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Permalink Responder até Izabela Cristina de Melo Santos em 19 fevereiro 2012 at 9:50
Como alguns já falaram, ainda acho que o uso do livro didático é importante e um auxilio para o professor quando bem trabalhado na sala de aula. Como o livro não é pensado para a realidade de cada aluno brasileiro e suas individualidades, cabe ai ao professor (a) fazer com que as atividades se tornem atrativas para o aluno, pois ele conhece aquela realidade e pode relacionar os textos e atividade ao cotidiano do aluno. É mais trabalho do que simplesmente seguir o cronograma e a ordem do livro? Sim, mais pra mim é a maneira mais atraente de se usar o livro didático. Muitas vezes são os únicos livros que as crianças de escola pública tem acesso, então porque restringi-las do acesso a eles e não pensar em novas abordagens de usá-lo em sala?
Permalink Responder até Brancaleone em 20 fevereiro 2012 at 9:45
Existe uma aversão dos estudantes aos livros - basicamente por conta dos professores escolherem livros ruins e sem graça e obrigarem os alunos a lerem
Não tem cabimento exigir de meninos e meninas a leitura de "A Moreninha" quando se tem cesso a faceboks, orkuts, video games e similares. Claro que não se pode impor paulo coelho (merecidas minúsculas) - o que constituiria erro maior que "A Moreninha" mas que existem bons livros didáticos isso é uma certeza.
Concordo plenamente com a Sunamita. O livro didático é uma ferramenta de apoio e deve ser encarado como tal. O que falta, muitas vezes, é um bom preparo por parte do educador.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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