Sabemos que, atualmente, há uma avalanche de ferramentas, métodos, recursos que podem incrementar as aulas de História. Como você estabelece critérios para aproveitar esses recursos, sobretudo, quanto ao quesito arte?
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Permalink Responder até Luis Marcelo Santos em 3 abril 2013 at 13:37
É muito amplo o leque ao meu ver, por isso coloco um exemplo apenas: ao tratarmos da Revolução Indústrial, o surgimento das estéticas cubistas, impressioniostas, etc que surge neste contexto é tanto oportunidade para entender as novas estéticas, as novas formas de ver o mundo, se comparar o quanto mudou o modo do mundo se ver, tudo por meio da Revolução Indústrial e as tecnologias (como a fotografia) que permitem a provocação de novas estéticas para a arte que não só retratar a realidade, já que a fotografia torna mais obsoleta esta função da arte que se obriga a se reinventar.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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