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Sunamita: 180 povos que representam qual porcentagem da população brasileira ? Provavelmente menos de 1 % segundo o Censo.
Não me interprete mal. Não tenho nada contra o estudo científico das línguas indígenas por linguistas profissionais nem contra o aprendizado dessas línguas por antropólogos, historiadores, meros curiosos ou descendentes de comunidades indígenas. Pelo contrário, acho até que esse estudo deveria ser encorajado nas escolas e universidades. Dizer entretanto que línguas indígenas são hoje uma parte importante da identidade cultural nacional do Brasil é, ao meu ver, uma afirmação errada.
Permalink Responder até Sunamita Silva de Oliveira em 13 agosto 2012 at 16:05
Discordo, com base nos estudos etnológicos e antropológicos, mas respeito!
Abraços.
Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 14 agosto 2012 at 19:44
O acordo ortográfico é uma doce utopia diplomática. Só isso...
Jamais um lusitano vai falar do nosso jeito e vice-versa. É cultural, de muito tempo, muitas gerações.
Permalink Responder até Natasha Petrov em 17 agosto 2012 at 14:57
impossível padronizar a língua. muitos vocábulos têm origens indígenas e africanos (além da contribuição de outros imigrantes europeus e asiáticos). o português brasileiro é mais rico em vocábulos.
Permalink Responder até Sunamita Silva de Oliveira em 17 agosto 2012 at 16:01
mas a proposta Natasha, é assumirmos nossa real identidade. Quem fala português, são os portugueses. Nos países latinos, eles preferem que se diga: língua castelhana, ao invés de espanhola, pois defendem que espanhol se fala na Espanha. Mediante a riqueza cultural que temos, deveríamos ensinar ao menos uma língua indígena na escola e, mudar de "língua portuguesa" para LÍNGUA BRASILEIRA OU BRASÍLICA!!!Mas cada ponto de vista, é a vista de um ponto!!!
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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