Nos meus anos de professor e também como aluno, apesar dos esforços infrutíferos de minha professora de história em desenvolver o senso crítico dos alunos de sala de aula que estavam mais preocupados em obter o canudo do que realmente aprender algo útil, em mim creio que ela produziu um bom fruto, aquele aluno que representa os 5% de uma sala de aula que realmente atingem as espectativas de um profissional desvalorizado na sociedade brasileira.
Devo muito as minhas professoras de história hoje aposentadas e vivendo da pensão inglória de professor de rede estadual e municipal.
Algo que os professores de minha geração não tinham e que hoje dispomos facilmente, como os jogos de computadores, videogames, e com a ressurreição dos jogos de tabuleiros europeus e americanos, é uma gama de ferramentas lúdicas que podem ser perfeitamente utilizadas em sala de aula para reforço e fixação das aulas.
Os jogos de guerra permitem a simulação de cenários históricos importantes como é o caso de Axis & Allies, A world at War, Rise and Death of Third Reich, Napoleon Battles, Battlecry, Combat Commander Europe/Pacific/Mediterranean, Mare Nostrum, e muitos outros que foram lançados.
Utilizando o wargame o aluno deverá escolher o cenário da batalha, nele constam detalhes como data em que ocorreu o fato, qual a sua duração, tropas, recursos, eventos, tudo isso contribuindo para a fixação do conteúdo que normalmente seria relatado e supostamente memorizado pelo aluno.
Outros jogos são os jogos estratégicos que poderiam ser aliados a outras disciplinas como geografia e geopolítica, onde leva-se em consideração a produção de recursos e a logistica das nações, influência política, diplomacia e tratados entre nações, a geografia, a divisão política, etc...
No caso do Combat Commander Europe, o aluno vivencia as operações de infantaria em cenários reais, em condições históricas que foram exaustivamente pesquisadas, geralmente os designers de cenários são amantes fanáticos de história e primam pela meticulosidade de detalhes históricos.
Uma fonte rica de informação que fogem das meras 5 paginas do livro dedicada por exemplo a Segunda Grande Guerra, me digam como 1000 anos de história romana pode ser condensada em apenas 1 capítulo do livro de história antiga adotado pelas escolas públicas.
Quando estive na Itália tive a curiosidade de solicitar a um aluno que me mostrasse seu livro de história, o livrinho que o garoto possuia tinha nada mais nada menos que 1500 páginas, e riquissimo em informações, infográficos, e por incrivel que pareça um dos exercícios de fixação do livro era um wargame que simulava uma das batalhas principais do capítulo, neste caso Cesar vs Vincitorix o Gaules. Isso fez com que me despertasse o interesse em aplicar os wargames como forma de exercício de fixação em sala de aula.
Usando o jogo de computador Battlefield 1942 e o jogo Companhia de Herois, e o jogo de video game Call of Duty e Medal of Honor, simulamos o desembarque da Normandia na praia de Omaha, após ver ao filme Em busca do Soldado Ryan e o primeiro e segundo episódio de Band of Brothers, inclui também O mais longo dos Dias e Uma ponte longe demais. O Resultado aqueles alunos obtiveram nota 10 na prova de história após passarem por essa experiência no meu Boardgamecafé

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Respostas a este tópico

Gostei muito de seu relato de experiência, Justus. Certamente, o ensino da matemática tem muito a ganhar com a utilização de jogos. Você conhece Marc Prensky? Trata-se de um educador dedicado ao uso de games no ensino.

Uma dúvida que tive após ler seu texto: na sua opinião, a utilização de games funciona apenas como uma estratégia para ganhar a atenção dos alunos ou uma estratégia inovadora de pensar os conteúdos históricos?
Olá Bruno,

Realmente eu não tive a oportunidade de conhecer o trabalho de Marc Prensky, mas desde 1985 eu sempre acreditei que os jogos eletrônicos, aliado aos filmes, e os cenários de realidade virtual poderiam revolucionar a forma de ensinar. Hoje com os softwares de e-learning as ferramentas de autoria de jogos e de webdesign, podemos inovar a forma de apresentar o conteúdo.
Eu creio que a leitura exaustiva de textos históricos poderia ser transformada em experiência de vivência, algo sensorial. Afinal a melhor forma de registrar o conhecimento é vivenciar.

Neste aspecto os games ganham a atenção do aluno porque escapa do modelo tradicional da leitura;

Quanto a inovação na forma de pensar os conteúdos, ao elaborar um cenário de jogo baseado 100% em pesquisa histórica minuciosa, estaria na possibilidade de colocar o aluno na pele de um dos personagens históricos e fazer com que ele tome as decisões e as redeas da liderança. Por exemplo se ele for Napoleão ele poderá vencer Waterloo porém ao termino do cenário, a tela de transição irá relatar o que de fato ocorreu e o que sucedeu a seguir históricamente. Num cenário romano ele poderá ser César mas perder uma batalha que ele venceu, devido a erros de estratégia do aluno, mas ao final o cenário histórico real é apresentado.

O que precisamos seria de professores de história envolvendo-se em projetos de autoria de jogos de estratégia, por exemplo FEUDOS onde o aluno assume o papel de um Senhor Feudal, ele terá que desenvolver relações com Vassalos e o Clero para ter moral, prestígio e liderança, coordenar a produção das terras, requerer dos camponeses os tributos mas tomando o cuidado de caso não tenha uma milícia fiel ao seu lado não ser vítima de uma rebelião de campesinos, O poder econômico crescendo ele constitui exércitos que pode fazê-lo conquistar outros feudos rivais, Consolidar o poder do Rei ou Contrabalançar com o mesmo. Neste cenário poderiam surgir conspirações e traições, alianças estratégicas. Isso tornaria o conteúdo do Feudalismo algo totalmente interativo e uma experiência totalmente nova em termos de pensar a história de um período.
Hoje estarei na pele do General Yamamoto tentando vencer a Batalha de Midway, não vai ser fácil mas é uma estratégia inovadora de pensar e vivenciar o conteúdo histórico.

Um grande Abraço,

Justus

Bacana, Justus. A propósito aqui está o link do site do Prensky: http://www.marcprensky.com/

Irei consultar Bruno, a propósito no http://www.boardgamegeek.com e no http://www.ilhadotabuleiro.com.br você irá encontrar resenhas de jogos de tabuleiros de todos os gêneros possíveis, dá uma olhadinha lá para ver se acha algun interessante.

Temos um grupo no Yahoo que se chama Boardgamers-BR lá tem muita gente que curte tabuleiro, e até mesmo designers de jogos, um bom lugar para tirar dúvidas sobre jogos, e também para comprar, vender, leiloar e trocar jogos de tabuleiro.

Estou doido para comprar a coleção do The Game of Thrones baseado na trilogia do George R.R. Martin, A Fantasy Flight Games lançou 3 tipos de jogos, 1 de estratégia com expansões, 1 de Guerra com miniaturas e um Card Game LCG (card game completo) com expansões completas, muito legal para ensinar sobre a guerra das rosas e outros conflitos da idade média.

Olá Justos. Gostaria de dizer que gostei muito da sua matéria, e que estou começando a minha vida como docente, e também compartilho das idéias por você apresentadas. Acredito que o ensino de história precisa, para obter sucesso, ser interessante e divertido. Ao tratarmos com crianças e/ou adolescentes temos que adequar o ensino a algo que pertença a realidade deles. Não podemos exigir que um garoto de 14 anos se transporte e entenda perfeitamente como eram as sociedades de 4000 mil anos atras. Nesse sentido, o uso de jogos é ideal.

Hoje utilizo brincadeiras e piadas nas minhas aulas, e ao tratar de Ditadura, por exemplo, começo falando de futebol. Mas confesso que os jogos ainda não apliquei. Porém, muito me interessa essa técnica, então gostaria de saber mais sobre as suas vivencias, e espectativas, métodos didáticos e de avaliação. Se for possível é claro.

 

Abraços

 

Gislene Camilo

Atualmente juntei algumas pérolas de wargame muito interessantes e muitos estão familiarizados no Brasil, quando falavamos de jogos de estratégia todos pensam no WAR da Grow, mas lembro que havia alguns que costumava comprar na livraria Saraiva eram wargames europeus (a maioria britânicos) que eram como revistas colecionáveis, onde destacavamos as peças de papel (o papel era parecido com os de cartões de visita) alguns vinham plastificados o preservava as peças por um bom tempo. Existiam muitos cenários.

A Publicadora Americana GMT produz excelentes jogos de estratégia, os meus preferidos são o Twilight Struggle (Guerra Fria até o ano de 1984), Dominant Species (exelente para ensinar as leis de seleção natural) que me inspirou a fazer um jogo de dinossauros em estilo de cadeia alimentar para entender como era a vida dos dinos. A GMT também tem jogos de estratégia baseados em cenários da Antiguidade é o caso do Command & Colors com peças de madeira e adesivados para representar tropas, a mais recente expansão é de tropas Espartanas, creio que influenciado pelo filme 300 o Tony Curtis (produtor da GMT) lançou esta expansão. Tem a coleção de tabuleiros da II Guerra Mundial da Avalon Hill Axis & Allies, e outros, se você gostaria de dar uma olhada na variedade de jogos que podem ser usados em história e outras matérias tem esse site http://www.boardgamegeek.com  e no Brasil temos o http://www.ilhadotabuleiro.com.br são os dois maiores bancos de dados sobre jogos de tabuleiro que conheço, eles me ajudam a escolher os jogos mais interessantes, atualmente estou trabalhando com meus alunos de Inglês usando o jogo baseado na série da Fox The Walking Dead, e jogos Lovercraftianos como Arkhan Horror, e Mansions of Madness, para estimular o espírito detetive tem o Betrayal on the house of the Hill, e o Force America (invasão da América) muito interessante.

Olá Gislene, dá uma olhada no Post Abaixo, infelizmente errei e acabei postando normal e não como resposta para você.

vide o post abaixo, errei na hora de postar a resposta, me perdoe.

Justus, não sou professor de História mas sou um aficionado por wargames de tabuleiro – principalmente daqueles antigos, de casas hexagonais.

Outro dia, num grupo de wargames e militaria do qual faço parte – o  Somnium - eu observei que nossa atração  por essa modalidade era sobretudo consequência de nosso interesse por História – particularmente, História Militar.

A feitura de um bom wargame envolve uma pesquisa histórica bastante séria. Após a escolha de uma campanha ou de uma batalha  e do nível das peças – no nosso caso: companhia, batalhão, regimento, brigada, divisão -  é necessária a leitura de extenso material historiográfico – além de material técnico, por exemplo, sobre o armamento utilizado - para levantamento de elementos como ordem de batalha (unidades que participaram do confronto) , tempo de duração do episódio histórico e eventos que pesaram no confronto.

Após a coleta desse material, é necessário conformá-lo ao que se chama de “jogabilidade” (em inglês: “playability”). Ou seja, a tradução lúdica do evento.

 Neste momento, ocorrem as adaptações para que o jogo – a simulação do confronto – seja “jogável” e atraente. Não adianta formular um conjunto de regras fiéis, tanto quanto possível, ao evento histórico e produzir um jogo extremamente complexo e cansativo. Todo bom wargame – mormente se for comercial – precisa levar esse fator em consideração.

Logo, é óbvio, o resultado final não é – e nem poderia ser - rigorosamente historiográfico.

(Há wargames extremamente complexos e de razoável fidelidade histórica, mas estes se dirigem a um reduzido grupo de aficionados.)

Porém, um elemento comum eu julgo perceber na maioria dos wargames mais populares entre o público jovem: a tendência natural a privilegiar o elemento humano individual, seja como personagem famoso, seja como combatente anônimo.

Corrigi-me se estou equivocado: nos jogos do tipo Call of Duty, Medal of Honour e Counter Strike – de muito sucesso entre adolescentes – a escolha do personagem se reduz ao infante e ao piloto de caça.

Não sei se exagero, mas isto pode levar  a uma desconsideração pelo elemento coletivo e impessoal da História.Os heróis são importantes mas têm limitações.

Dou-te um exemplo.

Na grande maioria das batalhas do século XX, os principais determinantes do resultado dos confrontos são a arma de artilharia e a prosaica intendência. No entanto, em princípio, nenhum criador de wargames disponibilizaria as opções “artilheiro de longo alcance” e “intendente”.

Já que mencionaste: o desembarque no Dia D foi um sucesso não por causa de atuações heróicas, mas devido à vantagem absoluta em artilharia, aviação e logística. De modo geral, a atuação das unidades de infantaria aliadas, com exceção de paraquedistas e comandos, foi bastante medíocre e, em alguns casos, sofrível.  

Há uma outra questão no bojo desses jogos de nível tático: se não me engano, o herói é sempre norte-americano.

Outro dia, após uma sessão de Call of Duty  sobre um confronto entre marines e japoneses, o filho de uma de minhas primas disse que o Bem vencera o Mal. Eu então perguntei quem era o Bem e quem era o Mal. Candidamente, ele respondeu: “O Bem são os americanos, é claro.”

Te pergunto: nesse tipo de jogo, existem opções como:

-infante japonês em Okinawa;

-soldado alemão seja onde for;

-prisioneiro russo ou polonês – no Dia D, na Normandia – recrutado para servir na Wehrmacht;

-piloto de caça italiano no norte da África;

-tanquista soviético na Batalha de Berlim;

-soldado francês seja onde for;

-soldado, ou aviador, britânico;

-australiano ou neo-zelandês do ANZAC;

-sniper finlandês;

-guerrilheiro vietcong;ou

-franco-atirador da Al Qaeda ?

Observa que minhas ressalvas são, em princípio, dirigidas aos jogos de nível tático e não a todas as modalidades de wargames – as quais conheço pouco.

Por fim, diria que, de modo geral, tua proposta pedagógica é muito interessante.

Mesmo que não tenha sido de modo tão sistemático, eu mesmo já tentei algo semelhante com adolescentes de minha família; inclusive com parte da mesma filmografia que tu citas e ainda outras (Por exemplo: NADA DE NOVO NO FRONT)  -  mas demanda um professor bem preparado, que tenha bastante claro as limitações lúdicas de um wargame e seja capaz de levar para sala de aula uma visão multilateral , e não inteiramente personalista, da História.

Porém, se o resultado de tua experiência foi tão auspicioso - “aqueles alunos obtiveram nota 10 na prova de história após passarem por essa experiência no meu Boardgamecafé.” – mantenho minhas ressalvas mas congratulo-me contigo.

No mais, te felicito pelo tópico.

.............................

Se quiseres dar uma passada pelo site do SOMNIUM:

http://www.clubesomnium.org/

Abração.

O Battlefield 1942 e as expansões Road to Rome e o Secret Weapons permitem o jogador escolher o Lado do Eixo ou Aliados.

Infelizmente o Call of Duty, Medal of Honor, Rainbow Six não nos dão a opção de jogar no time oponente a não ser nas partidas multiplayer na Live Network, neste caso dá para escolher a banda dos terroristas ou forças opositoras.

Os tabuleiros da série Axis & Allies nos permitem jogar com qualquer nação envolvida no conflito, com uma mecânica simples, na minha opinião não podemos colocar para os alunos jogos 100% precisos porque na realidade os jovens do ensino fundamental e ensino médio não tem interesse em História Militar (algo que os wargamers se ligam com um bom motivo afinal queremos reproduzir com fidelidade os eventos do cenário).

Recentemente testei o Stalker the Shadow of Chernobyl, vejo um grande potencial nele já que permite criar MOD (modificações) e possui um editor, aliás se Call of Duty oferecesse um editor seria interessante, mas pelo que vi somente os jogos Battlefield clássicos oferecem as ferramentas, 1942, Vietnan, e Battlefield 2 possuem o que nos permite criar mapas de campanhas diferentes.

Outro que curti foi o Company of Heroes e as expansões Tales of Valor e Opposing Fronts (nesta é possivel jogar no lado Alemão do conflito, adorei pilotar o King Tiger e ter que fugir do território aliado apinhado de soldados, artilharia, snipers, tanques Americanos e Britânicos, somente com 6 tripulantes alemães e identificar alvos de oportunidade para a artilharia alemã que encontrasse no caminho e preparar o cenário para a ofensiva alemã.

Os jogos da GMT até o momento me atrairam por são simples de aplicar em sala de aula, mas estou negociando um Sid Meyer's Civilization The Boardgame com um colega do Rio de Janeiro que será minha grande aquisição do ano, esse ai não é a edição nova da FFG é o Clássico que deu origem a versão PC game.

Vou visitar o Clube Somnium sim, adoro História Militar desde a minha infância, afinal meus avós lutaram no lado do Eixo nas duas guerras mundiais, e a minha avó contava dos estupros e violência contra as italianas na  Sicília e Nápoles quando os Aliados invadiram a Itália.

Os chamados mocinhos não eram tão mocinhos assim, não passavam de mais outra nação invasora querendo lucrar com a desgraça alheia.

Bom eu sou suspeito de falar, afinal minha família lutou na Guerra contra os Aliados, e nós conhecemos muito bem o lado da história que os Americanos e Britânicos não divulgam, como os estupros de mulheres e adolescentes italianas, massacres nas vilas tanto do lado alemão como aliado, os alemães começaram a executar italianos suspeitando que eram colaboradores e que foram traídos, e os americanos por outro lado porque suspeitavam de que os italianos eram colaboradores dos alemães e que os traiam. No final mulheres, velhos e crianças italianos foram executados sumariamente por ambos os lados, sem terem tido um julgamento ou direito de defesa, mas esse lado sujo da história nunca será revelado não é mesmo. Nuremberg foi uma farsa, creio que ali deviam ser julgados os dois lados do conflito, não apenas o lado perdedor, se é que justiça deveria ser feita.

Realmente fiquei impressionado com as possibilidades dos jogos. Sou do tempo do War , e do War II ( no tabuleiro) , e fiquei tão impressionado, que ingressei nas Forças Armadas e fui estudar História ....  Acho importantissimo o uso da geopolitica , da geografia , da matematica, da Física , que estão inseridas ( necessariamente ) num Teatro de Operações . Vou mais além : O ensino da História , poderia , nesses casos,  ser combinado a   estas disciplinas . A Geografia , no que diz respito a cartografia , climas e aspectos do terreno . A Matemática com as probabilidades, deslocamentos ( cartas e conversões de medidas )  , baixas , reposições , e calculos em geral. A Fisica com o movimento , em espcial dos tiros de Artilharia, termodinâmica, arrastes e possibilidades dos veiculos .Só uma questão ficou pendente : Boa parte dos nossos alunos ( ainda mais se forem da rede pública ) não tem acesso a estes jogos . Se tiver , será nas lans houses. Como adequar isso ?

Obrigado amigos pelo excelente nivel da discussão. Não sou muito fã dos jogos eletronicos não , mas vcs me  puseram uma "pulga atrás da orelha" . Vou dar uma olhada ....

 

Abs

 

O problema das Lan Houses é que instalam apenas o Counter-Strike e outros jogos de franquia, seria preciso conversar com o dono da Lan e convencê-lo a instalar certos jogos selecionados, e ai criar atividades extra classe para os alunos que fossem a lan house e jogassem as partidas.

Quando tinha lan, o Day of Defeat foi instalado, assim como o Battlefield 2, Battlefield 1942, Battlefield Vietnan, Call of Duty Black Ops, BlitzKrieg, Company of Heroes, Age of Empires, Age of Mithologies, Empire Eath, Titan Quest, o excelente ROME TOTAL WAR e expansões. E para os que curtiam fantasia o BATTLE OF THE MIDDLE EARTH que tinha como pano de fundo o filme do Senhor dos Anéis. Oblivion utilizei para mostrar um cenário Medieval das cidades com muita fantasia. Embora tenha o StronglHold excelente para ilustrar a idade média, mas existem outros titulos de estratégia medieval como o Age of Empires 2, o 3 achei muita viagem na maionese, mas dá uma idéia de idade média..

Os Tabuleiros recomendo o Colonizadores de Catan da Grow, excelente para ensinar escambo, negociação num cenário medieval. Existe também o Age of Empires 3 de Tabuleiro com expansões, esse não tem muito a ver com o Jogo de Game, é bem mais estratégico e focado na colonização do novo mundo.

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