido no contexto mental (população) do presente como referência, mas geralmente, fraco, puido e manchado.
A classe média, depois pequena burguesia foram induzidas pela mídia (bem paga em moeda estrangeira), para desconstruir o possível país nacionalista de Getúlio, JK etc.Com a privatização do país - globalização, no sentido de abrir o mercado, privatizar - o amor próprio, neste momento histórico, foi pro saco.
A continuidade se dá no governo indicado pelas massas trabalhadoras que se mantiverm alheias ao processo de privatização nacional, (comandado pela "ordem da constituição cidadã de 1988"), e que precisam de um governo 'popular', justamente para continuar o processo de entrega do país ao "mercado livre". O prêmio do Lula: a quitação com o FMI (que durou pouco)
A educação é a palavra chave de um outro processo de restituição da dignidade (nacionalismo) brasileira. Porém a educação esta sendo direcionada ao indivíduo (individualismo), o que significa uma introdução ao "mercado livre", não ao patriotismo, etc.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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