Não podemos confundir a micro-história com a história local/regional, tanto no que diz respeito às questões de ordem metodológica quanto às de natureza teórica. Embora essas duas modalidades historiográficas tenham se desenvolvido a partir das propostas do movimento dos Annales, não podem ser confundidas entre si. Ao meu ver, a micro-história compreende uma escala de observação e análise mais reduzida do que a concernente à história local/regional. Sendo assim, esta última compreenderia enfoques e abordagens mais abrangentes e gerais, remetendo a estudos das estruturas vigentes num dado espaço ou região? Enfim, quais são as principais diferenças existentes entre elas?
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Permalink Responder até marcos gomes em 7 julho 2012 at 16:52
Existe mesmo uma cunfisão que se faz pela terminologia contrastando uma coisa da outra ou como se um termo fosse de menor valor ao outro tendo a micro- história como coisa menor o que me parece uma visão distorcida que o historiador deve escapar investigando melhor o que se diz a respeito dos termos e as limitações que estão submetidos. abraço...
Permalink Responder até Jane Rosana Cassol em 11 março 2010 at 13:29
Permalink Responder até Alexandre Magno T. de Carvalho em 11 março 2010 at 17:23
Permalink Responder até Bruno Leal em 7 julho 2012 at 15:19
Bem observado, Alexandre!
Permalink Responder até marcos gomes em 7 julho 2012 at 16:48
otimo alexandre acho que voçe foi claro em sua colocação.
Permalink Responder até marcos gomes em 7 julho 2012 at 16:07
parabens por sua colocação. Muito apropriada para o historiador.
Permalink Responder até MARCELO LEONARDO BRAGA DE OLIVEI em 10 julho 2012 at 13:18
Adorei sua descrição.
Permalink Responder até Bruno Leal em 6 outubro 2012 at 15:48
Importante colaboração, Jane. Se bem que acho que o centro mesmo da questão gira mais na relação indivíduo-sociedade do que no "comportamento humano". Não acha?
Permalink Responder até Bárbara Skaba em 22 dezembro 2010 at 8:55
Acredito que, basicamente, a História Regional tem uma determinada região como objeto de estudo em si. Já a Micro-História parte desse fragmento, uma região ou localidade, para entender algum aspecto da sociedade (usando a metáfora de José D’ Assunção Barros, estuda uma gora para entender algum aspecto do oceano). Além disso, a Micro-História não parte, necessariamente, de uma região; pode ser a partir de um personagem (em geral, "anônimo", como Ginzburg faz em O queijo e os vermes), uma prática social etc.
Jefferson:
Grande e esclarecedor artigo do prof. José d´Assunção Barros. Deve ser utilizado em salas de aula.
Uma grande contribuição.
Eliana
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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