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Me parece que você não propôs uma discussão. Sua frase parece mais uma afirmativa, partindo de pressuposto generalizante. Vejo bons professores, com interesse em transmitir tanto conteúdo quanto parâmetros éticos da profissão.
Talvez o problema do Ensino de História a que você está se referindo possa melhor discutido, mas não concordo que partindo de pré-concepções possamos avançar.
Não há como negar tal afirmação. Sou professor de Hitória há 26 anos. Já passei por diversos governos e, nenhuma
perspectiva de compromisso com a educação pública , pude observar nos tecnocratas da educação. Entretanto,creio
que o ensino da História deve ser feito com paixão; com compromisso com a verdade dos fatos ; com pesquisa
científica ; com estímulo aos estudantes, para conscientizá - los de que são os agentes transformadores da socie
dade em que vivem e atuam. Chega de livros didáticos decorebas ! Chega de contar história ! Façamos a
História acontecer !
Ah ! com relação aos professores descompromissados com o ensino da História ?
Coitados ! Não conhecem sua própria História . Como podem ensinar outras Histórias ?
Permalink Responder até luiz carlos silva em 19 agosto 2011 at 7:24
Permalink Responder até Karina Camargo Lima em 15 agosto 2011 at 13:50
Não concordo nem um pouco. Não vejo problema para discussão. Todos os professores são compromissados porém o que ocorre é que infelizmente os professores atuais saem da universidade realmente sem um pouco de perspectiva e não buscam um melhor aprimoramento da matéria, se apegando conforme afirma Sebastião Ferreira do Nascimento, aos
livros didáticos decorebas. Lá se foi o tempo de Borges Hermidas, Galantes e outros. Amém
OLHA RODOLFO, VC ESTÁ CERTÍSIMO E PARECE ESTAR EM EXTINÇAO..... O DESINTERESSE NAO PARTE SÓ DOS ALUNOS, MAS A FALTA DE INCETIVO DO PROFESSOR AO DIZER POR EXEMPLO Q TUDO É HISTÓRIA..... EXEMPLO DO DOCINHO BRIGADEIRO (EDUARDO GOMES - CAMAPNHA DE 1945) , TAÇA "LIBERTADORES" DA AMÉRICA, A PRÓPRIA TAÇA "GUANABARA"......- POR QUE O AMERICA GANHOU UM TORNEIO DO RIO JANEIRO SEM PASSAR PELOS GRANDES TIMES DO RIO - ENTRE 1960 A 1975 - ESTADO DA GUANABARA.... FORA O PIOR DE TUDO ONDE AQUI O BURACO É MAIS EMBAIXO:- - A DESVALORIZAÇÃO POR COMPLETO DAS DATAS DURANTE O ENSINO DE HISTÓRIA - E DEPOIS RECLAMAM Q O ALUNO TIRA SARRO AO DIZER: - "AH PROFESSOR, EU NEM ERA NASCIDO NESSA ÉPOCA" ........ RÃ..... O Q DIZER ENTÃO DO PELÉ ONDE "VOCÊ" ALUNO, NAO ERA NASCIDO ATÉ MESMO NO ANO Q ELE SE APOSENTOU PROFISSIONALMENTE.........
NAO EXISTE LÍNGUA PORTUGUESA COM ERROS DE PALAVRAS,,,,,, NAO EXISTE MATEMÁTICA SEM OS CÁLCULOS...... ASSIM CMO NAO EXISTE A HISTÓRIA SEM A VALORIZAÇÃO DAS DATAS....... AFINAL 15 DE NOVEMBRO POR EXEMPLO AINDA PERMANCE COMO FERIADO NACIONAL.... AS PESSOAS DESCANSAM NESSE DIA...... MAS, QUAL O SIGNIFICADO???? ENTAO NAO É O LANCE DA HISTÓRIA TRADICIONAL EM CULTUAR ERRONEMENTE HERÓIS, QUE NA VERDADE FORMA VILÇOES COMO O "CAXIAS" MAS ASSOCIAR OS ALUNOS DAS DATAS DOS ACONTECIMENTOS!!!!!!!!!!! ABRAÇOS A TODOS KLEBER DELLA COSTA
Sou Professora de HIstória há 42 anos. Escolhi o ensino público. Escolha complexa claro. Meus colegas brasileiros, portugueses, com quem convivi e convivo ainda, eventualmente espanhóis, ingleses e gregos - encontros em trabalhos internacionais ou congressos -, não são todos aqueles com quem iniciei minha vida profissional, ainda não estão despreocupados com o ensino da história. Pelo contrário. Valorizam-no cada vez mais. A desumanização do mundo que nos cabe viver, a descaracterização das culturas nacionais em nome de um falso internacionalismo provocado pela globalização econômica são altamente motivadoras. Embora a desvalorização de um ensino exigente ( a aquisição diária de informações, sua análise constante e síntese dos acontecimentos que as provocam e dos seus resultados, atividades extremamente pesadas), seja um fato consumado. São as contradições com as quais se trabalha todos os dias. O que pode haver é um desgaste intelectual enorme. Mas despreocupação não.
O fato de haver diversos profissionais desmotivados econômicamente não significa que mesmo estes sejam despreocupados com a educação.
Despreocupados com a educação estão em outros patamares de nossa sociedade, de donos de cursos/escolas aos gestores do MEC.
É uma lógica maligna esta que coloca a culpabilidade nos ombros do docente e do estudante. Hoje somos alvo de processos caso façamos um aluno ser reprovado por inaptidão em algumas redes escolares públicas e privadas. Pais e filhos se respaldam em teorias cada vez mais "politicamente corretas" onde a reprovação torna-se um reflexo da incapacidade do professor, quando na maioria das vezes o estudante não teria condições de estar na classe onde chegou por aprovação automática.
Se há alguém que sofre com isto é o estudante, mas o professor deixou de ser agente e se tornou sujeito passivo em muitos dos casos, como é a situação no Estado do Rio de Janeiro onde o sistema educacional draconiano vem oprimindo e desestimulando a classe professoral.
Permalink Responder até Marcelo A Fernandes em 15 agosto 2011 at 15:39
É meu amigo... ( vc não é meu amigo), vc diz que " esse é um tema bastante interessante pena q nenhum profissional ou estudante quis responde-lo". Não vou perder meu tempo com um " JUIZ", pois, a sentença já foi dada.
Eu acho que vc passou ou está passando por algum trauma.
Permalink Responder até HUMBERTO DE OLIVEIRA LACERDA em 15 agosto 2011 at 16:59
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Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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