Pra quê serve a História? Pergunta comum dentro de uma sala de aula enquanto um professor extenuado tenta dar continuidade a mais uma aula... Eu mesma já fiz a irônica indagação e hoje me vejo estudando para ser historiadora. Acho que sem a produção histórica seríamos como um alguém que sofre de amnésia profunda, como uma sociedade sem identidade, que não sabe como chegou a ser o que é, muito menos o que pode vir a ser. História é memória, reflexão sobre esta memória e criação de novas memórias...

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Respostas a este tópico

Sara, acrescentando a sua escrita, complemento que o presente nada mais é do que uma consequência do passado.
Exatamente Sara. Este seria o primeiro passo para mostrar aos alunos a importância da História em suas vidas, onde conhecer o passado significa entender e modificar o presente.
olá,

Que pergunta complicada!
Normalmente existe o discurso seguinte: "estudando o passado, se compreende o presente e traça caminhos para o futuro".
Que lindo não é??
isso foi aplicado nas sociais democracias pelas classes dirigentes e todos sabemos o que aconteceu!

acredito que a história não é nada mais do que a troca de experiência humana e a busca incessante pelas compreensão do mundo, pela tentativa de entender o tempo que não nos é mais intimo.
É o dar forma a algo completamente desforme, dar lógica ao completo caos e é o ressuscitar pela linguagem.

eu acho que é isso,
que coisa né?
depois dizem por aí que a matemática que é difícil!


até mais
Gostei! Se juntarmos a sua definição, a minha e a da Marlucia fazemos uma poesia... Concordo com você. estudar e compreender História é muito mais difícil do que parece, justamente por sua flexibilidade, que abre espaço a inúmeras e cada vez mais ousadas questões e revisões do que já se sabe ou pensa-se saber.

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Sobrevivente

Chega aos cinemas o filme islandês "Sobrevivente", de Baltasar Kormákur. 

Sinopse: Durante o inverno de 1984, um barco pesqueiro naufraga no Atlântico Norte, nas proximidades da Islândia. Os tripulantes tentam sobreviver, mas as águas geladas impedem que essa tarefa seja facilmente concluída, restando apenas Gulli (Ólafur Darri Ólafsson), um homem bom, de fé, querido por todos, e com uma vontade de viver inacreditável. Após nadar por cerca de seis horas e enfrentar vários percalços, ele consegue contato com a civilização. Após a incrível experiência vivida, Gulli terá ainda que viver com a dor da perda dos amigos e, pior, a incredulidade de todos, que não entendem ele ter sobrevivido a uma situação tão extrema e insistem em fazer testes para saber como isso pode ter acontecido. Baseado em fatos reais.

documento histórico

Guerra do Paraguai: Prédios paraguaios após a Guerra do Paraguai s.l., [186-]. Arquivo Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão. Fonte: Arquivo Nacional

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