Parte da intelectualidade brasileira insiste em considerar Virgulino Ferreira da Silva, o "Lampião", um bandido social; não do tipo "Robin Hood", que roubava dos ricos para dar aos pobres, mas do tipo vingador. Aquele miserável camponês que pega em armas para se vingar das ofensas e injustiças que lhe foram impostas pelos poderosos proprietários de terras, invariavelmente com a Justiça nos seus bolsos. De tempos em tempos, a própria mídia entrevista contemporâneos e descendentes de Lampião, que sempre contribuem para avivar sua fama de herói.
A pergunta é: à luz dos fatos reais, Lampião era de fato um herói ou um dos piores vilões (homicida, ladrão e estuprador) da história do Brasil?
Tags: banditismo, cangaço., social
Permalink Responder até Benair Scarletelli Storck em 30 abril 2010 at 15:21
Permalink Responder até Benair Scarletelli Storck em 4 maio 2010 at 12:36
Permalink Responder até Rogerio Linhares Vasconcelos em 30 abril 2010 at 18:17
Permalink Responder até FLAVIO FAGUNDES FERREIRA em 30 abril 2010 at 19:02
Permalink Responder até Thais Messora em 1 maio 2010 at 9:35
Permalink Responder até eduardo maia em 1 maio 2010 at 12:39
Permalink Responder até Rogerio Linhares Vasconcelos em 1 maio 2010 at 14:26
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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