Permalink Responder até Reinaldo Martins Siqueira em 5 fevereiro 2010 at 23:38
Permalink Responder até RICARDO ROCHA AGUIEIRAS em 6 fevereiro 2010 at 7:00
Permalink Responder até Bruno Leal em 1 abril 2012 at 10:17
Thays, há muita gente ainda na ativa, por parte dos militares.
De qualquer forma, isso começa a mudar agora com o debate da "Comissão da Verdade". A tensão neste 30 de março de 2012 deixa claro que as coisas começam finalmente a mudar.
Permalink Responder até Eliabe Santana em 12 abril 2012 at 9:17
Olá Bruno! Com todo respeito ao seu comentário, eu acho que essa comissão da verdade é uma farsa pra acabar com a pressão de um grupo de historiadores e sociólogos europeus que a anos cobram certos fatos que não foram explicados nesse regime um deles a morte de Herzog.
A verdade é que tem muita gente grande envolvida nessa história e o que vai acontecer é arranjar um "bode expiatório" pra por a culpa.
É estranho como, com o fim da tv tupi,houve um crescimento ascentuoso da rede globo de televisão a ponto de, até os dias atuais,se torná como "rede de televisão oficial do Brasil" controlando, assim, até mesmo os conteúdos das demais redes.Paz e bem
Permalink Responder até Bruno Leal em 30 maio 2012 at 10:05
Entendi, Eliabe.
Obrigado por participar do debate.
Mas você realmente acredita que tantas pessoas assim (entre elas, a presidente do país, e pessoas notáveis e sérias que integram a Comissão) se reuniram para participar de uma farsa em rede nacional? Acredito que podemos até questionar se a Comissão está seguindo as melhores diretrizes possíveis ou se ele efetivamente vai poder punir os crimes durante a ditadura. Mas simplesmente chamar de "farsa"...não sei. Poderíamos cair em um reducionismo que não discute questões mais nobres envolvendo a Comissão. Particularmente, parace meio clichê. Enfim, é o que me parece. O legal seria que todos participassem do fórum. Vamos ver o que os demais colegas acham também. Abração!
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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