Alguns mitos a respeito da morte examinados mais de perto
EM TODA a História, o homem tem sentido perplexidade e medo diante da perspectiva tenebrosa da morte. Ainda mais, esse medo tem sido alimentado por uma mistura de falsos conceitos religiosos, costumes populares e crenças pessoais arraigadas. O problema com o medo da morte é que ele pode impedir que tenhamos prazer na vida e minar a nossa confiança de que a vida tenha significado.
As religiões tradicionais são especialmente culpadas de promover uma série de mitos populares a respeito da morte. Por examinar alguns deles à luz da verdade bíblica, observe se você consegue chegar a um entendimento mais claro desse assunto.

Mito 1: A morte é o fim natural da vida.
“A morte . . . é uma parte integrante da nossa vida”, diz o livro Death—The Final Stage of Growth (Morte — O Estágio Final do Desenvolvimento). Comentários assim refletem a crença de que a morte é normal, o fim natural de todos os organismos vivos. Tal crença, por sua vez, tem fomentado uma filosofia niilista e o comportamento oportunista de muitos.
Mas, será que a morte é realmente o fim natural da vida? Nem todos os pesquisadores crêem nisso. Por exemplo, Calvin Harley, biólogo que estuda o envelhecimento humano, disse numa entrevista que ele não crê que os humanos “estejam programados para morrer”. O imunologista William Clark observou: “A morte não está inextricavelmente entrelaçada com a definição da vida.” E Seymour Benzer, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, opina que “em vez de comparar o envelhecimento a um relógio, é melhor compará-lo a uma seqüência de eventos, que temos esperança de controlar”.
Quando os cientistas estudam como o homem é feito, ficam intrigados. Constatam que fomos dotados com recursos e capacidades que ultrapassam em muito as necessidades da nossa vida de 90 ou 100 anos. Por exemplo, os cientistas descobriram que o cérebro humano tem uma imensa capacidade de memória. Um pesquisador calculou que nosso cérebro pode armazenar informações que “encheriam uns vinte milhões de volumes, tantos quantos os existentes nas maiores bibliotecas do mundo”. Alguns neurocientistas estimam que, num período de vida médio, a pessoa usa apenas 1/100 de 1 por cento (0,0001) do potencial do cérebro. É apropriado que se pergunte: ‘Por que temos um cérebro com tanta capacidade, quando mal usamos uma fração dele num período de vida médio?’
Considere também a reação extrema dos humanos diante da morte. Para a maioria, o falecimento da esposa, do marido ou dum filho pode ser a experiência mais traumática da vida . Toda a constituição emocional das pessoas muitas vezes fica abalada por longo tempo após o falecimento dum ente querido. Mesmo os que afirmam que a morte é natural para os humanos acham difícil aceitar a idéia de que a sua própria morte significará o fim de tudo. O periódico British Medical Journal falou sobre “uma suposição comum entre os peritos de que todo mundo quer viver o maior tempo possível”.
Em vista da reação geral do homem à morte, do seu espantoso potencial de memorização e aprendizagem, e da ânsia pela eternidade no seu íntimo, não é evidente que ele foi feito para viver? De fato, acredito que Deus criou os humanos, não com a perspectiva natural de morrer, mas com a de viver indefinidamente. Note o futuro que Deus apresentou ao primeiro casal humano: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e tende em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e toda criatura vivente que se move na terra.” (Gênesis 1:28).
Mito 2: Deus faz as pessoas morrer para ficarem com ele.
Certa mãe, de 27 anos de idade, que estava para morrer e deixar três filhos, disse a uma freira católica: “Não me venha dizer que esta é a vontade de Deus para mim. . . . Odeio ouvir alguém me dizer isso.”

No entanto, é isso o que muitas religiões ensinam a respeito da morte — que Deus leva as pessoas para ficarem perto dele.
Será que o Criador é realmente tão cruel que nos infligiria insensivelmente a morte, sabendo que isso nos parte o coração? Não, não o Deus da Bíblia. De acordo com 1 João 4:8, “Deus é amor”. Note que o texto não diz que Deus tem amor ou que Deus é amoroso, mas diz que Deus é amor. O amor de Deus é tão intenso, tão puro e tão perfeito, e permeia tão cabalmente a sua personalidade e suas ações, que se pode dizer corretamente que Ele é a própria personificação do amor. Não se trata de um Deus que faz as pessoas morrer para ficarem perto dele.
A religião tem deixado muitas pessoas confusas sobre onde estão os mortos e qual a condição deles. Os destinos, que incluem o céu, inferno, purgatório, limbo, vão desde o incompreensível até o absolutamente aterrorizante. A Bíblia, por outro lado, nos diz que os mortos estão inconscientes, que estão numa condição bem parecida ao sono. (Eclesiastes 9:5, 10; João 11:11-14) De modo que não precisamos preocupar-nos com o que acontecerá conosco após a morte, assim como não nos preocupamos quando vemos alguém dormir profundamente. Jesus falou dum tempo em que “todos os que estão nos túmulos memoriais . . . sairão” para uma vida renovada numa Terra paradísica. — João 5:28, 29; Lucas 23:43. E isto contraria em muito a própria bíblia que eles dizem seguir!
Mito 3: Deus leva as criancinhas para serem anjos.
Elisabeth Kübler-Ross, que estudou pacientes em estado terminal, mencionou outro conceito comum entre pessoas religiosas. Descrevendo um incidente real, ela declarou que “não é sábio dizer a uma pequena criança, que perdeu seu irmão, que Deus ama tanto os menininhos, que levou o Joãozinho para o céu”. Uma declaração assim causa uma má impressão de Deus e não reflete a sua personalidade, nem seu comportamento. A Dra. Kübler-Ross acrescentou: “Quando esta menina cresceu e se tornou mulher, ela nunca se livrou da raiva que sentia de Deus, o que provocou uma depressão psicótica quando perdeu seu filhinho três décadas depois.”
Por que Deus tiraria uma criança para ter mais um anjo — como se Ele necessitasse duma criança mais do que os pais dela? Se fosse verdade que Deus leva crianças, isso não o transformaria num Criador desamoroso e egoísta? Contrário a isso, a Bíblia diz: “O amor é de Deus.” (1 João 4:7) Causaria um Deus de amor uma perda que mesmo humanos com certa medida de decência considerariam intolerável?
Então, por que as crianças morrem? Parte da resposta bíblica está registrada em Eclesiastes 9:11: “O tempo e o imprevisto sobrevêm a todos.” E o Salmo 51:5 nos diz que todos nós somos imperfeitos, pecaminosos, desde o momento de nossa concepção, e que por isso a morte sobrevém a todos por diversos motivos. Às vezes, a criança já nasce morta. Em outros casos, as crianças morrem por causa das circunstâncias extremas em que vivem ou em acidentes. Deus não é responsável por tais fatalidades.
Mito 4: Alguns são atormentados após a morte.
Muitas religiões ensinam que os maus irão para um inferno de fogo e serão atormentados ali para sempre. Será que este ensino é lógico e bíblico? A duração da vida humana limita-se a 90 - 100 anos em uma média alta. Mesmo que alguém fosse extremamente iníquo durante toda a vida, será que um tormento eterno seria uma punição justa? Não. Seria totalmente injusto atormentar um homem para sempre pelos pecados que cometeu num curto período de vida.
Somente Deus pode revelar o que acontece às pessoas após a morte, e ele fez isso na sua Palavra escrita, a Bíblia. É por isso que a Bíblia diz: “Como morre um [animal], assim morre o [homem]; e todos eles têm apenas um só espírito . . . Todos vão para um só lugar. Todos eles vieram a ser do pó e todos eles retornam ao pó.” (Eclesiastes 3:19, 20) Aqui não se faz nenhuma menção dum inferno de fogo. Os humanos voltam ao pó — à inexistência — quando morrem.
Para alguém ser atormentado, ele tem de estar consciente. Será que os mortos estão conscientes? De novo, a Bíblia fornece a resposta: “Os viventes estão cônscios de que morrerão; os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada, nem têm mais salário, porque a recordação deles foi esquecida.” (Eclesiastes 9:5) É impossível que os mortos, que “não estão cônscios de absolutamente nada”, estejam sofrendo dores insuportáveis em algum lugar.
Mito 5: A morte significa o fim permanente da nossa existência.
Deixamos de existir quando morremos, mas isto não significa que necessariamente tudo acabou. O fiel Jó sabia que iria para a sepultura, o Seol, ao morrer. Mas, veja a oração dele a Deus: “Quem dera que me escondesses no Seol, que me mantivesses secreto até que a tua ira recuasse, que me fixasses um limite de tempo e te lembrasses de mim! Morrendo o varão vigoroso, pode ele viver novamente? . . . Tu chamarás e eu mesmo te responderei.” — Jó 14:13-15.
Jó acreditava que, se fosse fiel até a morte, seria lembrado por Deus e com o tempo seria ressuscitado. Esta era a crença de todos os servos de Deus na antiguidade. O próprio Jesus confirmou esta esperança e mostrou que Deus o usaria para ressuscitar os mortos. As próprias palavras de Cristo nos dão esta garantia: “Vem a hora em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a . . . voz [de Jesus] e sairão, os que fizeram boas coisas, para uma ressurreição de vida, os que praticaram coisas ruins, para uma ressurreição de julgamento.” — João 5:28, 29.
Muito em breve, Deus eliminará toda a maldade e estabelecerá um novo mundo sob um governo celestial. (Salmo 37:10, 11; Daniel 2:44; Revelação [Apocalipse] 16:14, 16) Isto resultará em a Terra inteira ser transformada num paraíso (salmos 37:29), habitado por pessoas que servem a Deus. Lemos na Bíblia: “Ouvi uma voz alta do trono dizer: ‘Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles. E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.’” — Revelação 21:3, 4.

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Respostas a este tópico

Muito interessante a matéria;pena que colocaste apenas a visão cristã com relação a morte.

A morte durante séculos questionada e, sem dúvida, é o motivo principal na formação de uma religião ou mito; é interessante para os humanos terem esse conforto para o final da vida e cada religião trata de uma forma muito particular esse tipo de acontecimento com "consolo" espiritual. No entanto, o cristianismo,por suas diversas ramificações, não consegue chegar a um denominador comum sobre o assunto o que , no meu ponto de vista,se torna muito confuso; testemunhos de jeová, adventistas,evangélicos,católicos e etc.... têm suas formas particulares de encarar ou "adequar" seus fieis a essa realidade; diferente de outras religiões importantes como o Islã,budismo,hinduísmo que mesmo com algumas ramificações ,defendem uma única ideia sobre o fato.

 

Sim! coloquei apenas a visão cristã, mas pedi para comentarem esperando outras versões, acredito que é um tópico interessante! abraço.

As crenças sobre a morte ou melhor, sobre a pós-morte é decorrencia direta da soberba racial dos humanos. O homem tem o cerebro mais desenvolvido entre os demais animais. A criatividade humana que nos fez usar o fogo, inventar o arco e a flexa, o automóvel, o fuzil de assalto e chegarmos a lua é a mesma critividade que degenerou em imaginar divindades e nos considerarmos criaturas criadas por quem criamos.

Ao nos considerarmos semi-divinos  nos achamos por demais importantes no universo para simplesmente morrermos exatamente como fazem as bactérias,cupins e baleias. Nossas divindades seriam muito chinfrins se nos deixassem morrer sem mais nem menos. Para valorizar nossas divindades e dar a elas certa importância passamos a imaginar que elas nos dariam o maior dos dons, uma espécie de "vida eterna" dividida entre vida terrena e em algum outro lugar administrado diretamente pelas tais divindades.

Nasce-se, vive-se e morre-se. Só isso. Não se trata de niilismo, muito pelo contrário. Os que levam uma vidinha  sem graça, infelizes e sem objetivos realmente adoram imaginar que toda esta tristeza um dia acaba e ele vai   existir etéreamente em algum lugar.

As crendices pós-morte são apenasmente uma "falha mental", um preço que se paga por ter uma mente imaginativa.

Interessante esta visão, acredito que seu texto indica que és evolucionista, ateu etc...

Respeito! porém já procurei respostas sobre diverssos assuntos, mas quando se fala de fé os dois lados possuem muitos argumentos:

No geral descobri que a maioria dos acusadores da religião confundem e acabam condenando junto a bíblia, já faz muito que debato (converssas respeitosas), com pessoas que se dizem ateus e ou evolucionistas, no geral não sou o maior conhecedor de todos fatos que levam as pessoas a crerem em evolução ou duvidarem da existência de Deus, mas (sem generalizar), ainda não conheci um Ateu ou Evolucionista que realmente conhecesse a bíblia o suficiente para ter o direito de acusar, geralmente fazem acusações que possuem simples respostas como se estas fossem capazes de destruir os argumentos em prol da existência de um Deus!

Aliás gostaria de ouvir de todos qual o ponto que o faz crer ou duvidar da bíblia.

Escreveste também '"Para valorizar nossas divindades e dar a elas certa importância passamos a imaginar que elas nos dariam o maior dos dons, uma espécie de "vida eterna" dividida entre vida terrena e em algum outro lugar administrado diretamente pelas tais divindades."'

Bem! exiestem diversso motivos para min em particular crer na existência de Deus e também para que eu tenha escolhido a Bíblia (Cristianismo como muitos dizem) ao invés de Islã,budismo,hinduísmo etc.

Quando você diz que "passamos a imaginar que elas...", engana-se, pois não passei a imaginar, foi muito estudo, pesquisa e questionamento antes de decidir, um dos erros mais comuns do ser humano, é imaginar que a idéia que nos parece absurda, ou difícil de conceber a si mesmo, trata-se de crença de pessoas de menor capacidade, e isso ocorre dos dois lados aqui em questão.

(Atenção! como textos possuem uma certa dificuldade de transmitir sentimentos imagine alguém converssando amigávelmente, por favor!)

Vou te contar uma história!

Certa vez um rapaz, que sempre foi um questionador, me contou que definitivamente havia perdido a sua crença na bíblia, disse que qualquer estudo um pouco mais profundo deste livro encontrava diverssas falhas, e isso era a ele inaceitável, então perguntei qual era a questão derradeira, pois talvez eu pudesse responder naquele momento, se não em uma semana responderia, após um sorriso, (não de deboche, pois ainda somos amistosos um com o outro e existe um respeito mutuo), então ele me disse que a falha da bíblia que o incomodava, e que de maneira alguma ele acreditava que eu responderia, era a árvore genealógica de Jesus, a qual mosta como ele seria decendente de Davi, relatada em Mateus e Lucas, olhei em seus olhos e perguntei:

-Não quer pensar um pouco mais, acho que você mesmo é capaz de encontrar a resposta

òbviamente ele sorriu meio amarelo e perguntou:

-Você sabe?

Bem! óbviamente expliquei a ele  e este percebeu que a resposta era simples, então me fez mais outras 3 perguntas as quais respondi prontamente, então comecei a questionar as razões para ele achar que a bíblia era apenas um livro ou que Deus não existia, ele não soube explicar, mas ainda penssa assim.

Ou seja, mesmo que você prove algo, que você responda todas perguntas, sempre haverá preferências, nem sempre, ou geralmente, sem base sustentadora.

porém a bíblia possui diverssas bases, a bíblia dizia antes de o homen possuir capacidade de descobrir que a terra era redonda e suspensa sobre o nada, e não sobre dois elefantes como os católicos diziam.

Muito antes de a humanidade em geral aceitar que a Terra é redonda, a Bíblia já declarava: “[Deus] estende o norte sobre o vazio, suspende a terra sobre o nada.” (Jó 26:7) A Bíblia revela que “há Um que mora acima do círculo da terra, cujos moradores são como gafanhotos”. (Isaías 40:22)

Mas este é apenas um simples exemplo, ainda existe a quarentena, ainda utilizada, existe a circuncisão que reduz os riscos de DST's em grande porcentagem, quanto a conservação dos escritos originais as escavações que encontram escrituras antiquíssimas comprovam que em mais de 2000 anos a bíblia continua ígual, qual outro livro consseguiu sobreviver a tamanha persseguição como a dos papas e igrejas?

Enfim, crer na bíblia e na existência de Deus, não é crer em saci pererê!

olá guerreiro! Gostei do seu comentário porém, a bíblia é  a qual você se referiu é um livro próprio de uma religião, apesar de também concordar que é um documento histórico, não podemos deixar de lado os outros livros ou materiais que outras várias religiões tomam como verdade.

No que diz respeito ao ateísmo, não podemos apontar essa prática por não ter consonância com a bíblia pois há uma diferença em discordar da veracidade dos conteúdos bíblicos com a existência de Deus; e o nosso papel como historiado observar esses detalhes e analisa-los com imparcialidade e, é claro, sem deixar que nossa fé se abale.

Porque que os evangelhos tem uma veracidade superior ao o alcorão ou a torá? será que nós, quanto historiadores não temos o dever de questionar isso?

Não sou ateu porém, não sigo nenhuma religião no entanto já li a bíblia completa uma duas vezes já li o alcorão,a torá, a sola,a bhagavad gita e vários outros e isso me serviu muito.Um abraço paz e bem!

Porque que os evangelhos tem uma veracidade superior ao o alcorão ou a torá? será que nós, quanto historiadores não temos o dever de questionar isso?

É uma pergunta recorrente, muitas vezes repetida, na minha opinião pessoal, já que também já li tais livros citados, é o lado profético, poderíamos juntar nesta lista o livro de mórmons?

Já conheci pessoas que acham que isso é relevante, mas acho que muitos não imaginam, ou não se colocam no lugar de quem vivia na época da escrita da bíblia, os acertos, a precisão histórica naquilo já comprovado nos faz esperar apenas isso, acertos, é claro que questionamentos existem o tempo inteiro, e sempre foi assim, se fizermos um retrospectiva histórica veremos ao longo da história diversos historiadores queimarem a língua, e não gostaria de juntar-me a esta lista, se você é historiador deve lembrar da descoberta dos rolos do mar morto, da descoberta de babilônia, esta aliás foi usada por décadas como prova de que a bíblia mentia, e não é o que diriam hoje tratando-se deste assunto.

Uma razão é que as raízes da religião judaica remontam a cerca de 4.000 anos na história, e outras grandes religiões estão endividadas para com suas Escrituras, em maior ou menor grau. O cristianismo, fundado por Jesus (hebraico: Ye·shú·a‛), que era judeu do primeiro século, tem suas raízes nas Escrituras Hebraicas. E, como a simples leitura do Qur’ān (Alcorão) mostrará, o islamismo também deve muito a essas escrituras. (Qur’ān, surata 2:49-57; 32:23, 24) Assim, ao examinarmos a religião judaica, examinamos também as raízes de centenas de outras religiões e seitas.

Nunca eu ou você poderíamos negar (ao meu ver) a óbvia decendência deste livro da própria bíblia:

Por exemplo: O principal ensinamento do islamismo, simplificando ao máximo, é o que se conhece por chahada, ou confissão de fé, que todo muçulmano conhece de cor: “La ilah illa Allah; Muhammad rasul Allah” (Não há deus senão Alá; Maomé é o mensageiro de Alá). Isto se harmoniza com a expressão alcorânica: “Vosso Deus é Um só. Não há mais deus que Ele, Clemente, Misericordiosíssimo.” (Surata 2:163) Essa idéia já fora expressa 2.000 anos antes disso, na antiga convocação a Israel: “Escuta, ó Israel: Javé (YHVH), nosso Deus, é um só Javé (YHVH).” (Deuteronômio 6:4) Jesus repetiu esse principal mandamento, registrado em Marcos 12:29, uns 600 anos antes de Maomé, e, em parte alguma, Jesus afirma ser Deus ou igual a Ele. — Marcos 13:32; João 14:28; 1 Coríntios 15:28.


Quase todas as narrativas históricas do Alcorão têm seus paralelos bíblicos . . . Entre os personagens do Velho Testamento, Adão, Noé, Abraão (mencionado cerca de setenta vezes em vinte e cinco diferentes suratas e tendo seu nome como título da surata 14), Ismael, Ló, José (a quem é dedicada a surata 12), Moisés (cujo nome ocorre em trinta e quatro suratas), Saul, Davi, Salomão, Elias, Jó e Jonas (nome da surata 10) figuram com destaque. A história da criação e da queda de Adão é citada cinco vezes, o dilúvio, oito e Sodoma, oito. De fato, há no Alcorão mais paralelismo com o Pentateuco do que com qualquer outra parte da Bíblia. . . .

A parte mais antiga da Bíblia é de data anterior à de todos os outros escritos religiosos do mundo. A Tora, ou os primeiros cinco livros da Bíblia, a Lei que Moisés escreveu sob inspiração, remonta aos séculos 15 e 16 AEC. Em comparação, os escritos hindus do Rig Veda (coleção de hinos) foram terminados por volta de 900 AEC e não reivindicam inspiração divina. O budista “Cânon dos Três Cestos” data do quinto século AEC. O Qur’ān (Alcorão), que se afirma ter sido transmitido por Deus através do anjo Gabriel, é um produto do sétimo século da EC. O Livro de Mórmon, alegadamente dado a Joseph Smith nos Estados Unidos por um anjo chamado Moroni, é um produto do século 19. Se algumas dessas obras são divinamente inspiradas, como alguns afirmam, então, o que elas oferecem em termos de orientação religiosa não deve contradizer os ensinamentos da Bíblia, que é a fonte inspirada original. Devem também responder a algumas das perguntas mais intrigantes da humanidade.

Sim! temos a obrigação de questionar, e faço isso como pode perceber, e após questionar, precisamos encontrar as respostas, poderíamos escrever sobre isso por muito tempo, e será um prazer compartilhar com voçê e com quem quiser as respostas as minhas questões e quem sabe as suas!

Abraço!



Desculpe, esqueci de citar:

O Bagavad-gita, menciona especificamente a alma como imortal. Apresenta isso como justificativa para a matança na guerra, dizendo:
“Perecíveis são os corpos (materiais) — eterna,
indestrutível, infinita é a alma que neles habita.
  Por isto, ó Arjuna, luta!
Quem pensa que é a alma, o Eu, que mata, ou o
Eu que morre, não conhece a verdade. O Eu
  não pode matar nem morrer.
O Eu nunca nasceu nem jamais morrerá. E, uma
vez que existe, nunca deixará de existir. Sem
 nascimento, sem morte, imutável, eterno —
  sempre ele mesmo e o Eu, a alma. Não é
   destruído com a destruição do corpo (material).”
— Bhagavad-Gita, II, 18-20.

Apenas pelo princípio do "não matarás" bíblico, já me serveria de motivo para considerar a bíblia superior, qual a vantagem trazida pela guerra? alguns podem citar a tecnologia, os avanços em geral, mas uma sociedade pacífica que seguisse os padrões morai da bíblia não poderiam alcançar os mesmo resultados bons? por que não?

E quanto ao sola, Lutero explicava muito bem!

Grande abraço!

A História ainda nos fará grandes surpresas!

olá guerreiro!

É justamente esse o meu espírito e o que penso; só não acho que podemos colocar o livro de mormos pois o mesmo, ainda que muito pouco, se rende ao cristianismo e sou obrigado a discordar que um dia encontraremos as respostas corretas para nossos questionamentos.

Paz e bem. 

...sou obrigado a discordar que um dia encontraremos as respostas corretas para nossos questionamentos.

Aí é que entram as profecias, embora existam muitas críticas, são em geral levianas, é como criticar alguém que acerta todos os nomes dos times que venceram um campeonto só porque este errou o placar exato, a bíblia por outro lado, acerta os times e não erra os placares apenas os coloca nas entrelinhas, a dificuldade de interpretar o resultado exato não tira o brilhantismo do acerto de quem vence!

O livro de Daniel possui diverssos acertos, corretas previsões "históricas" posicionamento de impérios, resultados de guerras etc...

Assim como o livro de Isaías, Apocalipsys etc...

Levando para o lado Histórico a bíblia é incontestável, quem estuda história muitas vezes (99,9%), estuda apenas história secular, quem estuda a bíblia muitas vezes se cega para a história secular e infelizmente torna-se um péssimo avaliador de limites, mas se juntar esses dois de forma séria, responsável e metódica, a coisa fica impressionante, por exemplo, quando Daniel fala dos reis do norte, e do sul, e pensarmos onde foi feita a escrita, (O cenário do livro é Babilônia, com uma das visões ocorrendo em Susã, junto ao rio Ulai. Não está claro se Daniel estava mesmo em Susã ou se estava ali de modo visionário. A escrita foi completada por volta de 536 AEC, e o livro abrange o período de 618 a cerca de 536 AEC) basta acompanhar os reis destas duas direções em relação ao local da escrita e tudo realmente aconteceu, o próprio Alexandre o grande tinha consciência de quem era neste livro, ele percebeu em vida que cumpria profecias, basta olhar seus números de guerreiros e contra quem lutou, para perceber ao quão espetacular foram suas vitórias (sobrenaturais quem sabe), etc.....

ex: com 47.000 homens venceu um reorganizado exército persa de 1.000.000 de homens perto de Gaugamela.


Fazendo um acompnhamento da história percebe-se com facilidade que não se trata de mais um livro, ou outros não saõ comparáveis na minha opinião!

forte abraço!

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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