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Permalink Responder até Brancaleone em 3 agosto 2011 at 20:59
Opa!!!
Já começamos a nos entender melhor!!!
É por aí!!!
De fato a expressão "comunismo saudável" pode até ser pensada tanto como uma maneira de diminuir (mas jamais eliminar) as desigualdades socias como para assegurar o uso adequado e mais equânime dos agora finitos recursos naturais.
Na questão do consumismo desenfredao - e por via de consequencia o lucro - uma guinada mais à esquerda poderia ser a maneira de atenuar-se a pressão sobre o planeta.
E olha que sou de direita, mas uma direita saudável...
Permalink Responder até fernando martins fonseca em 27 novembro 2011 at 10:27
Sem dúvida nenhuma Marx continuará sendo importantíssimo para qualquer tipo de compreensão histórica mais aprofundada, e invariavelmente em qualquer tempo e local. O método de análise e corrente ideológica marxista, quando analisados de forma coerente podem ser fundamentais para entender qualquer fato histórico de forma mais completa e concreta, desmistificando a história que nos foi e é contada através de uma burguesia-capitalista
que continua nos mantendo sob sua tutela ideólogica.Assim como fizeram com a demonização do comunismo evidenciando os seus aspectos negativos e negando a sua colaboração efetiva, e costumeiro entre esse meio burguês que nos domina infelizmente, encontrar problemas na teoria e método marxista como forma de alimentar o esquecimento.Portanto o marxismo como corrente alternativa àqueles que querem abrir seus olhos para o mundo real,como forma de resistência ao imperialismo que nos atinge, será sempre importante e bem vinda,principalmente paraas gerações futuras.
Permalink Responder até Brancaleone em 27 novembro 2011 at 15:38
Um dos maiores erros que se comete é afirmar que a URSS, Cuba ou o Camboja foram ou são comunistas. Jamais foram.
Mesmo eu, direitista assumido jamais culpei os comunistas pelas desgraceiras acontecidas nestes países.
Claro, as ideías do velho Marx até que serviram pros Stalins, Fidéis e Phol Pots da vida engambelarem o povaréu e assim aboletarem-se no poder mas parou por ai. As poucas idéias comunistas que eles tentaram aplicar desandaram para fome, pobreza, expurgos e muitas mortes.
Já citei aqui várias vezes que se Marx tivesse estudado biologia e antropologia jamais teria escrito nadica de nada já que antropologica e biologicamente o comunismo é inviável - não existe nenhum ser vivo na terra (quiça no universo) que seja comunista e se não existe na natureza é porque não dá certo...
Claro que os intelectuais comunistas elaboram argumentos lindos, maravilhosos, muito bem enunciados, repletos de belas palavras e citações até bíblicas mas é só foguetório. Estes mesmo intelectuais recorrem ao velhos chavões de sempre, atacando a burguesia, difamando o capital e açulando uma classe contra outra na expectativa de ve-las entrarem em conflito e quando ambas estiverem enfraquecidas, aparecem como "anjos salvadores". Golpe velho já usado inúmeras vêzes.
Outra questão é uma espécie de "santidade" atribuida a certos personagens heróicos dos comunistas muito embora estes não passem de carniceiros. A única diferença é que foram genocidas em nome da "causa comunista". Eu sei que muitos dos heróis capitalistas não passaram de carniceiros mas como fizeram o que fizeram pela causa que simpatizo, então são heróis. Vejam o Che Guevara. Terminada a luta contra Fulgencio, os "tribunais" presididos por ele executaram centenas de pessoas, o que faz de Che um crápula identico a Pinochet...
Marx ainda é importante sim, mas como um alerta de que idéias erradas podem condenar as gerações futuras a guerras e discussões inúteis...
Permalink Responder até Professor Americanista! em 20 outubro 2012 at 13:27
Sobre esta questão, tenho minha posição independente de qualquer comentario. Marx nao serve para qualquer periodo ou lugar, ele era um politico em essencia não historiador. Tanto que jamais citava suas fontes. E a maioria dos que se dizem "marxistas" agem como religiosos.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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