Tags: História, Internet, Metodologia
Permalink Responder até João Paulo Flores Torres em 3 outubro 2009 at 13:48
Permalink Responder até Giulia Wommar Pase em 3 outubro 2009 at 19:42
Permalink Responder até Luis Marcelo Santos em 19 outubro 2009 at 7:33
Permalink Responder até Augusto Cesar Peixoto Vianna em 24 outubro 2009 at 22:37
Permalink Responder até Leonardo de Freitas Onofre em 6 março 2012 at 13:19
eu acredito que até indo mais além, as próprias redes sociais, permeadas de discursos, produções, vozes, por vezes utilizadas como ferramentas ideológicas, culturais ou atuando como veiculos de informação, podem ser utilizadas como "fontes primárias", em campos como a antropologia, sociologia, e por que não, a história? Acho uma discussão válida. São produtos do nosso tempo. Assim como as cartas, atas, protocolos e afins.
Permalink Responder até Bruno Leal em 8 março 2012 at 10:10
Boa pergunta, Pedro.
Na verdade, a internet é apenas um espaço que abriga obras.
É como se perguntássemos se uma biblioteca pudesse ser fonte para o historiador.
Na verdade, sim. Mas o que é fonte mesmo é aquilo que está dentro da biblioteca ou da internet.
E quando colocamos a questão desta forma, a resposta é depende. Alguns materiais podem e devem ser utilizados. Outros, necessitam de uma análise mais criteriosa. Como a questão da autoria ainda é muito nebulosa na web, o historiador precisa estar bastante atento. Este é um "terreno documental" que o historiador - ou a maior parte - não domina. Abraço!
Galera, segue abaixo o link para minha dissertação defendida na Universidade do Estado de Santa Catarina, quem possa interessar! Abraço
http://www.faed.udesc.br/arquivos/id_submenu/482/pedroeuricorodrigu...
Permalink Responder até Ricardo Jorge Borges Guimarães em 14 março 2013 at 6:21
Ótimo trabalho Pedro, favoritei por aqui e vou ler com calma. Sou estudante do 2º período de História, e como tenho uma boa desenvoltura em informática, tenho notado certas dificuldades em obter informações sérias de História, levando em conta um gerenciamento no mundo virtual. Conforme for na época, se der gostaria de desenvolver meu TCC, baseado nesse tema, ou posteriormente monografias em outros níveis de especialização.
Legal Ricardo, qualquer coisa podemos conversar!
Abraço e boa sorte!
Permalink Responder até Bruno Leal em 18 março 2013 at 10:51
Muito bacana, Pedro! Vou ler assim que puder. O tema me interessa bastante!
Permalink Responder até Marco Dannenberg em 15 março 2013 at 9:57
Bom dia!
Respondendo a pergunta do fórum, acredito que a internet pode sim ser uma boa fonte de pesquisa e não somente para história como outras disciplinas também, mas acho falha em relação as fontes e autênticidades.
Acredito que deveria existir um certificado de autênticidade de fontes regulado para incerssão de quem gostaria de incluir um conteúdo na internet e validar sua fonte e auitênticala, desta forma as pessoas que incluissem um conteúdo poderiam confirmar que se trata de algo real, e quem pesquisasse poderia ter certeza de que se trata de algo de confiabilidade.
Permalink Responder até Professor Americanista! em 16 março 2013 at 5:41
Pedro, sugeres que deva-se criar um método específico para o uso da internet como fonte pelos historiadores?
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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