Cafe Historia

A Sua Rede Social de História - Inscreva-se! É rápido e gratuito!

Luiz Ricardo Leite dos Santos

Quais os conflitos que o professor calouro pode encontrar nos seus primeiros contatos com a escola?

Estou concluindo o meu curso de Licenciatura em História e, confesso, fico ansioso só de pensar no contato com a organização dos diários, aplicação ou não dos conteúdos, enfim, como foi a sua primeira vez como titular em uma escola?

Compartilhar Twitter

Responder esta

Respostas a este tópico

Luiz Ricardo
Eu não quero te desanimar (mas já desanimando!) não vai ser fácil...
Principalmente porque estamos vivenciando um período de grandes mudanças na educação nacional.
Seu maior desafio não será o registro diário ou o contato com os alunos em si, mas o professor atualmente, deve entender que a educação não tem a única e exclusiva finalidade de formar “cadastro de reserva” para o mercado de trabalho, mas sim que devemos formar cidadãos autônomos tanto profissional quanto intelectualmente. O fim da educação está nela mesma, se isto for compreendido, muitos problemas educacionais seriam solucionados!
Mas estamos ai... Para aprender e discutir!
Até!

Pollyanna (professora de História)

Responder esta

Insegurança

Responder esta

oi, João.
Gostaria de saber como foi a chegada dos novos professores, sobretudo, em escolas públicas pelo Brasil.
Valeu por participar.
Abraços

Responder esta

Meu início foi horrível. Fiz tudo errado. Entrei numa sala reproduzindo o comportamento dos meus professores da UFPE. Era arrogante, presunçoso, demasiadamente irônico e por isso, um fracasso na sala de aula.

Quem me ensinou a dar aula foram as crianças da 5 série. Para elas não importava se eu tinha lido Paul Kennedy ou Eric Hobsbawn. Se eu conhecia K Marx ou Tocqueville. Elas exigiam que eu descesse do pedestal que eu falsamente me coloquei e falasse com elas, numa linguagem onde elas podiam entender.

Acredite em mim. Se o professor não for uma pessoa agradável - o que não quer dizer permissivo - dificilmente terá êxito na sala de aula.

Todo professor deveria começar por uma 5a série.

Responder esta

Poxa, José, fiquei emocionado com o seu testemunho. Realmente. Seu depoimento me fez lembrar de um trecho de um texto de Freud que diz, mais ou menos, assim: "O professor precisa reencontrar a criança dentro dele". Acredito que poucos estão preparados para isso.
Um grande abraço,
Ricardo Leite

Responder esta

Oi Luiz Ricardo quel lhe escreve é um professor veterano (32 anos de sala de aula). Concordo com os colegas que o maior desafio não é a parte burocratica (essa é a mais chata!) O maior desafio é vc querer ensinar a quem não está interessado em aprender, ainda mais História, que muitos considram pura decoreba (muitas vezes a fazemos assim!)
Como postou um colega, ser agradável é muito importante, ter e exercer autoridade sem autoritarismo é fundamental e sobretudo ser amigo de seus alunos sem contudo ser igual a ele. Manter sua postura como lider da classe, porém próximo dos sonhos dos alunos. Amo meus alunos, não tenho problemas graves de disciplina, mas sou tratado como professor e não tio. Acho que por ora é só. Alguma questão me escreva. Abraços e boa sorte.

Responder esta

Caro Luiz
Talvez o grande problema que vc encontre como já foi dito pelos colegas e a falta de interesse dos alunos ainda mais com a HIstória, me graduei ano passado e este ano consegui aulas em uma 2 escolas públicas de inicio vc recebera hostilidade de professores veteranos e vão tentar te desanimar (mas isso passa) a burocracia como já foi dito tbem e uma parte chata e as vezes complicada não tenha vergonha de pedir ajuda a professores mais experientes, meu conseçlho seja vc mesmo tente interagir com os alunos e procure ouvi-los else tem muito a nos ensinar tbem, talvez um grande problema seja trabalhar a parte teorica que aprendemos na universidade com os estudantes ai vai do seu jogo de cintura, não e facila não as vezes fica chato pro aluno e ele se despersa, e lembre-se cada sala e unica muitas vezes o que vc trabalha em uma sala e deu certo isso não significa que vai dar nas outras, use sua criatividade para ensinar de forma simples mas ao mesmo tempo que leve o aluno refdletir sobre o que é a História e por que estudar "Gente Morta" isso vc vai ouvir bastante e dependendo da sua respoosta a sala vai virar uma turba, seja consciente e companheiro mas sempre mostre que vc e o professor, para ministrar aulas creio que não exista receita, e o dia a dia que nos molda, não tenho grandes problemas com a indisciplina pois minhas aulas são dialogadas e com perguntas pessoais utilizo muito a teoria mas com explicações que fazem os estudantes refletirem seu cotidiano.
Voce vai ver ser professor e gratificante mas lembre vc vai do ceu ao inferno em questão de minutos.
espro ter ajudao, abraço

Responder esta

RSS

Cinehistória

ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

Membros

  • Guida Linhares
  • Marcos Davi Duarte da Cunha
  • Bruno Leal
  • Jorge Carvalho do Nascimento
  • Rodrigo Martins
  • Marcos Aurélio da Rocha
  • Rosane Scandolara Zeferino
  • gustavo leffa lumertz
  • Julio eIsaCosta
  • Denise Oliveira
  • Tathiana Cristina
  • Viviane Almeida
  • Dayane Chagas
  • Jorge Luiz A Carreiro
  • Bruno Scartozzoni

Eventos

Badge

Carregando...

© 2010   Criado por Bruno Leal no Ning.   Crie uma Rede do Ning!

Badges  |  Relatar um incidente  |  Privacidade  |  Termos de serviço

Entrar no bate-papo