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Permalink Responder até Ana Maria Rhodes da Silveira em 10 julho 2011 at 19:35
Permalink Responder até Leandro Nascimento Vieira em 4 julho 2011 at 9:23
Permalink Responder até ANDERSON PEÇANHA DO NASCIMENTO em 4 julho 2011 at 10:17
Não acredito que a melhor forma de avaliação do conhecimento em História sejam as questões de multipla escolha . São reducionistas e limitam a capacidade de aprendizado do aluno e articulação deste com o conehcimento obtido. A História sem porques não tem graça !!!! Mas outro problema insere-se nesta temática : Nós , enquanto professores , em concursos , somos avaliados também em provas de multipla escolha . Na maioria das vezes , não são questões , e sim "pegadinhas" . A finalidade do avaliador é num menor espaço de tempo, "liberar" os aprovados. Imagine... Ler 2000 , 3000 provas ....
Então , nos tornamos "escravos" do sistema avaliativo de multipla escolha . O aluno , para questões do ENEM , vestibulares e concursos , também será alvo das famigeradas avaliações. Então , nas salas de aula , quando conseguimos finalizar satisfatoriamente um programa , viramos "comentaristas " de questões de multipla escolha , no intuito ( e com a consciencia ) que estamos "preparando " o aluno para todas as possibilidades ....
Repetimos aquilo que o sistema quer que repitamos . E , neste ponto , percebemos o quanto Paulo Freire ainda é atual ..... Educação bancária .... é este tipo de educação que a multipla escolhe representa ...
Bom , como não podemos tomar Paris novamente ( hehehehe) , acredito que pelo menos poderiamos combinar a multipla escolha com o comentário sobre a questão , ou , o porquê da não escolha .... Enfim , reducionismo não combina com a História .
Permalink Responder até thiago de jesus araujo cruz em 4 julho 2011 at 10:51
A prova objetiva(multipla escolha), na linha de História é muito bem aproveitavel, devido remeter o educando a analisar as demais questões e buscar pela explicação do professor em sala de aula, bem como o seu entendimento sobre o determinado assunto em questão.
Permalink Responder até Marcelo Caldeira de Oliveira em 4 julho 2011 at 13:36
É uma aberração na verdade. Não prova nada. Concordo com tudo que meus colegas muito bem já expuseram.
Mesmo porque as avaliações de múltipla escolha só servem para encobertar a falência do nosso sistema educativo: a maioria não sabe ler nem escrever corretamente. São analfabetos funcionais.
Com uma provinha de múltipla escolha fica fácil fazer aquela estorinha do "governo finge que me paga, eu finjo que estou ensinando e o aluno finge que está aprendendo." Aqui em MINAS GERAIS a dupla dinâmica Aécio/Anastásia (não, não é Batmam e Robin!) adora fazer números. Não reprova ninguém, mas também não educa...
Permalink Responder até Marcelo Caldeira de Oliveira em 17 agosto 2011 at 20:42
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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