Por que muitos educadores colocam empecilhos para trabalhar o ensino da História Africana e dos afros descendentes na escola?

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Todo movimento histórico tem seu ritmo designado pela elite e atende aos seus interessses,isso está mais do que provado,mesmo quando um fato parece desfavorável a ela é porque atende a uma outra parcela da mesma.O que precisamos,nós agentes do processo de transformação da educação brasileira é em primeiro lugar tentarmos superar o "mito das três raças" que está introjectado também em nós e serviu para marginalizar o negro de oportunidades num Brasil pós-escravidão e o levou a baixa auto-estima e desconhecimento total da importância da sua participação do negro na formação do ser brasileiro ( ser libertado parecia um favor prestado pelos brancos).Acredito que um segundo passo é resgatar a identidade brasileira,ou seja, através de uma perspectiva integrada da História entrelaçar nossas ditas matrizes raciais,não será fácil após de tantos anos de negação do negro e do índio levar para a sala de aula o que nem sequer recebemos,mas que temos que primeiro nos libertar da idéia de que existem fórmulas que não atravesse o debate racial dentre os hitoriadores porque precisaremos de além de nos formarmos continuamente sobre a história africana levar conteúdos que resgatem sim o elemento negro dentro da nossa história,se não, não terá sentido algum e assistiremos para sempre esse quadro desigual,em que o que vem de baixo vem do negro e o que é maravilhoso vem dos brancos.Temos que levar negros a maior nível de elevação escolar e consciência política e histórica através dessa oportunidade dada pela lei e abranger o debate para aí sim acabar de vez com essa dicussão da desigualdade.Eu,apesar de não parecer odeio bandeiras,mas pra mim a discussão de raça no Brasil só acaba quando o censo me informar que de cada dez médicos,advogados ou outros formados pelo menos quatro negros e não ver mais negros usando camisetas escrito 100% negro.
Desculpe ter estendido a discussão para dimensão política,mas é que me parece que os entraves para o ensino da história africana no Brasil atravessa essas questões que estão no nosso dia-dia,ouseja,é difícil hoje ensinar história africana ou não existe material porque fizemos parte de um processo de negação e nos reestruturaremos ao mesmo passo que teremos que levar para sala de aula.Bom acho ótimo que se tenha aberto campos de estudo como o Bruno colocou,pois é sinal que poderemos nos aprofundar e ter aquilo que nos foi negado e vamos lá galera!
Caros Senhores,

Concordo plenamente com o que o Pedro expôs. Mas esse debate, que se insere num debate mais amplo, que é o da questão racial no Brasil, provoca sempre diversas incongruências que nós, historiadores, devemos nos esforçar para suprimir. Um bom começo é tentar evitar a panfletagem.
O caro amigo Augusto, por exemplo, foi um tanto contraditório em algumas passagens. De início, faz uma afirmação e tanto: "Todo movimento histórico tem seu ritmo ditado pela elite e atende os seus interesses." Qual é o percentual de elite? 01%? Você acha mesmo que toda a História humana vem a reboque dos interesses de uma parcela ínfima da sociedade? Você é daqueles que acham que a História só é feita pelos reis e generais? Mais à frente, afirma ser necessário superar o "mito das três raças", o qual teria servido para marginalizar o negro, embora não esclareça como. Mas, para minha surpresa, logo depois diz que devemos "entrelaçar nossas ditas matrizes raciais." Fiquei pensando: quais são nossas matrizes raciais? Aposto meu reino que o Augusto se referiu às míticas três raças.
Por último, discordo de colocações do tipo: "temos de levar os negros a maior nível de elevação escolar e consciência histórica..." Aí sim se esconde um discurso racista. Dá a entender que os negros são incapazes ou inferiores, cabendo aos brancos bem intencionados conduzí-los a um nível mais elevado de consciência. Há muitos anos dou aulas para estudantes do Ensino Fundamental e Médio, e posso afirmar com absoluta segurança que não há qualquer desnível intelectual entre alunos brancos e negros. O que afeta mesmo o desempenho escolar é a miséria e desestruturação familiar, que igualam alunos brancos e negros oriundos das áreas faveladas em que atuo.
Talvez não tenha tenha sido claro,porém o que coloco sobre a elite é que o "mito das três raças" teria atendido a elite no período pós abolição e a política Vargas,e que em outros movimentos históricos vimos o mesmo,eu acredito ter generalizado por inconformismo,não sou do tipo que acredito que toda a história foi gestada pela elite e sim que no eterno revanchismo entre classes foi a elite quem teve sua história contada como vitoriosa na maioria das vezes.Quanto a marginalização do negro no Brasil me refiro às oportunidades diferenciadas dadas nesse período,o que provocou essa desigualdade visível nos dias de hoje, sendo visível também que a população negra tem 2% nessa parcela que você cita,ou seja, não vivemos a segregação social,mas no início do século xx tínhamos o mesmo grau de instrução e profissionalização entre brancos e negros?No decorrer desse mesmo século,quando os negros podiam frequentar a escola,a carga horária dos cargos ocupados por eles permitia? Ou era a mesma que a dos brancos?Os salários e cargos oferecidos ainda hoje realmente são iguais em todo país? Estive na Bahia,onde grande parte da população é negra e vi desigualdade,brancos ocupam cargos de graduação;negros em sua maioria ocupando os cargos que chamamos de "peão".
Quando falo de entrelaçar matrizes raciais,falo justamente das três raças que nós brasileiros fomos formados sim,porque é verdade,porém quando digo superar,quero dizer que temos que abandonar a ilusão de que aqui toda essa mistura se deu tranquilamente,ou seja,de que o português ou qualquer outro europeu veio aqui achou os índios ou negros lindos, assumiram todos os seus filhos e formaram uma linda e harmoniosa família onde todos conviveram em paz.Temos que pensar nos "filhos de ninguém" formados a partir da colonizaçãoa que derivavam de estupros e da serventia de escravos,afinal não somos frutos da crença em evolucionismo do europeu?
Por último não sou racista nem embaixo d'água,não acredito em maior ou menor capacidade de um homem ou de outro,pra mim a raça existente é a humana,porém negar que o negro foi segregado durante um longo período à condição de subalterno neste país mesmo após a escravidão e que isso causou nele baixo-estima,desânimo diante das condições imposta para alcançar melhores condições de vida é impróprio.Afinal,maior parte das pessoas de classes D e E nesse país não é negra?E isso não é consequência da nossa história?Não disse em nenhum momento que brancos levariam negros à consciência histórica ou a mqaior nível escolar,quando disse "nós" me referia a professores em geral.
Caro Augusto,
Não devemos esquecer que se apenas 7 % do país é negro, como pretende que exista uma igualdade percentual entre negros e brancos quando se fala em desigualdade social?
Melhor olhar a sua volta com um pouco mais de atenção, esses que tantas vezes se dizem brancos o fazem por não se considerarem negros, mas branco é algo que eles jamais serão, tão pouco negro eles são. São apenas mestiços, assim como a maioria dos brasileiros, que por uma questão de costume definem-se brancos por terem dentro de si o racismo incutido. Mas não fique preocupado que o modismo está mudando de lado, logo os dados do IBGE irão se reverter.
Engraçado a forma com que o amigo aborda a escravidão, quem você acha que enviou esses escravos?
Às vezes tenho a impressão de que pensa que foram os europeus e pior os brasileiros que caçaram negros na África para escravizar aqui no Brasil. rs
Você não estudou ou esqueceu que os primeiros escravocratas foram os próprios Africanos?
Se não é racista por que se comporta como tal? O que ganha discriminando um branco se ele teve a sorte de conseguir um bom emprego na Bahia? Acha que na Bahia ou em qualquer outro lugar no mundo alguém deve conseguir emprego pela cor da pele e não por sua qualificação?
O que sei é que temos deficiências nas escolas públicas e precisamos de investimento do governo, mas acima de tudo precisamos de bons professores, que sob hipótese alguma ensinem a seus alunos o que está além da verdadeira história, nossos traumas, limites, baixa estimas ou complexos, devem permanecer em casa e serem superados, mesmo que por ajuda dos divãs. Na sala de aula a matéria a ser dada está nos livros. Deixe as fantasias e seus falsos heróis para os romancistas. O aprofundamento da história cabe aos pesquisadores.
A nós professores, basta passar uma mensagem clara e verdadeira para nossos alunos, a de que há em nosso país uma desigualdade estritamente social, esta deve ser combatida, e não os brancos, pardos, amarelos vermelhos e negros. As raças que o senhor gosta tanto de enfatizar não estão em crise, não nas cabeças que evoluíram, somente na cabeça de uma pequena parcela que infelizmente está sendo dominada e iludida por alguns seguimentos racistas.

Augusto Cesar da Silva:

“Temos que levar negros a maior nível de elevação escolar e consciência política e histórica através dessa oportunidade dada pela lei e abranger o debate para aí sim acabar de vez com essa dicussão da desigualdade.Eu,apesar de não parecer odeio bandeiras,mas pra mim a discussão de raça no Brasil só acaba quando o censo me informar que de cada dez médicos,advogados ou outros formados pelo menos quatro negros e não ver mais negros usando camisetas escrito 100% negro.”


Sinceramente enquanto existir pessoas que como você, acreditam que apenas uma parcela da população por ter a pele negra devem ter maiores oportunidades de estudo e emprego, o Brasil continuará assim, com essa enorme e grotesca desigualdade social.
Devemos exterminar da cabeça das pessoas essa mania de querer ser sempre melhor do que a outra, mesmo que ambas estejam em situações precárias uma delas fica feliz com o simples fato de ter 100 grs. a mais de farinha no armário. As oportunidades devem ser dadas a todos igualitariamente, não seremos nós os professores que implantaremos pensamentos separatistas e racistas em nossos alunos, nas favelas desfilam todas as cores e todas as “raças”, pois falta educação, emprego, moradia, saúde, oportunidades para todos e não apenas para os negros.

“pra mim a discussão de raça no Brasil só acaba quando o censo me informar que de cada dez médicos,advogados ou outros formados pelo menos quatro negros.”

A discussão de raça no Brasil acabará quando professores mal informados e racistas fizerem seu dever de casa, se conscientizando de que o Brasil é um país miscigenado, onde não há negro que não tenha sangue branco, tão pouco branco sem sangue negro, e passar a reivindicar direitos iguais para TODOS ao invés de manipular a mente de alunos os tornando racistas e desinformados como eles.
Caro Procópio, concordo com o amigo, por isso enfatizo que todos independente da tonalidade de pele, devem ter direito aos estudos e oportunidades de bons empregos.

Quando grifei essa frase do nosso amigo Augusto Cesar da Silva:

“pra mim a discussão de raça no Brasil só acaba quando o censo me informar que de cada dez médicos, advogados ou outros formados pelo menos quatro negros.”

O fiz por estar imensamente preocupado com o que esses professores estão ensinando a seus alunos nas salas de aula. Infelizmente não há um controle sobre essas falsas e errôneas informações. O que nos resta é minimizar o estrago tentando conscientizá-los de que devemos lutar juntos contra a desigualdade social e contra qualquer movimento separatista que esteja tentando ser implantado em nosso país que até o momento é de uma raça única, a raça brasileira.
Estimo por lhe causar alívio e mantendo-o longe dos divãs. rs
Essa sensatez que lhe impede de requerer participação na Área Indígena ou certo número de hectares nas áreas quilombolas, deveria no mínimo ser contagiosa, mas infelizmente bom senso e coerência não são vírus para serem contraídos, mas será que mau-caratismo e malandragem são? Não consigo pensar em adjetivos mais adequados para as pessoas que apóiam essas filosofias separatistas.
Acho fundamental que a lei 11645/08 seja aplicada, na íntegra, nas escolas desde tenra idade das crianças. Acho que a predominância de professores brancos e a não cobrança e fiscalização nas escolas está levando a uma certa acomodação por parte dos professores. Mas, é preciso, quando de fato aplicada, mudar o foco de estudo. Sempre se associou os negros e afro-descendentes no Brasil aos escravos o que, de certa forma, deprecia a etnia. É preciso, falar sim sobre a escravidão, mas focar bastante naquilo que o continente africano tem de precioso, como: os reinos/impérios, a cultura, a dança, a música, a resistência à escravidão, as guerras de independência, a tradição oral, as crenças e mitos, aos historiadores que cada vez mais revelam uma historiografia maravilhosa sobre África. Para que isso aconteça é preciso que os professores recebam um treinamento no sentido de passar aos alunos informações que valorizem o seu continente de origem. Para isso, óbvio, é preciso que eles saibam mais sobre a História da África. É um material muito rico e há muita literatura que aborda esse enorme tema. Eu estou fazendo pós graduação de África e pretendo me dedicar à esse tipo de orientação para que um dia eu veja uma criança negra sair de sala de aula sentindo orgulho da cor da sua pele. Acredito que esse é um dos caminhos para a verdadeira inclusão social, acrescentando ainda que todos os brasileiros têm uma matriz africana. Esse é um trabalho que precisa ser feito ontem. Vamos colocar mãos na massa...
“predominância de professores brancos”

Cara Suely, que coisa mais primitiva, fala como se vivesse em um país racista, e se assim o fosse cadê liberdade para falar tanta asneira?

“Sempre se associou os negros e afro-descendentes no Brasil aos escravos o que, de certa forma, deprecia a etnia.”

A quem esperava que estivessem relacionados os brasileiros se não escravos, índios e europeus?
O que tem de depreciador na mistura das raças? Acaso acha que somos inferiores por não sermos uma raça pura? Tem vergonha de ter a pele preta, branca, vermelha e amarelada? Tem vergonha de ser uma unificação de várias raças, e sendo assim vergonha de ser brasileira?

“É preciso, falar sim sobre a escravidão, mas focar bastante naquilo que o continente africano tem de precioso, como: os reinos/impérios, a cultura, a dança, a música, a resistência à escravidão, as guerras de independência, a tradição oral, as crenças e mitos, aos historiadores que cada vez mais revelam uma historiografia maravilhosa sobre África.”

O que tem de especial e diferente no continente Africano que não tenha em outros, acaso não temos uma bela literatura, não lutamos pela independência, não temos fatos importantes e conquistas suficientes para nos orgulharmos?


“passar aos alunos informações que valorizem o seu continente de origem”

Uma correção: NOSSOS continentes de origens.

“Eu estou fazendo pós graduação de África e pretendo me dedicar à esse tipo de orientação para que um dia eu veja uma criança negra sair de sala de aula sentindo orgulho da cor da sua pele.”

É uma pena não termos um controle maior sobre o que se aprende e ensina nas universidades, quem sabe impediríamos que eternos “alunos,” já se formassem na intenção de promover movimentos separatistas, racistas e o que é pior, com um diploma na mão e um vazio na mente.

“Acredito que esse é um dos caminhos para a verdadeira inclusão social, acrescentando ainda que todos os brasileiros têm uma matriz africana.”

O que chama de verdadeira inclusão social? Separar a sociedade em “guetos”? Sou negro por parte de avo paterno, índio por parte de avó paterna, mameluco por parte de avo materno, branco por parte de avó materna, etc. Onde a senhorita pretende me encaixar? rs
Não se de ao trabalho de responder, assim como o Procópio eu não tenho dúvidas que minha raça é brasileira.

“todos os brasileiros têm uma matriz africana.”

Sim, todo brasileiro tem uma matriz africana e européia, gerada no útero das nossas índias.
Querida Suely sinto muito, mas você faz parte de uma parcela que necessita urgentemente do tal divã, quem sabe um tour pela África lhe esclareça um pouco mais as idéias que me parecem confusas e imaturas.
Foi bom para o Milton será bom para você.
Me parece tão insatisfeita com o Brasil que posso sugerir uma mudança para África, afinal não é lá o seu continente de origem?
Hoje estamos lutando por uma melhor condição econômica e precisamos de toda a atenção possível para esse fato, devemos nos unir para abolir de vez a DIFERENÇA SOCIAL.
Vamos estudar, conhecer, entender para quebrar paradigmas... pois nem tudo é o que parece ser e nem tudo é tão simples assim.
Falta-nos toda a sorte de conhecimentos e para muitos ainda educação.

Neste site da UFBA há downloads disponíveis sobre história e cultura africana e afro-brasileira.

http://www.ceao.ufba.br/2007/livrosvideos.php
Sem dúvida, a enquete da Guio foi muito bem colocada neste espaço. Primeiro porque , de maneira singela e lendo as respostas, podemos perceber o quanto a discusão, mesmo de forma transversal, levanta diversas visões, razões e mesmo sentimentos. Surgem os panfletários, os adeptos da defesa racial panafricanista de Du Bois e Nkrumah, aqueles que preferem achar que o caminho é simples e pacífico para se chegar a um n ível mínimo de abordagem séria do assunto em salas de aula. Particularmente não creio que consewguiremos atingir nossos aluos sem termos de enfrentar suas visões preconceituosas, arraigadas até os ossos, e duramente trabalharmos isto da melhor maneira possível. Entretanto acho, que a obrigatoriedade do ensino da História da África surge como um passo de imensa import|ância, garantindo, pelo menos, respeitando-se os níveis, a arena para o debate e a discução, aspectos que, espero sinceramente, sejam mais EDUCACIONAIS no sentido amplo da palavra, do que políticos ou panfletários. Parabéns pela iniciativa e pela participção de todos em um tema tão importante. Abraço.
Sem dúvida, a enquete da Guio foi muito bem colocada neste espaço. Primeiro porque , de maneira singela e lendo as respostas, podemos perceber o quanto a discusão, mesmo de forma transversal, levanta diversas visões, razões e mesmo sentimentos. Surgem os panfletários, os adeptos da defesa racial panafricanista de Du Bois e Nkrumah; aqueles que preferem achar que o caminho é simples e pacífico para se chegar a um n ível mínimo de abordagem séria do assunto em salas de aula e aqueles que nada pensam ou simplsmente prteferem se omitir para ver que direção tomar. Particularmente não creio que conseguiremos atingir nossos aluos sem termos de enfrentar suas visões preconceituosas, arraigadas até os ossos, e duramente trabalharmos isto da melhor maneira possível. Entretanto acho, que a obrigatoriedade do ensino da História da África surge como um passo de imensa importância, garantindo, ao menos e, obviamnte, respeitando-se os níveis, a arena para o debate e a discução, aspectos que, espero sinceramente, sejam mais EDUCACIONAIS no sentido amplo da palavra, do que políticos ou panfletários. Parabéns pela iniciativa e pela participção de todos em um tema tão importante. Abraço.
Guio, acredito que são vário os motivos que impedem os educadores;primeiro não se estudava história da África até bem pouco tempo, sendo assim a nossa produção didática ainda hoje trás uma visão do colonizador, os professores ainda fazem seu planejamento pelos índices dos livros didáticos e como os livros não trazem história da África os professores não incluem no seu polano de aula. Acredito que a figura do professor é fundamental, então os cursos de graduação precisampreparar melhor para o ensino de história da África, as pessoa ficam querendo que promeiro sae faça uma reforma curricular, tudo bem, é necessário sempre se está atualizando. Mas faço uma pergunta baseada na minha própria experiênciia>Quem está a impedir que o professor enclua no planejamento história da África?Pelo que me consta ninguém nunca proibiu de fazê-lo, sou professora de escola pública ejá fui durante muito tempo da particular e nunca disseram-me não podia incluir história da África ou outra que eu achasse que devia.Por enquanto é isso.

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