
Permalink Responder até Jane Rosana Cassol em 15 dezembro 2010 at 19:17
Concordo com Almir. Desejo que a humanidade alicerce seus atos baseada em valores morais, exercite sua razão plena, seu livre arbítrio e defenda a manutenção da vida nesse planeta. O ateísmo coloca o homem no seu devido lugar: no centro de tudo, no poder de decidir, de viver sem o jugo das imposições ou a espera de perdão. Únicos que somos. Não somos frutos de planos, de esquemas, de seres onipresentes e como não temos ainda a certeza de vida inteligente em outros corpos celestes, temos o compromisso de continuarmos como espécie e manter toda a vida da Terra. Com certeza temos que evoluir mais como humanos.
Eu já escrevi isso em algum lugar por aqui: "Deus não faz falta alguma ao ser humano". Com o avanço tecnólogico fica cada vez mais fácil entender isso, ou seja a humanidade está caminhando a passos largos para se livrar totalmente dos seus medos, dos seus receios e passados dois, tres mil anos, os relatos biblicos e suas interpretações malucas e estapafurdias e porque não dizer suas traduções e alterações convenientes, deveriam confundir cada vez mais aqueles que têm fé. Nâo tenho receio de afirmar também que, no meu entendimento pessoal a biblia é uma propaganda escancarada dos Judeus. Portanto o assunto proposto diz em outras palavras o que postei num texto chamado "Você fala com Deus todos os dias" e obviamente chamei de mentirosos aqueles que afirmam isso, por exemplo em frases adesivadas em seus veiculos.
Permalink Responder até Eva Leilane Ramos Almeida em 13 maio 2011 at 1:19
Penso que esta nova geração "ateia" não é necessariamente melhor que a geração "não ateia". Vejo muita gente simplesmente substituindo a religião tradicional por uma nova religião, o cientificismo. Vejo muitos jovens que não conhecem muito bem o funcionamento da ciência tem atribuindo à ela um caráter quase mágico, além de uma pretensão irritante de que a ciência responde à todas as questões concernentes ao ser humano.
Pesquise ideias como o fisicismo ou o fundamentalismo praticado por autores como Dawkins, não sei, talvez seja apenas um pessimismo da minha parte, mas não vejo essas coisas com bons olhos.
Os ateus meu caro R. G são práticos. Acreditam naquilo que os olhos vêem, no que as mãos tocam, no que os ouvidos ouvem e naquilo que tem odor e que o proprio nariz registra. Eu disse, o próprio nariz. O Ateu ninguém escreve ou fala por ele, portanto ele não usa a fé cega como meio de vida. O Ateu é pura e simplesmente o cara que vive como nasceu, sem roupa, sem crenças, sem documentos. Porque não apoiar-se apenas naquilo que é lógico e verdadeiro e palpável, ou seja, em outras palavras cientifico. Nada mais belo e puro que a ciencia, a tecnologia. Viver sob o terrorismo do livro negro chamado biblia é no minimo uma inocencia. Abraços.
Luiz Bento
Goiânia
Luiz Bento Pareira, com todo o respeito, mas de qual ciência bela e pura você esta falando? O cientificismo trágico dos "positivistas" ou a ciência das grandes indústrias farmacêuticas? Ou, talvez, do método científico pensado e praticado para se chegar a fins pré-estabelecidos?
Será que todo ateu se encaixa no estereótipo que você traçou ou generalizar dessa forma não seria também uma forma de fé cega acerca do ideal de ateu que você narrou?
Sem retóricas, meu caro
Falo dos avanços cientificos de uma maneira geral, coisas simples e conhecidas, tais como bussolas, avioes, bombas atômicas, Navios, TV, um ferro em brasa que evoluiu para o ferro eletrico, a propria eletricidade, o telefone com fio e sem fio, o celular, as cameras de filmagens, o homem no espaço, o motor de multiplas utilidades que suga a agua das entranhas da terra e ao mesmo tempo suga o petroleo combustivel de suma importancia para o desenvolvimento industrial, transporte, etc.
Falo da evolução humana, meu amigo.
As religiões não fazem e nunca fizeram parte disso, pelo contrário a perplexidade dos seres humanos envolvidos com o medo, com o pavor e com a fé cega também não participa desses avanços que antigamente eram chamados de bruxaria.
Vc.quer misturar ética com avanços cientificos da humanidade. Quer mais uma vez manter a religião na nebulosidade de suas palavras.
Repito, sou ateu sem medos, convicto, não preciso de um Deus atazanando a minha mente. Tenho 65 anos e sei que daqui a pouco vou embora pra lugar algum, ou pro mesmo lugar de onde vim ou brotei, a terra. Somos micróbrios, bacterias., ou seja, nesse aspecto não avançamos nada cientificamente desde o ponto inicial. : A CEGUEIRA.
Permaneça nela de forma humilde e resignada, sem reboliços - rsss
Luiz,
infelizmente você apela para os avanços da técnica para justificar a sua opinião de que os ateus são mais inteligentes, ricos e bonitos, porém, as coisas não tem, necessariamente, relação. À boa parte dos ateus resta somente o consumo desenfreado e irrefletido dos produtos que a tecnologia produz.
A grande maioria dos que se dizem ateus não conhecem os procedimentos cientificos e muito menos as produções contemporâneas acerca da filosofia da ciência. Ser ateu não é sinonimo de inteligencia ou discernimento. A ciência, pensada por meio do senso comum ganha contornos quase mágicos, falo isso com apoio de textos de vários historiadores, de Hosbabwm a Todorov e passando por Gould. (não citarei páginas porque não é da área do meu interesse e nem acho que vale o trabalho folhear os livros).
Além do mais, ao afirmar que fala em nome da evolução humana você reproduz o tipico discurso totálitário que tanto estrago fez para a mesma "humanidade" que você diz defender, inclusive , algumas vezes, esses discursos tinham força por seu cárater pseudo-cientifico outras vezes, na maioria dos casos, um fervor reliogoso.
Se você é um mero micróbio ou bactéria porque pensa no sentido "Universal" qual micróbio ou bactéria pensa assim? O que de cientifico tem esse sentido "universal" que você da para o homem e para as descobertas cientificas?
Atenciosamente.
Apenas complementando, sugiro a leitura deste artigo do espimólogo Chalmers sobre o senso comum e a ciência: http://ateus.net/artigos/filosofia/a-ciencia-como-conhecimento-deri...
atenciosamente.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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