Penso que são pouquissímos os profissionais de História que postam comentários no Café. Geralmente temos muito fundamentalismo, que não é só o religioso, nos comentários e, também muito senso-comum e quase nenhum debate historiográfico. Notei que muitos estão arraigados em seus preconceitos que quando se sentem acuados com o debate fecham-se em si .
Então, como atrai mais historiadores profissionais?
Vencer velhas concepções históricas?
Superar o fundamentalismo?
E conhecer mais bibliografias para engradecer o blog?
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Permalink Responder até Rogério Fernandes da Silva em 14 dezembro 2011 at 13:14
Desculpe-me, coloquei a discussão no tópico errado. Pura falta de atenção.
Permalink Responder até Ludmila Pena Fuzzi em 14 dezembro 2011 at 19:23
Interessante colocação Rogério.
Eu confesso quando entre eu ainda tinha dificuldade em argumentar, pois estava me formando, e tinha medo de postar bobeira e com o tempo percebi que postar aqui é aprender e melhorar o vocabulário....todos deviam ver a importância disto...sempre então comecei a participar das áreas que podia argumentar, como tenho feito atualmente...mas infelizmente também vejo muito preconceito e criticas que deixam de ser construtivas e passam a ser ofendidas...o que não se compreende! É que jamais um historiador poderá ter a mesma opinião do outro e um debate sadio é natural, porém com ofensas e posicionamento politico e religioso complica muito ai o aprendizado passa a ser apenas um momento de ser ofendido! Porém isso não totalmente o caso, tem muita gente boa aqui, inclusive estudantes de ensino médio que demonstram seus conhecimentos, afinal cada um tem seu limite acadêmico, de vida e experiência e juntos podemos tornar cada vez a rede mais forte para crescermos e divulgarmos nossa profissão....
Permalink Responder até Ivan Fonseca Alves Ferreira em 15 dezembro 2011 at 2:02
Estou de total acordo com a colega Ludmila. Sou graduando e me sinto acanhado ao postar devido ao tratamento dado por alguns membros a respostas discordante as destes. O espaço de aprendizado e debate acaba virando uma baderna e pista de farrapos irônicos.
Os já mencionados postadores de teorias conspiratórias são incômodos também.
Abraços!
Permalink Responder até Aline Nunes Rafero Gonçalves em 10 janeiro 2012 at 10:29
Olá Rogério, estive um pouco afastada por falta de tempo mesmo, retomei às minhas atividades recentemente, sou professora pós graduada em história social e cultural do Brasil. Muitas vezes somos obrigados a calar porque a ética profissional fala muito mais alto. Em primeiro temos que ter muito cuidado, saber selecionar assuntos que realmente serão entendido por todos, temos uma legião de seguidores, em sua maioria estudantes do ensino médio e superior que buscam respostas para suas pesquisas acadêmico científicas, trocamos experiências uns com ou outros, aplicamos métodos e práticas indicadas por outros colegas, ou seja, nós profissionais da área trocamos experiências através desta rede, o Bruno Leal fez uma colocação bastante importante quando ele diz: -"O Café História é uma comunidade de prática, sobretudo para professores. Os grupos de estudos funcionam muito bem por aqui. Na minha opinião, é dentro destes grupos onde ocorrem os melhores debates do Café História. Provavelmente, porque nos grupos de estudos estão concentrados especialistas". Eu assino em baixo!
abraços.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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