Tags: cristianismo, evangelhos, religião
As respostas para este tópico estão encerradas.
Rainha kkkkkk, nem do bordéu.
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 4 maio 2012 at 7:37
Permalink Responder até ADILSON BENEVIDES em 4 maio 2012 at 8:05
Silvaniza,
Lúcido, seu comentário, nada a acrescentar...abraço.
Cara Silvaniza
Você se mostra mais uma crente em defesa da fé. Atos não vale nada como factual. De qualquer forma, obrigado pela sua perticipação.
Aos insatisfeitos
Muitos entram aqui buscando um reduto da sua fé. Não foi essa aminha intenção ao abrir este fórum. Meu propósito não é a polêmica, como alguns se pensando mais sérios chegam a me censurar, sim descobrir a verdade a respeito da hsitória do cristianismo. Estou certo de que o objetivo do administrador do Café História é facilitar o contato entre os interessados no assunto (história) para enriquecer suas pesquisas e trocar idéias. Aqui existem outros fóruns, inclusive religiosos, nos quais os insatisfeitos com os meus argumentos críticos podem se sentir mais à vontade. Quem não gosta de ser contrariado que fique quieto no seu cantinho.
Permalink Responder até ADILSON BENEVIDES em 4 maio 2012 at 9:02
História é provas, fatos, e aqui já demonstrei seu subjetivismo e falsa interpretação dos escritos de Historiadores sérios. Aqui é fórum, se não estou enganado. Os contrários não tem lugar? Os questionadores não tem espaço? A inquisição já passou meu caro. A coisa não é tão simples como vc propõe...rs.
Você é mesmo um cara escroto. Como cristão e teólogo não perde o hábito de distorcer os fatos. Quem se demonstrou incomodado foi o Emmanuel. Para mim, está perfeito!
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 4 maio 2012 at 13:21
Claro que fico um pouco incomodado, Ivani, porque pensei que estávamos aqui para discutir história e, ao invés disso, o que está havendo agora é um vem e vai sobre o valor... da teologia, que deveria ter ficado do lado de fora, seja ela rainha ou prostituta. Não estou culpando ninguém; é uma pena, mas é o que costuma acontecer.
Voltemos às suas hipóteses, então. Temos de um lado os gregos, com uma cultura avançada e difundida, e de outro os galileus, pobres, revoltados e messiânicos. E do terceiro lado os judeus, um grupo culto e protegido pelos romanos que dominavam todos os três. Se entendi certo o seu pensamento, o cristianismo é como que uma conspiração de gregos e galileus contra judeus, correto? Como isso teria se dado, e que suporte documental legitima essa tese?
Emmanuel
Se você pensou no debate histórico, estava certo. Porem o que se tem como história está tremendamente contaminado pela teologia. A nossa cultura cristã guarnece todos os pontos de emissão de opiniões e ideias com teólogos, historiadores e professores sempre dispostos a intervir a seu favor. Você já deve ter reparado que numa reportagem da imprensa escrita a respeito da origem histórica do cristianismo, os teólogos são os primeiros entrevistados. Depois historiadores comprometidos com a fé cristã. E quem faz o contraponto? Ninguém. Pois a verdade pertence aos cristãos e nenhuma outra possibilidade pode ser sequer sugerida. Portanto, o que acontece aqui nada tem de anormal.
“Se entendi certo o seu pensamento, o cristianismo é como que uma conspiração de gregos e galileus contra judeus, correto?”
O cristianismo é uma conspiração grega contra os judeus, na qual os galileus foram usados como suporte histórico. O personagem Jesus de Nazaré não era Galileu por acaso, judeu é que ele não poderia ser porque, entre alguns motivos, o messianismo como um movimento político com aspirações libertárias era Galileu e não judeu. Como eu já disse, os judeus estavam bem com os romanos e não sofriam opressão alguma. Passaram a tratar os galileus de judeus por causa da religião judaica que eles mal conheciam. Outro detalhe importante é que antes doa dominação ashmoneana (judaica) a Galiléia esteve sob influência grega. As cidades gregas da Galiléia primavam pelo antijudaísmo.
“Como isso teria se dado, e que suporte documental legitima essa tese?”
Postarei um endereço para que você tome conhecimento do resumo ilustrado da minha pesquisa http://www.4shared.com/document/vAZUJY6B/Por_que_o_cristianismo.html? Para facilitar. Quanto a suporte documental, levando-se em conta o que estou enfrentando aqui, que é um mínimo, evidentemente ele não existe da maneira desejada. Por acaso você já ouviu falar de algum livro com outra versão sobre essa história? Claro que todos os cuidados foram tomados e durante séculos a fio. Felizmente, como humanos estamos sempre expostos a falhas, especialmente aquelas que a inconsciência nos impõe, os mesmos historiadores que confirmam a versão teológica que muitos não aceitaram de modo algum, deixaram em suas obras verdadeiras pegadas que me levaram a essa conclusão. Um trabalho que levou décadas e demandou muita paciência.
No final é como eu disse ao Benevides, eu não posso provar nada, tampouco o NT pode. A diferença entre nós, é que a “verdade” instituída e milenar tende a prevalecer. Provar em história é sempre complicado, mas demonstrar é uma obrigação de quem afirma. Por isso, me baseei em historiadores cristãos já sabendo das dificuldades que eu iria enfrentar. Estou a sua inteira disposição para esclarecer o que desejar a respeito das minhas conclusões.
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 4 maio 2012 at 9:03
Olha minha cara, mais uma vez: aqui não é para se discutir teologia, sim história. a sua opinião a meu respeito é toda sua. Nada farei para mudá-la.
Silvaniza,
“[...] infelizmente,por vezes eu encontro pessoas querendo extrapolar um velho ranço e ódio pelas instituições que atacam e não conseguem aceitar os dois lados da história. [...]”
É isso não: até o século XXI o cristianismo não estava (e ainda não está) acostumado com a livre opinião a seu próprio respeito. As pessoas dessa crença se sentem no direito de se verem ofendidas com a descrença dos outros, ainda mais ver a versão oficial da história da sua fé questionada. Da minha parte, não se pode falar em ódio porque eu não questiono fé, sim a história. Não sinto ódio pela versão cristã, mas repugnância. Fosse ela verdadeira eu teria me convertido há muito tempo. Não defendo outra coisa senão o direito de conhecer a verdade histórica, que a teologia sempre tenta obstar.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

