Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 7 maio 2012 at 19:29
Dar uma oportunidade para aqueles que residem em locais de difícil acesso ou não tem condições de irem a uma instituição de ensino, mães com recém-nascidos, trabalhadores de aeroportos,cias aéreas, hospitais, rodovias, representantes comerciais viajantes, etc etc etc estudarem e obterem um diploma.
Permalink Responder até Ricardo Jorge Borges Guimarães em 18 março 2013 at 13:44
Nas buscas por 'EAD', aqui no Café História achei esse tópico bem interessantes. Vou dar minha opinião como aluno de História pelo sistema do EAD.
Essa é a minha 2ª graduação, pois sou formado bacharel em Química, na dácada de 80 do século XX. Em primeiro lugar, não me interessei em me submeter a um novo vestibular depois de tantos anos, por isso optei pelo ensino privado. Quando fui fazer a matrícula na Universidade Estácio de Sá, é que fui apresentado ao EAD.
Minha intenção era fazer o presencial ou no máximo o semi-presencial. E o que me fez decidir por ele, foi o fato da instituição dar um perído de experiência n 1º período. Acontece que gostei demais da experiência bem e segui no 2º período no EAD. No meu caso, que tenho como um hobby a informática, podendo dizer a nível de usuário avançado. O ambiente virtual, não representou nenhum obstáculo.
Mas é claro, que o EAD traz umas características. Ainda mais no mundo virtual altamente tecnologico; e que difere e muito de antigos modos de 'ensino a distância'. Quem é um pouco mais velho, deve se lembrar do Instituto Universal Brasileiro: http://www.institutouniversal.com.br/ - que já aplicava esse modo de ensino. Era o tempo do curso por correspondência.
Sobre o EAD, as considerações mais importantes que observo é a falta da vida acadêmica; a dificuldade de instituições, professores e alunos em lidar nesse mundo do computador (onde a velocidade de mudança é avassaladora).
No caso da falta de vida acadêmica, a atuais redes sociais ajudam um pouco a minimizar esse problema. Mas é campo do uso da informática que venho notando os maiores problemas, conforme supracitei. No caso da História, é bam mais complicado se achar professores e alunos com desenvoltura nesse campo, fora que até mesmo as instituições tem suas deficiências no suporte a essas áreas. Recentemente, até me surgiu dúvida sobre algumas regulamentações do MEC para essa modadalidade de ensino, por exemplo: será que existe a figura do aluno monitor de turma, como sempre existiu no ensino superior. Pensei nisso sobre a possibilidade de um aluno ser monitor dos fóruns, juntamente com o professor. Fiz esse pergunta a faculdade, onde estou matriculado e estou aguardando resposta.
Para finalizar, eu acho que por estar num contexto novo de uma sociedade cada vez mais informatizada, certas questões precisam serem observadas para um melhor aproveitamento nessa modalidade. Como por exemplo: o suporte técnico, por parte das instituições aos seus funcionários, professores e alunos deve ser tratada com muita atenção.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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