Liberdade e Direitos Humanos - Como os antigos países da URSS lidaram com essas questões ?

A despeito de sua ideologia política tente responder a estas perguntas:
Ex-URSS, ex-Alemanha Oriental, Polônia, Tchecoslováquia, Hungria, Bulgária, Romênia, China, Cuba,Coréia do Norte, etc.
1- Porque, em alguns países socialistas, muros de concreto e arame-farpado foram construídos impedindo os descontentes de saírem? Os guardas socialistas tinham ordens de ATIRAR PARA MATAR em quem quisesse fugir (sair) do país.
2- Porque, em alguns países socialistas, as pessoas queriam sair e NÃO queriam entrar?
3- Porque os regimes socialistas (ex-URSS, cortina-de-ferro, China, etc) tentaram fazer uma conversão forçada, nos moldes da Igreja Católica medieval- converta-se ou morra? Ora, se uma pessoa é impedida de sair de um país e se não lhe permitem ter outra ideologia política, o que lhe sobra?
4- Porque, em alguns países socialistas, a necessidade de polícias espiãs e punitivas como a Stasi na Alemanha Oriental e a KGB na URSS?
5- Porque após a queda do muro de Berlim houve uma corrida POPULAR (nos países da cortina-de-ferro) para derrubada dos regimes socialistas?
6- Porque, no socialismo, a regra são ditaduras totalitárias, repressoras, sem liberdade de ir e vir, sem liberdade de expressão, sem eleições livres e pluripartidárias?
7- Porque os países socialistas se transformam em verdadeiros campos de prisioneiros onde a liberdade é a primeira vítima e os DIREITOS HUMANOS são tão desrespeitados?
8- Porque o POVO em multidões derrubou, tirou do poder, um a um dos seus líderes (ditadores) logo após a queda do muro de Berlim? Não seria mais lógico que lutassem por esse "maravilhoso", "benéfico", "justo", "popular" - sistema de governo?
9- Porque, em alguns países socialistas, não é permitida uma imprensa livre e sem censura para divulgar as "maravilhas" do regime?
10- CORÉIA DO NORTE X CORÉIA DO SUL: Mesmo povo, mesma cultura, mesmo clima. Qual esta melhor, em qual os Direitos Humanos são mais respeitados?
11- EX-ALEMANHA ORIENTAL X EX-ALEMANHA OCIDENTAL: Mesmo povo, mesma cultura, mesmo clima. Qual estava melhor, em qual os Direitos Humanos foram mais respeitados?

Tags: comunismo, socialismo

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Respostas a este tópico

"É uma distorção de valores incrível esta comparação.
O fato de pessoas quererem sair do México não há problema - ELES PODEM SAIR, SE QUISEREM. E em Cuba eles podem?????"

Como assim nâo há problemas em pessoas quererem sair do México? Isso sim é distorção de valores. Ignorar a miséria do subdesenvolvimento em nome da exaltação dos desenvolvidos. Como foi que você chamou? "MÁ-FÉ"!

Em nenhum momento defendi o socialismo. Apenas gostaria de o tirar de sua própria ilusão de liberdade e direitos humanos e provar que tudo o que ocorreu no socialismo tem seu correspondente no capitalismo. Se, na URSS, os muros eram legitimados pela força do ditador, na Espanha, são legitimados por leis de imigração, emanadas pelos mesmos parlamentares que oprimem os bascos (direitos humanos?). Mas ainda são muros e tolhem a liberdade de muitos.
Os muros da imigração são legítimos, como os são as leis do Brasil (por exemplo) que permitem, OU NÃO, a entrada de estrangeiros.
Criminoso seria se o Brasil, por exemplo, impedisse a saída de seus cidadãos. Porém é totalmente legal e legítimo impedir que pessoas entrem em um país, cada país tem suas leis de imigração. Como cada pessoa permite a entrada de quem quiser em sua casa. Incorreto seria que uma vez dentro de uma determinada casa estas pessoas fossem impedidas de sair - =CÁRCERE PRIVADO.
Países socialistas praticavam o "CÁRCERE COLETIVO".
O México ou outro país qualquer que atravesse dificuldades econômicas não tem o direito de manter ninguém contra sua vontade dentro de suas fronteiras- deve permitir, como o permite, que seus habitantes tentem a sorte em outros países que estão em melhor situação.
CUBA PERMITE ISSO?????
Muito diferente, porém, é obrigar qualquer país a aceitar que pessoas entrem sem permissão.
Esta inversão de valores é MÁ-FÉ.
Não há "cárcere coletivo" na Faixa de Gaza?
Não.
Então tá. Encerro minha participação no debate. Demasiado hipócrita. Não sei aonde você quer chegar com isso. Aposto que você também não sabe.
Obrigado pela participação, pena que as 11 perguntas não foram respondidas.

Caro Ernesto, é inegável que nas ditaduras comunistas ( 'soi disant' socialistas) os direitos humanos não são levados em conta. Mas outras ditaduras, de cunho fascista ( tipo Iran, China,Venezuela ou o Chile de Pinochet e na Espanha franquista), tbm ocorre o mesmo. A diferença é que os Partidos Comunistas do mundo todo e em todas as épocas têm um compromisso com o atraso,tanto cultural, como intelectual ou industrial. Seus produtos são de quinta categoria. seus calçados,suas roupas, seus veículos são ordinários e vagabundos. A comida é péssima, a arquitetura ídem, a higiene é relaxada, a água e energia são sempre racionadas para as populações sofridas. Falta tudo, pois são países improdutivos. Seus cidadãos não estão aptos a criar ou produzir. É negada qq iniciativa própria, apesar da falácia da EDUCAÇÃO. Ora, não existe educação onde não há CIVILIZAÇÃO. Por isso todo mundo só pensa em fugir. O exemplo do muro americano no México não tem nada a ver, é justamente o contrário.Todo mundo quer ir para os EUA. Um aspecto que vejo pouco abordado, mas me chama atenção é a 'aparência' dos líderes comunistas. Geralmente com bigodões, barbas ou roupas e cabelos bizarros, como o ditador 'punk' da Coréia. Tudo sempre alheio ao mundo civilizado. Alías, é muito engraçado o Sr. Ricardo G. que 'nega' confirmando, rs,rs... É o 'daltonismo' ideológico, muito presente por aqui.
Não neguei nada. Apenas tentei mostrar que tudo o que foi explicitado tem seu correspondente no capitalismo. Precisa-se do senso crítico de uma criança de sete anos para se acreditar que o socialismo é o único responsável pelo desrespeito aos direitos humanos.
Não sou socialista, tampouco comunista. Daltonismo ideológico é isto:

"Falta tudo, pois são países improdutivos. Seus cidadãos não estão aptos a criar ou produzir. É negada qq iniciativa própria, apesar da falácia da EDUCAÇÃO."
Parlamento Europeu contra o Comunismo



A mesma organização ligada ao Parlamento Europeu e que produziu o documentário "The Soviet Story", criou o "Museu das Vítimas do Comunismo" e o site "Crimes do Comunismo" vem, há anos, lutando para que os crimes do comunismo sejam internacionalmente condenados.

Foi lançado em 23 de junho de 2008, pelo senado do Parlamento da República Tcheca, a "Declaração de Praga sobre a Conscientização Européia e o Comunismo".

Trata-se da criação de leis que obriguem as universidades a informar sobre os crimes do comunismo.

Para isto, criaram um abaixo assinado pedindo para que todos dêem apoio ao projeto 'Condene e Ensine sobre os crimes do Comunismo.

Acredito que seja bem por aí. Olavo de Carvalho sempre nos alertou que se desejamos combater o comunismo, é necessário que comecemos pelas escolas. (se pensarmos bem, é desta mesma forma que os comunistas conseguiram consquistar os jovens com sua ideologia totalitária, através de professores doutrinadores).

Precisamos reverter o quadro antes que seja tarde demais. E esta fantástica atitude tomada na Europa, pode servir de exemplo para todos os povos do continente sul americano que hoje encontra-se tão infectado por este mal. Com toda certeza, se tivermos a mesma coragem, teremos um apoio internacional de grande peso.
http://www.praguedeclaration.org/
DECLARAÇÂO DE PRAGA:
Tendo em mente o futuro digno e democrático da nossa casa europeia,

* Considerando que as sociedades que negligenciam o passado não tem futuro,

* Considerando que a Europa não estará unida a menos que seja capaz de reunir a sua história, reconhecer o comunismo e o nazismo como um património em comum e provocar um debate honesto e profundo sobre todos os crimes totalitários do século passado,

* Considerando que a ideologia comunista é diretamente responsável por crimes contra a humanidade,

* Considerando que uma má consciência, decorrente do passado comunista é um fardo pesado para o futuro da Europa e para os nossos filhos,

* Considerando que diferentes avaliações do passado comunista ainda podem dividir a Europa em "Ocidental" e "Oriental",

* Considerando que a integração européia foi uma resposta direta às guerras e da violência provocada por sistemas totalitários no continente,

* Considerando que a conscientização dos crimes contra a humanidade cometidos pelos regimes comunistas em todo o continente devem ser informados a todo o povo europeu, da mesma forma que os crimes do regime nazista,

* Considerando que há semelhanças importantes entre o nazismo e o comunismo, em termos de horror e terror e os seus crimes contra a humanidade,

* Considerando que os crimes do comunismo ainda precisam ser avaliados e julgados em termos jurídicos, morais e políticos, bem como o ponto de vista histórico,

* Considerando que os crimes foram justificados em nome da teoria da luta de classes e do princípio da ditadura do "proletariado" usando o terror como método para preservar a ditadura,

* Considerando que a ideologia comunista tem sido utilizada como uma ferramenta nas mãos dos construtores do império na Europa e na Ásia para alcançar seus objetivos expansionistas,

* Considerando que muitos dos autores de crimes em nome do comunismo ainda não foram julgados e as vítimas ainda não foram compensados,

* Considerando que objetiva fornecer informações completas sobre o passado comunista totalitário que leve a uma maior compreensão e discussão é uma condição necessária para a futura integração de todas as nações européias,

* Considerando que a reconciliação final de todos os povos europeus não é possível sem um esforço concentrado e em profundidade para estabelecer a verdade e para restaurar a memória,

* Considerando que o passado comunista da Europa deve ser tratado cuidadosamente, tanto na academia e entre o público em geral, e as futuras gerações tenham acesso fácil à informação sobre o comunismo,

* Considerando que, em diferentes partes do globo poucos regimes comunistas totalitários sobrevivem, mas, no entanto, controlam cerca de um quinto da população do mundo, e que continuam agarrados ao poder que comete crimes e impõem um custo alto para o bem-estar de seus pessoas,

* Considerando que em muitos países, mesmo os partidos comunistas não estando no poder, eles não se distanciaram publicamente dos crimes dos regimes comunistas, nem os condenaram,

* Considerando que Praga é um dos lugares que viveu sob ambos regimes nazista e comunista,

Acreditanado que as milhares de vítimas do comunismo e as suas famílias têm direito a desfrutar de justiça, compaixão, compreensão e reconhecimento para os seus sofrimentos, da mesma forma como as vítimas do nazismo foram moralmente e politicamente reconhecidas,

Nós, os participantes da Conferência de Praga "Consciência Europeia e Comunismo",

* Tendo em conta a resolução do Parlamento Europeu sobre o sexagésimo aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, em 8 de maio de 1945 de 12 de maio de 2005,

* Tendo em conta a Resolução 1481 da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, de 26 de janeiro de 2006,

* Tendo em conta as resoluções sobre os crimes comunistas serem adotadas por diversos parlamentos nacionais,

* Tendo em conta a experiência da Comissão de Verdade e Reconciliação na África do Sul,

* Tendo em conta a experiência dos Institutos de Memória e memoriais, na Polónia, Alemanha, Eslováquia, República Checa, Estados Unidos, o Instituto de Investigação dos Crimes do Comunismo na Romênia, os museus de ocupação na Lituânia, Letônia e Estônia, bem como a Casa do Terror, na Hungria,

* Tendo em conta a atual e a próxima Presidências da UE e do Conselho da Europa,

* Tendo em conta o fato de que 2009 é o 20 º aniversário da queda do comunismo na Europa Oriental e Central, bem como os assassinatos em massa na Roménia e do massacre na Praça Tiananmen, em Pequim,
Requer:


1. chegar a um entendimento em todo continente europeu que os regimes totalitários nazista e comunista sejam cada um julgado por seus próprios terríveis méritos destrutivos em suas políticas de aplicação sistemática de formas extremas de terror, de eliminanação de todas as liberdades cívicas e humanas, de iniciar guerras de agressão e, como uma parte inseparável das suas ideologias, do extermínio e deportação de nações inteiras e grupos de população; e que como tais, devem ser consideradas como as principais catástrofes que destruíram o século 20,

2. reconhecimento de que muitos crimes cometidos em nome do comunismo devem ser avaliados como crimes contra a humanidade, servindo como um aviso para as gerações futuras, da mesma forma que os crimes nazistas foram avaliados pelo Tribunal de Nuremberg,

3. formulação de uma abordagem comum sobre os crimes dos regimes totalitários, entre outros regimes comunistas, e levantando, em larga escala, uma sensibilização na Europa dos crimes comunistas a fim de definir claramente uma atitude comum em relação aos crimes dos regimes comunistas,

4. introdução de uma legislação que permita os tribunais julgar e sentenciar os crimes do período comunista e reparar as vítimas do comunismo,

5. assegurar o princípio da igualdade e da não discriminação das vítimas de todos os regimes totalitários,

6. pressão européia e internacional para a efetiva condenação dos crimes do passado comunista e para a luta eficaz contra os crimes comunistas em curso,

7. reconhecimento do comunismo como uma parte integrante e terríveis da história comum da Europa,

8. aceitação de responsabilidade pan-européia pelos crimes cometidos pelo comunismo,

9. estabelecer o dia 23 de agosto, dia da assinatura do pacto Hitler-Stalin, conhecido como o Pacto Molotov-Ribbentrop, como um dia de recordação das vítimas dos regimes totalitários nazista e comunistas, da mesma forma que a Europa lembra as vítimas do Holocausto, em 27 de janeiro,

10. atitudes responsáveis dos Parlamentos Nacionais em matéria de reconhecimento dos crimes comunistas como crimes contra a humanidade, levando a uma legislação adequada, com o acompanhamento parlamentar da legislação,

11. debate público efetivo sobre o mau uso comercial e político dos símbolos comunistas,

12. continuação das audições da Comissão Européia sobre as vítimas dos regimes totalitários, com vista a elaboração de uma comunicação da Comissão,

13. estabelecimento em Estados europeus, que tenham sido governados por regimes totalitários comunistas, de comitês compostos por especialistas independentes com a tarefa de recolher e avaliar informações sobre violações dos direitos humanos sob o regime totalitário comunista, a nível nacional com vista a colaborar estreitamente com uma comissão de especialistas do Conselho da Europa;

14. assegurar um quadro jurídico transparente internacional em relação ao acesso livre e irrestrito aos arquivos contendo as informações sobre os crimes do comunismo,

15. criação de um Instituto de Memória e Consciência Européia que seria tanto - A), um Instituto Europeu de investigação para estudos sobre o totalitarismo, desenvolvimento de projetos científicos e educacionais, e dar suporte rede de institutos de pesquisa nacionais especializadas na experiência totalitária, B) e um Museu/Memorial Pan-Europeu das vítimas de todos os regimes totalitários, com o objetivo de recordar as vítimas desses regimes e aumentar a sensibilização aos crimes cometidos por eles,

16. organização de uma conferência internacional sobre os crimes cometidos pelos regimes totalitários comunistas com a participação de representantes de governos, parlamentares, acadêmicos, especialistas e ONGs, e que seus resultados sejam amplamente divulgados no mundo inteiro,

17. revisão e correção dos livros da História da Europa, de modo que as crianças possam aprender e serem conscientizados sobre o comunismo e os seus crimes, da mesma forma como eles foram ensinados a avaliar os crimes nazistas

18. debate extenso, minucioso e completo em toda a Europa sobre a história e o legado comunista,

19. comemoração conjunta do 20 º aniversário do próximo ano da queda do Muro de Berlim, o massacre na Praça Tiananmen e as mortes na Romênia.


Nós, participantes na Conferência de Praga "Consciência Europeia e Comunismo", dirigimo-nos a todos os povos da Europa, todas as instituições políticas, incluindo governos, parlamentos, o Parlamento Europeu, Comissão Européia, Conselho da Europa e outros organismos internacionais, e apelamos a todos a abraçar as idéias e os apelos estipulados na presente Declaração de Praga e a implementá-las como medidas práticas e políticas.
Pessoas insatifeitas com os regimes vigentes em seus países tentam sair deles. Até aí, nada de estranho, uma vez que é um direito inalienável do ser humano ir onde quiser, desde que esse direito não interfira nas leis do local para onde ele queira ir, e também não interfira nas leis de onde ele quer sair.
Aí, fica complicado tentar colocar dentro do mesmo "caldeirão" todos os processos existentes, em locais diferentes e épocas diferentes.
Cuba, México, URSS, Alemanha Oriental, Brasil da época do governo militar e todos os outros. No meu ver, não há como misturar tudo no mesmo "caldeirão".
Cada país, cada regime político-econômico e cada época, tem suas especificidades. Não tem como comparar o Muro de Berlim com a fronteira que divide EUA do México, muito menos com o "muro da vergonha".
A falta de respeito aos direitos humanos é uma característica única e exclusivamente dos países socialistas? No meu ver não!
Mas, retornando às perguntas do fórum... não sei responder sem elocubrar uma série de hipóteses:
Para quê matar quem está insatisfeito e quer ir embora? (A tal ordem de "atirar para matar" da URSS e Alemanha Oriental)
Não seria mais simples adotar a estratégia dos militares no Brasil - "Ame-o ou deixe-o"?

Será que, se os regimes socialistas deixassem livre a saída de seus compatriotas, os países de "refúgio" não acabariam por restringir as imigrações?
Fico imaginando se, de repente, toda a população da União Soviética fugisse para os EUA (como era o "sonho" da época) o que aconteceria? Os EUA sofreriam um inchaço populacional, haveira desemprego, problemas de moradia, carestia e todos os problemas dos quais as pessoas estavam fugindo. Os Estados Unidos teria que impedir a imigração, como fazem atualmente com os imigrantes da América Latina.

Qual o real motivo de impedir a saída ou fuga dos insatisfeitos? Por que os países socialistas impedem (impediam) os descontentes de irem embora? Por que ainda hoje Cuba impede os descontentes de irem embora?

Aí... devemos nos colocar dentro da posição dos líderes desses locais. Se todos forem embora, quem vai trabalhar para sustentar a "cúpula" governamental? É preciso impedir as pessoas de irem embora, senão não haverá em quem mandar? Será que é essa a lógica?
Mas, se os descontentes preferem arriscar a morte. Qual a diferença entre não ter população ou ter uma população morta?

Talvez seja por essas questões, aliadas à todas as outras conjunturas, que fizeram com que o socialismo não vingasse hahahaha

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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