AO MEU VER ESSA POSIÇÃO É VISTA COMO UMA QUESTÃO PRECOCEITUOSA, POR AQULES QUE NÃO TINHAM INTERESSE EM DIVULGAR OS AVANÇOS DESSA DATA. COMO O DESENVOLVIMENTO DA CULTURA, E O PAPEL DA IGREJA COMO UM GRANDE PODER, TANTO NA QUESTÃO FEUDAL COMO NO CAMPO INTELECTUAL.
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Permalink Responder até Roberta Forster em 26 outubro 2011 at 10:01
Permalink Responder até Bruno Leal em 26 outubro 2011 at 10:09
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 26 outubro 2011 at 14:48
Permalink Responder até Letícia Dias em 27 outubro 2011 at 22:22
Concordo plenamente!Ela foi umas das épocas culturalmente mais ricas!E acho que foi considerada a era das trevas por causas das discussões em torno da religião, uma polorização!Mas acho errado essa denominação ''Idade das Trevas''.
Permalink Responder até Márcio Almeida em 26 dezembro 2011 at 12:48
Esta terminologia foi cunhada pelos pensadores ditos renascentistas, entretanto é uma época rica intelectualmente falando e claro que aqueles que defendiam aquilo que julgavam moderno não iria render homenagens a aquilo que eles consideravam como arcaico, tem um excelente livro, que estou lendo inclusive, uma longa idade média do celebradíssimo Jacques Le Goff, ele dar uma boa clareada nestes conceitos, ou seja, idade das trevas ou quem sabe de luzes antecipadas.
Permalink Responder até Bruno Leal em 19 janeiro 2012 at 18:20
O Márcio foi perfeito. É isso mesmo. Esse mito foi já desmontado por vários historiadores. Faz tempo. Já chegou até mesmo aos materiais didáticos. Uma pena que esse clichê injusto continue existindo.
Permalink Responder até Francisco Diogo Jorge Aguiar em 11 março 2012 at 17:57
Os pensadores do renascimento sem sombra de duvidas cunharam esta terminologia. No entanto eles o fizeram a serviço das novas estruturas econômicas sedentas de afirmação ante uma sociedade feudal falida, mas ainda rica de títulos, prestigio e privilégios. Assim era preciso ridicularizar tudo que era próprio do feudalismo e exaltar aquilo que covinha a estrutura econômica então vigente. A obra Dom Quixote de La Mancha, do espanhol Miguel de Cervantes, dentre outras coisas, cumpre essa função de ridicularizar o homem medievo.
www.ebooksbrasil.org/adobeebook/quixote2.pdf
www.ebooksbrasil.org/adobeebook/quixote1.pdf
Permalink Responder até J. Sebasthyan Silva Espinheira em 11 março 2012 at 20:57
Entendo que o termo "Idade das Trevas" não corresponde a verdade. Muito se produziu naquele período. Porém, o envolvimento da Igreja foi um prejuízo social, intelectual e, o pior de tudo "sujou" o caráter de Deus. Ele foi muito mal representado por ela. Por isso, a laicidade do Estado pode ser considerado um grande avanço para qualquer civilização..
Permalink Responder até Mara Rosângela Dias dos Santos em 15 março 2012 at 23:15
O fato é que na Idade Média, o cristianismo foi apresentado em forma de política e não como simples religião, sendo que as leis impostas pela Igreja, eram aplicadas com o fim de satisfazer as vontades do clero e da nobreza, e ampliar seus previlégios diante da sociedade.
Permalink Responder até Patricia Abilio em 15 agosto 2012 at 13:58
Evidentemente o conceito "Idade das trevas" é extremamente pejorativo..
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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