A sempre pessoas que criticam a nossa colonização portuquesa, pelo modo de como se tornou uma colonia de exploração e decorente a isto a metropole ficava cada vez mais rica , e se talvez o tratado de tordesilhas exigise que após a linha imaginaria de Cabo Verde (350 leguas) fossem do lado oeste pertenceria a Portugal e leste a Espanha no caso o Brasil estaria nas terras pertencentes aos espanhóis, séra que a nossa coloniazação séria melhor ? Não iria a ver nehum tratado de methuen , no qual foi consedido entre a Inglaterra e Portugal que pediu para os ingles espulsarem os holoandeses de sua colonia , mas isto obteve um alto preço pois no periodo da meneiração o ouro do Brasil foi para a Inglaterra , uma alta devida que Portugal teve que pagar durante anos .
Mas e se isto tudo não tivesse acontecido e os holandeses tivessem permanecido aqui no brasil ?
Talvez a economia da colonia melhora-se ?
A cultura holandesa no periodo poderia se expandir , ao contario dos portugueses, os holandeses eram curiosos e queriam pesquisar plantas da região , animais , aspectos na vetação
Ai fica a questão qual seria o melhor pais a coloniazar o Brasil a Espnha ou a Holanda ?
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Permalink Responder até JOSE FELIPE DE OLIVEIRA FILHO em 17 novembro 2010 at 19:27
Permalink Responder até June Chiari em 14 julho 2011 at 14:23
Permalink Responder até Sandra Regina Santos em 6 setembro 2011 at 21:10
Acredito que não faria tanta diferença se fossemos colonizados por portugueses,ingleses,franceses ou holandeses.O que infelizmente fez do nosso país, um celeiro de vantagens aos oportunists foi sem dúvida, o tipo de colonização a que fomos submetidos, cujos efeitos sofremos até hoje!!!!
Simone:
Eu concordo com você que a colonização holandesa não é exatamente um modelo a ser seguido e, em muitos aspectos, sequer pode ser chamada de "colonização" propriamente dita. A propósito, veja a minha análise detalhada sobre o assunto em resposta abaixo ao Joaquim onde comparo os modelos da Indonésia, Suriname/Antilhas Holandesas e África do Sul, que são os 3 principais exemplos de empreendimentos coloniais holandeses de longo prazo.
Devo admitir, entretanto, que, nesse assunto de modelos coloniais, eu não sou imparcial já que, para mim pelo menos, o modelo inglês de povoamento usado na Austrália, Canadá e Nova Zelândia e, com algumas diferenças importantes (pela independência política prematura) de certa forma também nos EUA, é de longe o projeto colonial europeu mais "bem-sucedido" da história. A prova mais contundente nesse caso é que todos os países supracitados estão entre os países de maior índice de desenvolvimento humano (IDH) e melhor qualidade de vida do mundo. O lado oposto da moeda desse "sucesso" foi ,entretanto, o quase extermínio, principalmente nos EUA e na Austrália, das populações nativas pré-coloniais, o que normalmente é esquecido.
Por outro lado, do mesmo modo que no mundo britânico se encontram, com as ressalvas acima, projetos coloniais de sucesso como a Austrália, a Nova Zelândia e o Canadá, encontram-se também experiências fracassadas de colonização de povoamento, notadamente a África do Sul (veja novamente minha resposta ao Joaquim) e, menor escala, talvez a Rodésia. E há também múltiplos casos de "empreendimentos comerciais" ao estilo holandês que tinham pouco ou nada ver com colonização propriamente dita, por exemplo na Índia, na maioria da África negra fora os casos supracitados, ou nas ilhas do Caribe.
Em relação ao Brasil especificamente, a colonização portuguesa teve um lado positivo, mas muitos dos nossos problemas históricos e que, de certa forma, se estendem até hoje tiveram de fato suas raízes no modelo colonial português, mas foram perpetuados por muito tempo ainda após a independência pelos brasileiros eles mesmos. Especificamente, eu me refiro
1) À escravidão (na minha opinião, nosso maior defeito histórico),
2) Ao descaso com a educação, especialmente no nível básico voltado para a massa, mas também por muito tempo no nível superior (estendendo-se nesse último caso a um descaso com ciência e engenharia mais amplamente),
3) Ao patrimonialismo com uma confusão associada entre as esferas pública e privada,
4) À concentração fundiária.
Muitas pessoas citariam também a questão da influência da Igreja Católica, que na minha opinião é um fator secundário, e uma suposta carência de valores liberais o que, polêmicas à parte, eu também acho que não é verdade, pelo menos baseado no pensamento de segmentos importantes da elite política e econômica brasileira tanto no Império quanto na República.
Permalink Responder até Brancaleone em 13 julho 2011 at 23:08
Bom, a holanda colonizou a Africa do Sul e deu no apartheid...
A Espanha colonizou a Argentina, Paraguai, Bolívia e deu no que deu...
Portugal Colonizou o Brasil - que esta melhor que todos os exemplos acima...
Melhor o portuueses.
Quanto aos colonizadores terem enricado às nossas custas, azar o nosso vivermos numa época em que não se pode colonizar mais ninguem nem explorá-los como toda a boa velha europa fez no passado... Aliás, este é o azar dos paises do terceiro mundo - Não temos a quem sacanear!!
Permalink Responder até Jailson Cordeiro em 7 setembro 2011 at 19:59
Tanto fez! Tanto faz! Nenhum deles. De qualquer forma estamos construindo uma grande nação, uma jovem democracia pronta para amadurecer, fundada nas raízes coloniais euro-portuguesas, afro-ameríndia, sem lamentos colonizantes. O que nos preocuparia ao fazer essas indagações: não nos aceitamos? Bom. Temos uma grande cultura.Vamos redescobrir nosso país, suas especificidades regionais e locais, a nossa cor, a nossa gente, mostrar a nossa cara prá o mundo. Sem europeísmos, vamos à brasileira mesmo.
Grazieli, um forte abraço!
Permalink Responder até June Chiari em 21 setembro 2011 at 8:25
Permalink Responder até Carlos César Santos Rodrigues em 21 setembro 2011 at 14:35
A questão é pensar sobre o caráter geral da colonização... A própria ideia de colônia em si e suas relações intrínsecas com o desenvolvimento de um comercio mercantil (leia-se, de um capitalismo em desenvolvimento).
As relações escravistas que vão em grande medida moldar o caráter geral da colonização brasileira não são novidade no mundo moderno, apenas um resgate português que volta como uma instituição poderosíssima em colaboração essencial ao esse desenvolvimento mercantil (leia-se, exploração de mão de obra a serviço das metrópoles).
Embora vá e volte essa questão sobre "o que seria melhor" o que nós podemos dizer com toda certeza é que embora as metrópoles tivessem lá sua especificidades na forma de conduzir a colônia, a intenção era sempre a mesma.
Já dizia Caio Prado Junior que a colonização lusitana foi uma grande empresa com intenção em beneficiar a metrópole, era uma estrutura toda voltada para fora da colônia, e não para dentro. Se aceitarmos essa tese, e isso me parece bastante pertinente, não há melhor forma de se submeter as relações mercantis na condição de colônia, apenas existiam certas especificidades.
Na verdade, como se trata de uma pergunta hipotética sobre uma linha de tempo alternativa que não existe no nosso mundo real, não é possível saber ou responder como seria o Brasil se tivesse sido colônia da Holanda ou qualquer outra potência europeia diferente de Portugal. Podemos entretanto, num exercício de ficção, especular o que poderia ter sido, mas não foi.
A primeira observação é que, se os holandeses não tivessem sido expulsos do Nordeste, o Brasil como conhecemos hoje não existiria. Em um provável cenário hipotético, haveria um estado afro-holandês no Nordeste, possivelmente se estendendo desde o Pará/Guianas até a Bahia (inclusive), e um estado português no Centro-Sul/Sudeste do Brasil. O extremo sul e a Amazônia ocidental talvez permanecessem sob domínio espanhol. Partes dos territórios citados anteriormente poderiam ainda com o tempo cair sob domínio britânico, como aconteceu com a colônia holandesa do Cabo na África do Sul.
Pelas suas circusntâncias históricas, culturais e geográficas, o Brasil holandês, se sobrevivesse como um país independente, seria certamente bem diferente da Indonésia, Suriname ou Antilhas holandesas (citados por alguns comentaristas na discussão), mas poderia guardar algumas semelhanças com a África do Sul. O poder econômico e político provavelmente estaria concentrado em uma minoria branca relativamente numerosa (algo como 25 % da população), dividida entre norte-europeus protestantes (de origem p.ex. holandesa/flamenga, francesa huguenote, suíça e alemã) e luso-brasileiros católicos, sendo os primeiros majoritários (entre os brancos) nas grandes cidades e vinculados aos setores comercial, financeiro e industrial (incluindo mineração), e os últimos presentes principalmente nas áreas rurais e vinculados ao setor agropecuário. A maioria da população, entretanto, seria formada de negros (descendentes de escravos) e mulatos, que apenas gradualmente conquistariam poder político e direitos civis. Imagino também que, sob os holandeses, a população indígena nativa, incluindo índios não assimilados vivendo em tribos, seria bem maior do que no Brasil atual. Haveria ainda pequenas minorias de judeus (incorporados à população branca) e asiáticos (p.ex. malaios e indonésios de religião islâmica). Economicamente, seria um país provavelmente de renda média alta (pouco maior talvez do que a do Brasil atual), mas bem menor do que a dos EUA, Canadá, Austrália ou Europa Ocidental.
É muito saudável esse assunto, pelo cárater supositivo.
Ótimas respostas! Mas, o que tem em comum em todas elas, é:
O Brasil foi duramene explorado por seus recursos preciosos; e, esse ato, em minha opinião, se repetiria em qualquer tipo de colonização, da holandesa à espanhola.
Esse exercício de adivinhação não deve ser muito utilizado por um historiador, a história é única por si só, mas relembrando Nissau foi retirado do comando de pernambuco, pois estava desenvolvendo a região e não estava explorando o suficiente, ele criou um afeto por essas terras, Logo creio que o interesse da Holanda era não mais que explorar essas terras, engana-se quem acha que a Holanda queria criar uma colônia de exploração, pelo contrário, talvez Nissau quisesse, mas não se sabe.
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Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
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