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Permalink Responder até Luiz Ricardo Leite dos Santos em 23 maio 2012 at 13:24
Realmente, José, a sua resposta é muito pertinente.
Obrigado.
Permalink Responder até HAROLDO CESAR FERNANDES em 24 setembro 2010 at 18:09
Permalink Responder até Renato Gimenes em 12 setembro 2011 at 20:14
Se o entrevistado se recusa terminantemente a dar o depoimento, mesmo que você converse com ele sobre a importância de seu testemunho e mesmo que você ofereça a alternativa de um pseudônimo, deve-se respeitar a sua vontade. Não se pode extrair um depoimento, nem mesmo citar "oficiosamente" uma fonte.
Lembre-se, sempre, que é necessário um termo de seção de direitos autorizando a tomada do depoimento, restringindo seu uso a aspectos puramente científicos e acadêmicos. Isso protege os direitos do entrevistador e do entrevistado, e ambos devem ter cópias do termo. Muitos se esquecem disso, mas a utilização de depoimentos sem autorização expressa constitui crime.
Permalink Responder até Bruno Leal em 7 julho 2012 at 15:21
E verdade, Renato. E o termo é uma forma de nos protegermos também. Muito importante.
Nessa difícil situação, temos que usar a criatividade, acionar a memória, ou dar uma de 007.
Abs.
Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 22 maio 2012 at 20:35
Procure outro entrevistado, da mesma área.
Permalink Responder até Bruno Leal em 25 maio 2012 at 10:17
Uma solução é omitir a identidade ou dizer isso no trabalho: que a pessoa não quis se identificar. É uma fonte.
Permalink Responder até Roger Sildefar em 5 julho 2012 at 13:52
Luiz, me lembrei da época em que eu estava na faculdade de História e fui fazer uma entrevista pra um trabalho da faculdade, fui eu e uns colegas tentar uma entrevista com uma figura histórica da cidade. Ele nos atendeu muito mal e mandou essa pérola: "Vocês não tem mais o que fazer na vida, vão procurar o que fazer!". Quer dizer, no Brasil poucos valorizam a educação e muito menos os historiadores e a História. Vejam o caso desse ministro imbecil que disse que não vai investir em educação porque o país pode falir, vejam o link
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1114889-aumento-de-gastos-para-e...
Permalink Responder até Gláucia Santos de Maria em 12 julho 2012 at 7:23
Olá Luiz Ricardo!
Primeiramente gostaria de mostrar uma experiência que vivi durante uma pesquisa.
Sou da área das Ciências Sociais, e em alguns casos, dependendo da pesquisa, as fontes orais são de grande importância na coleta de dados. Recentemente, em um projeto de pesquisa de caráter qualitativo, tivemos de fazer algumas entrevistas, mas nosso grupo focal eram adolescentes de menor. Tivemos de entregá-los um termo de consentimento dos pais ou responsáveis para que eles pudessem participar. E como Bruno Leal afirmou, o jeito mesmo é conversar e tentar o máximo possível explicar tudo sobre a pesquisa, que a contribuição do entrevistado será importante, e que os resultados da pesquisa poderão ser fornecidas para eles no fim de tudo. O jeito é diálogo mesmo. Tivemos algumas objeções, tendo em vista que usaríamos gravador, que não foi o caso da sua pergunta, mas a maioria aceitou após explicarmos o motivo pelo qual eles seriam importantes na participação da pesquisa. Como assinamos um termo do conselho de ética, somos responsáveis pela exposição dos dados fornecidos. Clareza e responsabilidade, acredito que sejam fundamentais. No nosso caso, priorizamos pela omissão do nome do entrevistado e mesmo que falassem, usaríamos, caso fosse necessário, um nome fictício. E se caso não quisessem gravar de jeito algum, seria necessário mesmo escrever manualmente.
Espero ter contribuído!
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O Grande Gatsby
Está em cartaz nos cinemas brasileiros a mais nova adaptação do celebrado romance do autor americano F. Scott Fitzgerald. A obra destaca-se por ser fiel ao romance - mantendo falas originais - e, ao mesmo tempo, quebrando a ortodoxia musical da época, ao juntar hip-hop ao jazz do início do século XX. Na parte visual, um desfile de cores e tomadas.
Nick Carraway (Tobey Maguire) tinha um grande fascínio por seu vizinho, o misterioso Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio). Após ser convidado pelo milionário para uma festa incrível, o relacionamento de ambos torna-se uma forte amizade. Quando Nick descobre que seu amigo tem uma antiga paixão por sua prima Daisy Buchanan (Carey Mulligan), ele resolve reaproximar os dois, esquecendo o fato dela ser casada com seu velho amigo dos tempos de faculdade, o também endinheirado Tom Buchanan (Joel Edgerton). Agora, o conflito está armado e as consequências serão trágicas.
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