Recentemente assisti a uma palestra com um linguista que salientou a importancia do Brasil ter o seu próprio idioma, já que o Português que seguimos na gramática não condiz com a lingua falada, aliás, até atrapalha na hora de aprender, já que a disciplina que mais estudamos é a lingua portuguesa e saímos da escola falando totalmente diferente daquilo que escrevemos. Segundo o linguista mencionado, nem os portugueses falam português e aponta diversos erros na nossa gramática, além do mais, contesta o fato de termos em nosso idioma mais de 130.000 palavras em tupi (em Portugal não tem) que formam 90% do que falamos e não são condensadas a gramatica literal. Gostaria de saber a opinião de vocês colegas; o que acham desse assunto? Já pensaram sobre a idéia? Será que está na hora de nos desvencilharmos de vez da "pátria mãe"? E a máfia do livro didático, como fica? Opinem por favor. Abraço e obrigado à todos.

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Sr. Procópio, parece que o senhor mudou de idéia a respeito da língua que diz falar?
Gostou do texto? a verdade deve sempre prevalecer sobre opiniões pessoais sem sustentação teórica, pois uma mentira contada repetidas vezes pode parecer verdade. Mas, apenas, parece ser mas não é.
A gramática brasileira sofreu diversas influências durante a sua história, estando arraigado desde a colonização aspectos, no primeiro momento de linguagem indigena, afro e luso (colonização)que até hoje encontram-se na fala do povo brasileiro. Desta forma penso que a nossa língua tornou-se singular, não podendo ser inserida na regra Portuguesa na sua abrangência. É claro que não estou falando em linguagens que variam de região para região, e sim da Gramática Portuguesa, todavia, penso que esta homogeneização de tal para os países lusos deva ser reavaliado.
Camila, você já pensou na importância do reconhecimento da nossa língua brasileira?
Pois bem, Hoje, nós poderiamos está na 8ª posição entre as línguas mais faladas no mundo (200 milhões de falantes). No entanto delegamos esse poder a Portugal que tem apenas 11 milhões de falantes. O Brasil não figura nem na relação das línguas, pois a nossa língua não é reconhecida por nós mesmos.

Argumentos contra a língua portuguesa no Brasil:

Não podemos esquecer que Portugal é tido como o país que possui a fronteira "mais antiga e mais estável do mundo" [9]. Mas isso se considerarmos o Portugal-Estado como entidade política, soberana no conjunto das relações internacionais. Como nação, que é o conceito principal implicado na concepção de língua, a Galiza é naturalmente mais antiga que Portugal [10]. O fato de que a Galiza tenha sido reinado peninsular entre os anos de 926 e 929 não diz realmente tudo. Mais do que isto, os galegos se constituem como povo com identidade própria, diferenciada, criadora da língua, de hábitos e de tradições ainda antes disso. Confirmando essa idéia, diz o texto promocional de uma série de "encontros" que terá lugar neste ano de 1996, de 16 a 19 de dezembro, no Museu do Povo Galego:

Nós podemos fazer o mesmo, não achas?

Não podemos negar a bravura dos aventureiros marítimos, dos tenazes navegadores portugueses. No entanto, por uma questão de respeito à história, deve ser desvelado, com todas as letras, que, na realidade, os portugueses levaram consigo não um idioma próprio, mas a língua galega, o idioma que primitivamente era dos habitantes do Norte da Península, que ficavam para trás, esmagados pela histórica pressão castelhana, que "domou e castrou" os verdadeiros "pais da língua", os quais falam o galego até nossos dias.

Sou palestrante nas Universidades do Tocantins. Gostaria muito de abrir espaço no Brasil inteiro para levar esta mensagem. Um abraço.
Alcelides, gostaria que você não deixasse essa semente plantada na palestra da FAG morrer.
Preciso muito da sua ajuda para tentar ministrar outras palestras em Colinas e em outras cidades.
Conto com sua ajuda amigo. Você já tentou com os dirigentes da faculdade que você estuda?

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Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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