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Permalink Responder até mario americo de moura filho em 23 agosto 2011 at 14:15
Permalink Responder até Guilherme de Melo Sarmento Filho em 23 agosto 2011 at 12:29
Permalink Responder até mario americo de moura filho em 23 agosto 2011 at 14:00
Permalink Responder até Guilherme de Melo Sarmento Filho em 23 agosto 2011 at 23:25
Permalink Responder até mario americo de moura filho em 24 agosto 2011 at 8:54
Bom dia Guilherme. O Plebiscito é um instrumento democrático, institucional, por essa razão o seu uso fica restrito a questões que mais interessam a certos segmentos políticos. Na verdade, somos uma democracia de fachada. A questão colocada restringia-se apenas ao voto do analfabeto (mesmo o funcional - lê mas não entende). Claro, que os elementos que você agregou (corrupção eleitoral, clientelismo, os mecanismos de suplência - golpes brancos articulados pelo sistema) alteram o perfil de uma eleição, existem e controlam o processo eleitoral.
Mas observe, Guilherme, que a "democracia" continua praticando o "processo eleitoral" com o voto massificado irracional (o que inclui, não apenas o analfabeto eletrado, mas o analfabeto político), ainda que utilizando todos os recursos que possam corrompê-lo. Se há fraudes nas urnas - e há! - a questão levantada pretende apenas desenhar a importância da manipulação da massa, na escolha de candidatos.
O que você expõe está corretíssimo! E evidencia a grande fraude democrática. O objeto pretendido com a discussão era chegar a precariedade do modelo republicano brasileiro, que eterniza no poder a ilicitude política. Um abraço cordial.
Permalink Responder até Guilherme de Melo Sarmento Filho em 24 agosto 2011 at 15:06
Caro Mario, boa tarde. Estamos de acordo sim meu amigo, e num consenso. Somos um modelo precário de democracia. Sim, acredito que hoje haja inclusive muito mais manipulação de massa, pois está mais fácil a alienação pelas tecnologias (que deveriam servir ao homem e não ao contrário). Neste sentido, o analfabeto entra no pacote da alienação política mais ampla e é usado como massa de manobra sim, apesar de eu tender para a relativização quando acredito com otimismo que a exploração, na média ou longa duração, um dia explode em descontentamentos exigentes para que cetos débitos sejam ressarcidos.
abração
Guilherme
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 23 agosto 2011 at 16:11
A obrigatoriedade do VOTO tira a sensação de democracia real, a sociedade não é chamada a opinar e participar das decisões do país. Vejo um sistema político que vem perdendo a legitimidade e representatividade.
Abraços.
olá mário, diante de todas as argumentações colocadas nesse fórum sou obrigado a concordar que a falência do nosso sistema democrático não encontra- se somente pelo controle da elites políticas em relação aos " analfabetos políticos" , o controle da mídia, já abordado com muita propriedade por aqui , realmente se constituí também como um grande mecanismo de controle político- ideológico para com as massas( iletrados e analfabetos funcionais).
mário , só para reforçar o exemplo do plebiscito,o estado do Pará passará por um ao final do ano sobre a divisão, e sabemos que as intenções pela criação de mais dois estados ( Carajás e Tapajós) não partiram das populações tradicionais nem do povo humilde dessas regiões , mais sim das elites políticas locais que anseiam cortar o cordão umbilical com as velhas elites, e obter novos "feudos" como áreas de atuação^e influência. como você mesmo falou, um mecanismo constitucional legitimo servindo aos interesses de uma minoria. satisfações
Permalink Responder até mario americo de moura filho em 24 agosto 2011 at 21:38
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 25 agosto 2011 at 8:52
Caros amigos,
Existem no Congresso Nacional propostas para a criação de 13 novos estados e territórios, concretizando-se todos, teremos uma federação de 37 estados e 3 territórios e cerca de 20 bilhões mais cara à União, seriam mais governadores, senadores e deputados estaduais/federais, tribunais, etc. etc.
Esta questão de novos estados, já que é custo da União, arcados por todos os brasileiros, seria correto a consulta/prebiscito de âmbito nacional.
abra~ços
Permalink Responder até Taylan Branco Meurer em 25 agosto 2011 at 9:34
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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