Pergunto - lhes, como atrair outros leitores que não os especificos da academia, sem que caia no ilusionismo ou generalizações perniciosas da história( quando nao acriticas) sem ser maçante?

Recentemente, não que isso não tenha acontecido antes, percebe se um movimento unissono de profissionais de outras áreas escrevendo (ou falaciando ) sobre História. Sem preocupacção com a reflexão e analise crítica tanto das fontes quanto dos fatos em si. O fato é que tem atraido muitos leitores leigos ou não, formando portanto opiniões e disseminando uma verdadeira fragmentação do devir histórico, tornando a historiografia um tanto quanto supérflua ou irrelevante.


Eduardo Bueno - Brasil é uma historia, Laurentino gomes = 1808 e 1822, Leandro Narloche - guia politicamente incorreto da história do Brasil, entre outros. Tais profissionais, ja são estigmatizados inclusive como historiadores. O que fazer entao, diante de tais circustancias: seus livros lideram as listas dos mais vendidos e alguns ainda disseminam informações na midia acerca de temas da história, sem formação alguma na área. Pergunto - lhes, como atrair outros leitores que não os especificos da academia, sem que caia no ilusionismo ou generalizações perniciosas da história( quando nao acriticas) mormente, nao incorrer numa leitura maçante?

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Respostas a este tópico

Talvez a forma de nos posicionarmos frente às fontes seja uma das causas do problema.
É típico de nossa disciplina levar a documentação como fato em si, e não referente a uma verdade a ela exterior. Talvez para o grande público isso soe como inconclusivo. No final das contas, os leitores não especializados parecem querer trabalhos nas formas de um romance que se pretenda unívoco.

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

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