Tags: alunos, aprendizagem, ensino
Permalink Responder até sueli em 14 setembro 2008 at 20:35
Permalink Responder até Bruno Leal em 18 setembro 2008 at 14:15
Permalink Responder até Luis Marcelo Santos em 22 setembro 2009 at 11:11
Permalink Responder até tatyana santos em 23 novembro 2010 at 21:07
Permalink Responder até Bruno Leal em 2 maio 2012 at 9:43
Bem pontuado, Tatyana. Você trabalha com novas mídias?
Permalink Responder até Luis Marcelo Santos em 16 junho 2012 at 18:01
Amigos: mesmo correndo o risco de ser repetitivo e inoportuno, faço o convite aos colegas não só para o vídeo da professora Amanda Guergel na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte:http://www.youtube.com/watch?v=yFkt0O7lceA, mas também o outro referente à denuncia de aprovações forçadas no estado do Paraná, no ano de 2011: http://www.youtube.com/watch?v=g6k4t8QvuRE, com o obejtivo de fazermos o mesmo: denunciarmos o que comumente só desabafamos, expormos nossos pontos de vista a outros segmentos, mostrarmos nossa real preocupação com um ensino de qualidade realmente. Convite ao qual eu também me assumo nesse compromisso e assim que tendo algo comunicarei aos colegas.
O que importa é não ficarmos de braços cruzados, esperando um salvador, porque somos nós que temos que nos salvar, somos nós que temos consciencia do que ocorre e por isso temos que levar essa consciencia a outros.
Permalink Responder até Bruno Leal em 21 junho 2012 at 11:21
Mas acho que o foco aqui é outro, não Luis?
Entendo que há uma questão política importante, mas o fórum aborda mais uma questão pedagógica. Não acha?
Abraço!
Permalink Responder até Luis Marcelo Santos em 26 junho 2012 at 13:26
Entendo que a pergunta é o que fazer para envolver nossos alunos, contudo, será que isso se resume a uma questão de criativiadade do professor na sala de aula? O que nos leva a outro ponto: atualmente o que não está condicionado aos desdobramentos politicos atualmente, Bruno?
Entendo que a observação da sua parte é importante, até porque assim posso expor o que penso sobre politica e educação ultimamente estarem dificeis de serem separadas, até mesmo em função do comprimisso social em formarmos as atuais e futuras gerações. O que podemos dizer sobre o andamento da educação desenvolvida em nossas salas de aula que os professores em seus desabafos entre si não vivem a se lamentar das determinações governamentais. Esse é o grande ponto. Os educadores receiam de se envolver nesse ponto, onde o ensino em geral cada vez mais é desinteressante, também porque não se enxerga aonde ele quer chegar. Leis para a introdução de novas disciplinas, novas normas e parametros implementados por secretarias de educação, discursos da parte legal em favor da permissividade dos jovens, etc, etc. Nisso pergunto: tais aspectos não contribuem para um ensino ao qual os jovens cada vez mais se desinteressam? E tais aspectos tem ou não um lado politico que precisa ser enxergado e também denunciado?
Claro que rever metodologias e dinamicas é importante e o fórum deve prezar esse aspecto, contudo, também devemos ficar atentos ao risco da demagogia da aula agradavél em vez da aula que ensina. Não que não seja possivel os dois, todavia, não creio que a dinamica de cursinhos em que os professores se fantasiam para ajudar na memorização ou educadores elogiados em outros tempos como o famoso "Pachecão" que lançou CD de músicas para se gravar certos conceitos de física seja o mesmo que fazer realmente se aprender, se apropriar de saberes que sirvam de algo ao educando no futuro.
Então apenas reforço que tanto como a busca de metodologias, uma mudança no discurso, inclusive quanto as politicas educacionais é importante para a criação de aulas melhores aos nossos jovens e demais educandos.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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