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Fábio Leal

Nacional Socialismo e Neonazismo - Como explicar?

Ultimamente vemos matérias sobre jovens defendendo um ideal nacional-socialista com a justificativa de que seus atos e marchas são em prol da ordem e da nação. E vemos isso até mesmo no Brasil, onde o movimento, muito pequeno, apresenta contradições e afirmações até mesmo curiosas.

Vocês acham que, hoje em dia, o nacional-socialismo ainda pode ser considerado uma expressão política ou apenas deve ser encarado como um conceito adotado por pequenas tribos urbanas complexadas, que supostamente justifica agressões e perseguições à pessoas de outras etnias e/ou ideal político e/ou religioso diferente?

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Respostas a este tópico

Não, foi mais uma brincadeira em torno do assunto. Mas para evitar mal entendidos irei apaga-lo. Mas o facto é que também existem muitos grupos de extrema-esquerda como as FARC que cometem ataques violentos, em Portugal existiram grupos como as "Forças Populares 25 de Abril" que operou nos anos 80 responsável pelo homicídio de 18 pessoas de entre os quais um recém-nascido, penso que as acções terroristas da extrema-esquerda também deveriam ser condenadas.
Além do mais houve á uns tempos uma tentativa de inflitração por parte dos serviços secretos alemães no NPD com o único objectivo de criar desturbios e de dar má imagem ao partido, esse acontecimento diz muito sobre os actos de violência que alegadamente são cometidos por militantes nacionalistas, quando na verdade não passam de infiltrados, como se já não bastassem os traidores que governam a europa, ainda existem "ratos" que se passam por nacionalistas com o único objectivo de dar má imagem aos partidos nacionalistas legalizados na Europa, mas também temos as simulações de ataques racistas, como foi o caso de uma cidadão estrangeira que simulou um ataque na suíça por parte de neo-nazis á bem pouco tempo.

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É sem dúvida uma questão iminente uma vez que (sobretudo na europa) os valores da extrema-direita estão a germinar de novo.. mais do que se pensa.. contudo e no meu ponto de vista esta germinação deve-se ao "laboratório democrático" que se estendeu um pouco por todo o mundo e que se revela, com mais ou menos tempo de maturação, uma insuficiência e acima de tudo uma «desvirtude» quando a "democracia" deveria suplantar em muito os defeitos dos regimes menos "justos".. o que vemos com claríssima visão é que as democracias procuram depois de estabelecidas economias "imperialistas" para sobreviverem e agradarem aos "reclamantes" por melhores condições de vida.. na prática a "experiência" a fundo da "liberdade democrática-económica" leva à ditadura dos mais influentes e ricos, o neoliberalismo agradece e corrompe como um vírus a quem é dada liberdade de infestação, o planeta tosse pela devastação que a "livre concorrência" provoca e o que parece mais insano é que os valores "democraticos" parecem sr panaceia para tudo e plataforma demagógica para todos os actos ditatoriais.. é assim tão estranho os valores "radicais" estarem a vir ao de cima???

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Gostava apenas de lançar uma questão pertinente. Vocês acham que se devia dar liberdade de expressão aos actuais nacionais-socialistas, como se faz nos EUA a onde até existe um partido nazi legalizado ou pelo contrário se deveria perseguir e apostar na repreensão com o intuito de resultar na extinção de tais grupos?

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ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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