Esta criticando sim. E foi mal educado. Primeiro chamou o cara de idiota. Até onde sei isso é falta de educação. Que não concorde com a opinião dos outros tudo bem, mas não precisa agredir verbalmente. Eu também não concordei com muita coisa que você disse e nem por isso te chamei de idiota ou coisa parecida.
Você generalizou. Veja: "Brasileiro e' um povo pobre de dinheiro e de espi'rito. Os sulinos e Sudestinos vivem em favelas e dizem que seu estado e' rico. Parecem Hienas,,,,, animal que trepa uma vez por ano, come feses e ainda ri.Abracos Betopernambuco".
Em todo lugar vai ter gente assim, mas isso não significa que só terá gente assim. Por isso não gosto de generalizações.
Só espero que não generalize dizendo que toda mulher bonitinha é burrinha, ou pior que é de vida fácil, pois é sempre essa imagem que se tem do Brasil em relação as mulheres.
Att,
Luciana Couto
Permalink Responder até alexandre silva volk em 3 fevereiro 2011 at 18:59
Luciana concordo com vc somos 1 povo hoenesto!
O Brasil é 1 povo de gente educada estamos até em igualdade aos dos Estados Unidos! Pessoal a hora que abrirem os arquivos de nossa ditadura vai aparecer tanto nome de plitico envolvido, vai ser igual aos Estados Unidos anos 50 e 60, quando um senador chamado MacArty d canto mandava na politica externa e interna sendo ele o chefe de estado de 1 governo oculto, agindo como a CIA e FBI, forjando documentos!
A ditadura não funcionou lá depois dos anos de 65 pois o GovernoOculto era os ditadores e forjavam tudo! Foram abrindo aos pokos documentos, como planos para socorrer o ditador Fulgencio Batista, socorrer O Vietnã do Norte e a Coriea do Sul com qual verba: tráfico de drogas, venda de armas apreendidas e roubos! Muita coisa vem a tona aos poucos mas a maioria a CIA mantem em segredo!
No Brasil a mesma coisa acontece só que muita coisa já veio a tona ok!
Se nos chamar de burro vai ver qual povo é burro na verdade: AMERICANOS MAS AMERICANOS DO NORTE NÃO DO SUL! Somos explorados e humilhados epelo povo do norte!
Permalink Responder até Arquivo Café História em 3 fevereiro 2011 at 16:43
Prezados,
Agradeço a todos os que estão participando de maneira respeitosa, focada e positiva deste debate tão importante. Fui obrigado a retirar do Café História o participante Roberto Correia, que extrapolou os limites da falta de educação. Coisa que não pode ser tolerada em nenhum ambiente coletivo e social que se preze. Peço desculpa a todos que se sentiram ofendidos por esta pessoa. No mais, deixo um abraço e votos para que a discussão siga saudável.
Bruno Leal
Editor do Café História
Olá Pessoal, ao ler as observações aqui expostas, fiquei refletindo sobre o lugar do sujeito e sua condição tanto como protagonista ou como antagonista do desenvolvimento do ser humano. Convido esta reflexão a partir de um olhar de Spinoza, quando comenta que os execessos são causas da barbárie; aqui me refiro ao comentário de Deleuze sobre o sentido. Então, talvez tenhamos que inspirar um projeto de um renascimento sobre e para todos...Digo um renascimento que possa vincular a estética não como dogma, mas como alternativa. Dizer que a liberdade sem limite inclusive no modelo de educação creio ser algo ainda prematuro do ponto de vista pedagógico; o limite não é asfixiar o pensamento,mas poderia ao menos deveria ser facilitador de caminhos que não seja da patronização inclusive histórica que teima bater nos dis cursos (as escrituras, todas elas). Refundar referências seria o viés...mas como combater a mídia imposta e exposta das novas tecnologias frente a colonização do corpo?
Abraços,
Sidney do Carmo- Coordenei projeto de história social nas 04 ex colônias de Hanseniase em Minas Gerais.
Permalink Responder até samanta pasquini mol em 3 fevereiro 2011 at 18:13
Permalink Responder até raimundo Nonato da Silva em 4 fevereiro 2011 at 6:35
Absurdos mundiais
Autor poeta Raimundo nonato da silva
De Sousa na Paraíba
Bombas fogos explosíveis
Coisas de homens sem planos
Não tem quem some os milhões
Que são gastos todos os anos
Davam para alimentar
Milhões de seres humanos
Muitos homens levianos
Cada um sem coração
Tem deles que ainda falam
De acabar a poluição
Meu Deus quanta hipocrisia
Nos grandes desta nação
Eu sei que cada explosão
Polui o meio ambiente
Sei que o efeito estufa
Ta me deixando doente
E o aquecimento global
Pouco a pouco mata a gente
Jesus não esta contente
E para Deus não tem graça
Vê a terra poluída
Com bomba guerra e desgraça
Que gasta grana com fogos
Ta gastando com fumaça
A cada dia que passa
O político demagogo
Fala no meio ambiente
Diz a terra esta em jogo
E quando é pra soltar gironda
Ele é quem acende o fogo
Em político demagogo
Só tolo é que se confia
O que ele diz de noite
Não serve pro outro dia
Vê o erro cala e consente
Veja quanta hipocrisia
Eu vejo todos os dias
O mundo na esparrela
Político ator mente bem
Como vilão de novela
Fala da poluição
Protege quem pratica ela
É hipócrita quem dizer
Detesto poluição
E corta uma arvore e faz
Queimadas em cima do chão
E enche os rios de lixo
Solta bomba e foguetão
Em cada uma machadada
Uma árvore linda tomba
Cada bomba é um buraco
Que no chão a bomba a romba
Se fosse por mim o mundo
Não tinha traque nem bomba
Outro dinheiro perdido
Eu digo e não é boato
É com chapa de eleição
E retrato de candidato
É mesmo que alguém queimar
E jogar grana no mato
Esta faltando juízo
Pra mais de uma pessoa
Dinheiro gasto com fogos
É dinheiro gasto a toa
O tolo gasta pensando
Que fez uma coisa boa
Zoada de bomba enjoa
Deus quer o mundo tranqüilo
Jesus não se agrada disso
E Deus não gosta daquilo
Quem pensa que agrada Deus
Ta dando grande vacilo
2
Vê se o pobre intranqüilo
Sofrendo muito humilhado
Sem casa roupa e comida
Mal visto e mal amado
Enquanto com fogo e bomba
Muito dinheiro é queimado
Este dinheiro que é gasto
Com bomba e com foguetão
Da pra comprar casa e roupa
E pão pra quem não tem pão
Pecado é queimar dinheiro
Com que não tem precisão
Ouve-se estrondo de bombas
No tempo de eleição
Nos jogos de futebol
Também se ouve explosão
Tudo isso é alimento
Para a poluição
No são Pedro e no são João
No fim do ano também
Tem gente fazendo o mal
Pensando que faz o bem
Quem inventa uma fogueira
Juízo certo não tem
Outro absurdo também
É pai ou mãe infiel
Inventa para a criança
Que existe papai Noel
Invés de falar em Deus
E Jesus rei de Israel
Tem gente que no natal
Não fala mal de ninguém
Depois que o natal se passa
Fala de quem vai ou vem
Faz mal o ano todinho
E no dia só faz o bem
Queria que todo mundo
Tivesse o viver igual
A criança abandonada
Passa o ano numa mal
Muitos só se lembram dela
Quando é dia de natal
Gente da cara de pau
Meu Deus quanta hipocrisia
Diz assim faça a criança
Sorri feliz nesse dia
Depois que passa o natal
Acabou a alegria
Meu Deus que hipocrisia
Tem no coração humano
Por se lembrar da criança
Apenas uma vez no ano
Pra mim alguém desse tipo
Não passa de um leviano
Tem muita gente indecisa
Entre o falso e o real
Pensando em fazer o bem
Só no dia de natal
E os outros 365 dias
É para fazer o mal
O homem vai à loucura
Por não ser reconhecido
Igual ao agricultor
No seu trabalho sofrido
Puxando cobra pros pés
Ganhando mal recebido
Quem não constrói só destrói
De quem tem rasga os papéis
O pobre vive na roça
Puxando cobra pros pés
Enquanto quem nada faz
É quem tira nota dez
Detesto quem se aproveita
De um pobrezinho indefeso
E maltrata o miserável
Que está algemado e preso
Bata em quem não é de peia
Pra você sentir o peso
Quem é besta e a mostrado
Atinge quem vai ou vem
É mole e quer ser valente
Porque dar no Zé ninguém
Bata no homem de briga
Que você não se sai bem
Só por causa da verdade
Já mataram muita gente
Tem covarde que conhece
Finge e se faz de inocente
Outro não conhece e teima
Porque não é consciente
A verdade é uma árvore
Que poucos adubam ela
Outros cortam pelo o tronco
Apesar de ser tão bela
Como mataram Jesus
Construtor e dono dela
O apostolo Paulo um dia
Pregou com autoridade
O apostolo Pedro e outros
Vitimas da fatalidade
Estes homens só morreram
Porque pregaram a verdade
Hoje vivemos no mundo
Que a verdade pouco gira
A verdade é uma árvore
Que pouca gente admira
Porem noventa por cento
Preferem mas a mentira
Enquanto a mentira dura
Todo mal é encoberto
E a verdade não livra
Quem era pra ser liberto
Isto porque a justiça
Tem o errado por certo
Muitos negaram a verdade
Por acharem pesada a cruz
Tem uns que procuram as trevas
Porque não gostam da luz
E assim a verdade dói
Nos que negaram Jesus
Tem alguém que encoberta
Um crime ou algo roubado
Tem alguém bem escondido
Fazendo o que é errado
Se não há crime perfeito
Quem engana é enganado
As finanças se acabaram
E o presidente atreve
Tomar dinheiro emprestado
Quanto mais toma, mas deve.
E esta crise econômica
Não se acaba tão breve
Nazismo é o movimento
Nacionalista Alemão
Foi liderado por Hitler
Um homem sem coração
Que matou os seis milhões
De Judeus sem precisão
Pobre mora na favela
Por de traz de uma parede
Sem ter direito ao um lençol
Uma cama ou uma rede
Sem pão pra matar a fome
Sem água pra matar a sede
Foi vendo a destruição
De Hiroxima e nagazaque
Que a bomba atômica fez
Através do grande ataque
Que os estados unidos
Fez e botou em destaque
Vendo o pobre em desabrigo
Sem conforto e sem morada
Sem comida e sem lazer
Vivendo de retirada
Deu pra entender que o mundo
De amor não tem é nada
Vendo a criança jogada
Na triste periferia
Sem pai sem mãe sem parente
Sem nem uma companhia
Sem amor e sem carinho
Não há quem tenha alegria
Vendo morte todo dia
Seqüestro a cada segundo
A mortandade infantil
E o trafico de droga imundo
Até Jesus chora triste
Com as injustiças do mundo
Vendo o povo brasileiro
Sem conforto e assistência
No país escravizado
Que diz ter independência
Mas falta se libertar
Da droga e da violência
Foi vendo no xilindró
A mais triste humilhação
Conheci que o calabouço
Era inferno e tinha cão
E achei muito difícil
Soldado ter salvação
Eu sou denunciativo
Gosto de denunciar
Sou a favor do direito
Não trabalho pra falhar
Eu só demonstro o que sei
E só digo pra provar
Tem tanto rico amostrado
Mostrando a grana que tem
Tem pobre que esta lutando
Pra conseguir ser alguém
E por mais que alguém seja tudo
Não é melhor que ninguém
O pobre quer, mas não tem.
Onde quer que você ande
Enquanto o pobre trabalha
O homem rico se expande
O pobre tenta vencer
Mas a concorrência é grande
Onde não tem quem comande
Pobre esta sempre de baixo
Não tem essa de dizer
Eu sou bravo e muito macho
Porque até a justiça
É cega e faz cambalacho
O pobre cai no relaxo
E o rico lhe confunde
O rico grita se cale
E o pobre não responde
E o rico ajunta dinheiro
Pra botar não sei a onde
Na questão de um momento
Tempo segundo ou minuto
Ora dia mês e ano
Semana também é fruto
Ninguém ver o bóia fria
Mas Deus protege o matuto
Pode em menos de um minuto
Tudo ficar diferente
O pobre ser menos bruto
E o rico ser consciente
Se o rico aprender tratar
Quem é pobre como gente
Se o rico prepotente
Tivesse simplicidade
Talvez o pobre buscasse
Cada vez, mas humildade.
No mundo não existiria
Tamanha desigualdade
Irresponsabilidade
Ofende como um veneno
O médio fere o mais pobre
Grande maltrata pequeno
Porem para classe baixa
Esta faltando terreno
Alguém não deixa por menos
E com isso se ofende
O rico toma do pobre
E pro outro rico vende
É um consumindo o outro
Coisa que ninguém entende
O pobre não se defende
E o rico pra não cair
Faz da cabeça do pobre
Uma escada pra subir
E o beradeiro é tão besta
Que nem procura em pedir
Ninguém diga que é forte
Por que só Deus é profundo
Pobre ou rico não é nada
Morem e viram moribundos
Se não enterrarem a carne
Pode apodrecer o mundo
A verdade faz um chorar
E outro sorrir contente
A mentira e a falsidade
Enganaram muita gente
A dura verdade dói
Mas da lição em quem mente
A mentira por ser falsa
Engana quem vai ou vem
Quem inventa se engana
Quem acredita também
Mas a verdade é a força
Do caráter de alguém
A verdade livra alguém
Inocente da prisão
Desmascara o mentiroso
Faz passar decepção
Quando a mentira diz sim
A verdade diz que não
Quem não pode dominar
Os seus desejos carnais
Faz o errado pensando
Que a coisa certa faz
É melhor ficar calado
Do que conversar de mais
O rico tem varias calças
O pobre usa uma estopa
O político come bem
O pobre não tem nem sopa
Tantos políticos roubando
E tantos pobres sem roupa
Do Brasil para o estrangeiro
O político que tem nome
Em casa de tudo tem
De tudo que é bom come
Tantos políticos mentindo
E tantos pobres com fome
É preciso esses políticos
Vê mas os necessitados
Pensar em Deus ajudando
Os pobres descamisados
Pro Brasil deixar de ser
País dos a fragelados
Permalink Responder até Paulo Rogério Vargas em 4 fevereiro 2011 at 12:11
Os vivos são sempre, e cada vez mais, governados pelos mais vivos.
Todos os homens nascem iguais. No dia seguinte já são diferentes.
Todos os homens nascem iguais. E às vezes até piores.
A falência do liberalismo não começa quando toleramos a opinião contrária dos outros.
Começa quando toleramos a opinião daqueles que de bom grado acabariam com a nossa
Em relação à pergunta: - Não consigo percebê-la. Como é que algum tinha vontade antes de ter nascido?.
Acerca das ditaduras:é inclassificável e inqualificável o que o Homem faz aos outros Homens.
O "Senhor" Aureliano Ferreira Santos Filho, deveria ler a "Alegoria da Caverna" de Platão e se ao fim de 150 vezes, de tal leitura,a percebesse, talvez... começasse a entender o significado de Democracia e de ser republicano.
Entretanto, tenho pena desta qualidade de "pessoas".
Há um livro interessante de Roberto Musil "Da Estupidez", que aconselho vivamente a lê-lo. José Corrêa
“Com muita sabedoria, estudando muito, pensando muito, procurando compreender tudo e todos, um HOMEM consegue, depois de mais ou menos quarenta anos de vida, aprender a ficar calado”.
É o que deveria ter feito o "SENHOR AURELIANO SANTOS FILHO".
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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