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Permalink Responder até Eliphas bruno de m. rodrigues em 3 julho 2011 at 19:57
Permalink Responder até Lisliane dos Santos Cardôzo em 3 julho 2011 at 20:00
Permalink Responder até Pedro E. Freitas em 4 julho 2011 at 8:58
Não tem o botão ode curtir do Facebook, mas eu curti sua colocação. E coloco mais, a avaliação tradicional é, na maioria das vezes, uma ferramenta de poder que serve mais para controlar o aluno do que descobrir se ele aprendeu ou não. A avaliação, desse tipo, entra no esquema "Eu ensino, você aprende. Pronto". Como se o ensino estivesse deslocado da aprendizagem. Se eu ensino, e vc não aprende, eu não ensinei, por isso como posso atribuir uma nota te avaliando, eu, no máximo, poderia me atribuir uma nota: "po meu aluno fez a prova e 'tirou' 5. Nossa eu estou muito mal". Não que toda a responsabilidade seja do professor (mas isso é outra história).
Permalink Responder até Joziane Maria Cordeiro em 5 julho 2011 at 11:32
Legal! Concordo!
Hoje as práticas pedagógicas tende a serem mais contextualizadas, neste intervem os professores buscam métodos de avaliar o estudante de forma a não "assusta-lo" com provas torturantes. A disciplina é apaixonante para aguns e terror para outros. No momento de trasmissão do conhecimento em sala de aula, bem como nas avaliações temos que visualisar formas de atrair o estudante para nosso mundo e mostra-lo a verdade relativa do conhecimento histórico.
Permalink Responder até Alberto Moby em 3 julho 2011 at 22:58
Permalink Responder até Vinícius de Carvalho Campos em 4 julho 2011 at 0:19
Permalink Responder até Tattiana Tessye em 4 julho 2011 at 7:49
Permalink Responder até Izabela Cristina de Melo Santos em 4 julho 2011 at 8:33
Permalink Responder até EDUARDO NUNES DE ANDRADE em 4 julho 2011 at 18:19
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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