Recentemente assisti a uma palestra com um linguista que salientou a importancia do Brasil ter o seu próprio idioma, já que o Português que seguimos na gramática não condiz com a lingua falada, aliás, até atrapalha na hora de aprender, já que a disciplina que mais estudamos é a lingua portuguesa e saímos da escola falando totalmente diferente daquilo que escrevemos. Segundo o linguista mencionado, nem os portugueses falam português e aponta diversos erros na nossa gramática, além do mais, contesta o fato de termos em nosso idioma mais de 130.000 palavras em tupi (em Portugal não tem) que formam 90% do que falamos e não são condensadas a gramatica literal. Gostaria de saber a opinião de vocês colegas; o que acham desse assunto? Já pensaram sobre a idéia? Será que está na hora de nos desvencilharmos de vez da "pátria mãe"? E a máfia do livro didático, como fica? Opinem por favor. Abraço e obrigado à todos.
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Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 5 maio 2010 at 11:50
Permalink Responder até ALCELIDES BATISTA em 5 maio 2010 at 13:16
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 5 maio 2010 at 13:45
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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