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Permalink Responder até João Lima em 25 outubro 2010 at 10:27
Permalink Responder até Bruno Leal em 20 novembro 2010 at 11:13
Permalink Responder até João Lima em 21 novembro 2010 at 17:27
Permalink Responder até João Lima em 4 janeiro 2011 at 17:21
Permalink Responder até silvana barbosa moura fagundes em 5 agosto 2012 at 8:45
Há muita História nesta Proclamação.Para começo de conversa, foi uma Proclamaçao atípica, sem motins , barricadas ou prisões dos membros da realeza.
Esta situação dita atípica é o fio da meada para uma investigação sobre o II Reinado e o comportameto de Dom Pedro II, fato que certamente explicará a ausência da resistência por parte dos membros da realeza e as ações de Deodoro da Fonseca, Conde D"eu, Rui Barbosa, Princesa Isabel e o povo, dividido entre ex escravos,pobres desinformados , partidários do positivismo e oligarquias.
Leia "O Príncipe Maldito", da Mary Del Priore e "Os Bestializados da República", do José Murilo de Carvalho.Você se surpreenderá.
Abraços
Permalink Responder até Brancaleone em 5 agosto 2012 at 19:18
Boris Fausto cita que foi feito um acordão, um acerto entre D Pedro II e os republicanos.
D Pedro poderia sair com seus pertences monetários e patrimoniais, assim como a elite monarquista. Literalmente deram uma anistia aos monarquistas que, com os baús repletos de rico dinheirinho (retirados dos cofres do império é claro...) e suas propriedades preservadas, não estavam nem aí em arriscarem-se em lutas de resistência.
Permalink Responder até Telmo Gaertner Victoria em 7 agosto 2012 at 17:17
Telmo: por que você diz que com a abolição, D. Pedro ficaria "sem governabilidade" ? Considerando que apenas um senador e 9 deputados votaram contra a lei no parlamento imperial (versus 83 deputados que votaram a favor), parece evidente que a oposição política à abolição era inexpressiva, mesmo porque a escravidão já era na época uma instituição em vias de extinção. De fato, em 1888, os escravos já eram apenas 5 % da população brasileira versus 30 % em 1822.
Como eu disse antes, na minha opinião não foi a insatisfação com a abolição que levou as elites rurais a abraçarem a república, mas sim a insatisfação mais geral com a constituição imperial em si, em particular com o caráter centralizado (unitário) do Império e com o exercício ativo e discricionário do poder moderador pelo imperador.
A conclusão (especulativa) que se tira desse argumento é que a monarquia brasileira teria tido uma chance muito maior de sobreviver se, junto com a abolição, tivesse conseguido se autorreformar na direção por exemplo da constituição australiana de 1900, i.e. federativa, com sufrágio universal e voto secreto (incluindo um Senado eleito com mandato fixo) e com um gabinete de ministros dependendo exclusivamente da confiança da Câmara e não mais do monarca que, à moda inglesa, passaria a exercer as prerrogativas do "poder moderador" exclusivamente a conselho do ministério e do primeiro-ministro em particular.
Permalink Responder até Telmo Gaertner Victoria em 8 agosto 2012 at 6:01
Olá Marcelo o fato da abolição derrubou um dos pilares de sustentação economica e politica do império que era o apoio dos cafeicultores que depois da abolição obviamente se retiraram
Permalink Responder até Maria Martins em 8 agosto 2012 at 12:38
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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