Provas de múltipla escolha são boas avaliações na área de história?

É possível dizer que as provas de múltipla escolha, também chamadas de "objetivas", cumprem bem o seu papel de avaliar os conteúdos históricos dos alunos?

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É "politicamente incorreto" achar que questões objetivas possam ser úteis de alguma forma no processo de avaliação. A despeito disto, concordo com a Tattiana, com a Izabela e com o Eduardo.
Concordo com a Izabela Cristina de Melo Santos. Porém acho esse meio de avaliação falho, pois pode levar os alunos a caírem no vicio de decorar questões, ou mesmo optarem pelo velho chute.
Tenho a plena convicção que não. Creio que as quetões objetivas limitam a capacidade de pensamento do aluno. Isso reflete no cotidiano na falta de discernimento de situações conflitantes, por exemplo.

Não acredito que a melhor forma de avaliação do conhecimento em História sejam as questões de multipla escolha . São reducionistas e limitam a capacidade de aprendizado do aluno  e articulação deste  com o conehcimento obtido. A História sem porques não tem graça !!!!  Mas outro problema insere-se nesta temática : Nós , enquanto professores , em concursos , somos avaliados também  em provas de multipla escolha . Na maioria das vezes , não são questões , e sim "pegadinhas" . A finalidade do avaliador é num menor espaço de tempo, "liberar" os aprovados. Imagine... Ler 2000 , 3000 provas ....  

Então , nos tornamos "escravos" do sistema avaliativo de multipla escolha  . O aluno , para  questões do ENEM ,  vestibulares  e concursos , também será alvo das famigeradas avaliações. Então , nas salas de aula , quando conseguimos finalizar satisfatoriamente um programa , viramos "comentaristas " de questões de multipla escolha , no intuito ( e com  a consciencia ) que  estamos "preparando " o aluno para todas as possibilidades ....

Repetimos aquilo que o sistema quer que repitamos . E , neste ponto , percebemos  o quanto Paulo Freire ainda é atual ..... Educação bancária .... é este tipo de educação  que a multipla escolhe representa ...

Bom , como não podemos tomar Paris novamente ( hehehehe) , acredito que pelo menos poderiamos combinar a multipla escolha com o comentário sobre a questão , ou , o porquê da não escolha .... Enfim , reducionismo não combina com a  História .  

Acredito que a prova de múltipla escolha em si, não traga muita contribuição para a aprendizagem, uma vez que limita a capacidade de raciocínio do aluno. O melhor caminho, seria utilizar formas de avaliação que conciliem vários tipos de questionamentos como, questões objetivas e subjetivas. Nunca esquecendo que essa é apenas uma dentre as várias possibilidades de avaliação.
Thiago, simples e boa sua opinião. Acho que é por aí.
Depende da elaboração. Uma sequencia de questões "objetivas" que se correlacionem, exigirá um raciocínio o qual possibilitará uma construção bem elaborada de um texto que deve ainda estar no término da avaliação: um fecho sobre as questões. Abs.

A prova objetiva(multipla escolha), na linha de História é muito bem aproveitavel, devido remeter o educando a analisar as demais questões e buscar pela explicação do professor em sala de aula, bem como o seu entendimento sobre o determinado assunto em questão.

Em parte sim, por que alguns alunos assimilam bem os conteúdos aplicados em sala de aula, porém tem dificuldade em se expressar e só o tempo com a prática o tornará apto. Ao meu ver, as provas deveriam ser avaliadas com 50% de provas objetivas e 50% de discursivas e por experiência supre as minhas necessidade de avaliação.

É uma aberração na verdade. Não prova nada. Concordo com tudo que meus colegas muito bem já expuseram.

Mesmo porque as avaliações de múltipla escolha só servem para encobertar a falência do nosso sistema educativo: a maioria não sabe ler nem escrever corretamente. São analfabetos funcionais.

Com uma provinha de múltipla escolha fica fácil fazer aquela estorinha do "governo finge que me paga, eu finjo que estou ensinando e o aluno finge que está aprendendo." Aqui em MINAS GERAIS a dupla dinâmica Aécio/Anastásia (não, não é Batmam e Robin!) adora fazer números. Não reprova ninguém, mas também não educa...

Marcelo, realmente não prova nada. Gostaria que, se possível, você sintetizasse este sistema de aprovação de Minas Gerais, que já ouvi falar.
Funciona da seguinte forma: a inspetora de ensino visita tua escola e diz que ninguém pode ser reprovado, a escola

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