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João Lima

Impasse na embaixada brasileira em Honduras.

A Embaixada do Brasil em Honduras está sob cerco militar e seus funcionários e visitantes ali alojados sofrem inúmeros constrangimentos. E agora, Lula, como bem solver tal impasse, que viola a Convenção de Viena?
A imagem é daquela embaixada e foi extraida de site pertencente a ela.

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Respostas a este tópico

Sabe, Sandra, na verdade Chávez é pessoa inteligente e preconceituosa, embora desorganizado. Tanto que usa o dinheiro norte-americano para combater os EUA (rs). Só que o país dele parece um navio, que aderna enquanto navega; poderá tombar ou emborcar e ai?
Pouco acompanho a Itália e seu governo direitista. Você conhece mais dele certamente. Sobre os países europeus, que são pequenos no geral, certamente eles seguram o que tem para si próprios e usam estrangeiros como mão de obra barata. A Espanha, por exemplo, aceitaria bolivianos, mas apenas durante as colheitas anuais (rs). É a velha estória da exploração do homem pelo homem. Infelizmente!
Sobre Honduras é melhor se aguardar o resultado da eleição ontem realizada e ver o que virá, na parte brasileira. Lá eles preferirão um acordo com Lula, o que lhe permitirá sair arranhado, mas indene deste saco de gatos, em que se meteu.
Jogar com Chávez é assim (rs).

abraço

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Agora o fulcro da questão está em quanto tempo ainda o inesperado visitante Mel Zelaya permanecerá na embaixada brasileira em Tecucigalpa? E a quantas anda a situação lá dentro? Sobre isto, leiam os seguintes fragmentos extraidos da mídia nacional:
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“Debandada geral da embaixada”
“Das mais de 300 pessoas no grupo inicial em torno de Zelaya sobram apenas 21”
“TEGUCIGALPA. O arrastado processo político em Honduras fez com que a corrente militante em torno do presidente deposto Manuel Zelaya perdesse elos dia após dia, nestes últimos cinco meses. Dos 313 militantes ligados a partidos de oposição que ocuparam a Embaixada do Brasil em 21 de setembro, quando Zelaya voltou ao país para lutar contra o golpe que o tirou do poder, apenas 21 pessoas o acompanham hoje entre os colchões infláveis espalhados pelos cômodos da representação diplomática, cercada há quase dois meses e meio por soldados das Forças Armadas. .....omitido.... Hoje, Zelaya permanece de mãos dadas com sua mulher, Xiomara Castro, além de seguranças, um assessor e dois jornalistas. Na terça-feira, Carlos Eduardo Reina, o principal assessor do governo deposto, ....omitido...., numa última cartada, disse que Zelaya estava disposto a deixar a embaixada se fosse para assumir a Casa Presidencial de forma incondicional. Diante do impasse, ele mesmo alimentou a tese de que o teto da embaixada ainda deve permanecer sobre os refugiados por muito tempo. O próprio Zelaya disse dias atrás que permaneceria na embaixada enquanto o Brasil permitisse. O chefe da embaixada, Francisco Catunda, se reveza com um funcionário a cada 24 horas. Em meio à falta de um acordo, e diante das últimas declarações do presidente deposto, a embaixada brasileira em Honduras tem tudo para permanecer como símbolo de discórdia - para os que defendem o golpe - ou de abrigo político que perde seus hóspedes no decorrer da história. (F.F.)”.


Fonte:
O Globo – 03/12/2009.
http://www.exercito.gov.br/resenha/
Acesso em: 03/12/2009.


“Brasil segue irredutível sobre crise”
“Jamil Chade, Correspondente em Genebra”
“..............omitido...........Questionado pela imprensa sobre o futuro de Zelaya e até quando ele ficaria na embaixada brasileira, Amorim garantiu que não pedirá sua saída. "Para nós, não é um problema (que ele fique)", afirmou. "No entanto, acho que ele mesmo vai querer encontrar solução em algum momento. Mas não forçaremos nada", disse Amorim. ..........omitido............”.


Fonte;
O Estado de São Paulo – 03/12/2009.
http://www.exercito.gov.br/resenha/
Acesso em: 03/12/2009.
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Eu, pessoalmente, acho que a posição de Amorim é própria daquele, que se coloca no Olimpo (rs), pouco se importando com os cnstrangimentos a que estão sendo submetidos os servidores do MRE, naquela Capital. Lamentável!
Quanto a indefinida continuidade daquele visitante duvido que ela se prolongue, pois o próprio Zelaya dorme agora em colchão inflável e come pão amassado pelas mãos de simples soldados hondurenhos. Bem diferente do seu passado próspero e cheio de salamalaques!
Não publiquei tudo, por causa dos direitos autorais das empresas jornalisticas. Mas, eventuais interessados poderão le-los na integra nos link acima.

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Todos já sabem, mas não custa se reproduzir a matéria a seguir sobre um importante capitulo desta novela centro-americana. Leiam:
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Fallida salida de “Mel”
La Cancillería dejó las puertas abiertas para que el ex presidente haga un nuevo trámite para salir del país.

10.12.09 - Actualizado: 10.12.09 12:23am - Redacción: redaccion@elheraldo.hn
CALIFICAR

TEGUCIGALPA,
HONDURAS
.
Todo estaba listo para que el ex presidente Manuel Zelaya saliera anoche asilado hacia México, pero al final declino abandonar el país bajo ese estatus diplomático.
La noticia del viaje del ex gobernante generó un revuelo de varias horas en el país. El propio Zelaya jugaba y no dejaba claro si abandonaría el territorio.
"No quiero asilo, no deseo asilo, no abandono la lucha...", fueron palabras de Zelaya que confirmaron que al final de la jornada continuaría refugiado en la Embajada de Brasil.
Minutos antes de las 6:00 de la tarde comenzó a correr el rumor de que el ex dignatario saldría mediante un salvoconducto hacia México.
La seguridad se reforzó en el perímetro de la sede brasileña para evitar disturbios entre los miembros de la resistencia zelayista que llegó al lugar a confirmar la especie de la salida de su líder.
El trámite para sacar a Zelaya de esa embajada en efecto se hizo por parte de la misión mexicana, confirmó el embajador y funcionario de la Cancillería, Rafael Leiva Vivas. Luego se confirmó a través de una confusa nota remitida por la sede diplomática a la Cancillería.
"Efectivamente ha habido negociaciones y al final el gobierno de México hizo las negociaciones para que se le concediera el salvoconducto", informó Leiva.
Se contemplaba que, además de Zelaya, salieran rumbo a México su esposa Xiomara Castro y sus dos hijos, José Manuel y Hortensia. También Rasel Tomé. Cabe destacar que ni la esposa de Zelaya ni sus hijos necesitaban algún salvoconducto, ya que no tienen mayores problemas para entrar ni salir del territorio. En el caso de Tomé, se mantiene vigente una orden de captura en su contra.
Sin embargo, en el documento HON-2195, en el que México hace la solicitud a Honduras, no se contemplaba que Zelaya permanecería en suelo azteca bajo el estatus de "asilado".
Ver Documentos
Es de resaltar que circularon dos versiones del mismo documento: en uno de ellos se menciona la salida de Zelaya junto a su familia; en otro solo se menciona al ex mandatario.
Ante la incertidumbre, varios medios de comunicación le preguntaron vía telefónica al ex gobernante si pensaba salir asilado a México, pero él no respondía con claridad. Despistaba cada vez que contestaba. "Hasta que no tenga un documento en mi mano (salvoconducto) no le puedo confirmar nada", decía.
La trampa
Lo que entrampó la salida de Zelaya fue que él no deseaba hacerlo con la figura del asilo sino que como "huésped distinguido" del gobierno mexicano.
Manuel Zelaya tenía la intención de ir a México para hacer escala rumbo a Cuba, donde asistiría a una reunión de los países miembros de la Alternativa Bolivariana de las Américas (Alba). También se habló de viajar a República Dominicana para iniciar una serie de "acercamientos y diálogo".
Ante esta posición, el gobierno interno de Roberto Micheletti determinó anular la solicitud de salvoconducto.
En la emisora HRN se aseguró que la Cancillería mexicana explicó que "ni siquiera tenía noticias" de la llegada de Manuel Zelaya.
Manuel Zelaya llegó a Honduras de forma clandestina el 21 de septiembre y se refugió en la Embajada de Brasil para no ser capturado por los delitos contra la Constitución que se le imputan por querer convocar a una Asamblea Nacional Constituyente.
El Congreso Nacional lo removió del puesto el 28 de junio por esas acciones.
Estaba listo
Mientras se dilucidaban detalles formales de la solicitud, un avión con matrícula mexicana XC-UJN, número económico TP-06, venía a traer a Zelaya. En la misiva enviada por México a la Cancillería se mencionaba esta aeronave.
Luego el canciller de Honduras, Carlos López, aclaró que la petición de salvoconducto se hizo "demasiado tarde", por lo que se tardó en emitir una respuesta.
No obstante, después se decidió no conceder esa solicitud de México porque "no reunía los requisitos", indicó.
"Pero si está bien planteada (la petición del salvoconducto y asilo) perfectamente la podemos considerar y concederlo", acotó.
Lo que sí confirmó es que Zelaya puede salir del país bajo la figura del asilo porque "no hay otra manera", explicó López Contreras.
Sobre la posibilidad de que Zelaya se marche como huésped distinguido, como ha expresado el ex ministro de la Presidencia, Enrique Flores Lanza, el ex canciller Enrique Ortez Colindres dijo que sería una deformación del derecho internacional público.

Fonte:
El Heraldo.hn_AL FRENTE - 10/12/2009.
http://www.prensaescrita.com/diarios.php?codigo=AME&pagina=http...
Acesso naquela data.
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Com isto o México, que se alheara de tudo, como se Honduras não estivesse em sua área de interesses, apareceu em papel em tese humanitário. É claro, que Zelaya quer deixar seu país na condiçlão de presidente e seus opositores não lhe querem dar esta chance. Mas, não creio que isto demore muito. Afinal, Zelaya dorme mal há mais de dois meses. Está na hora de voltar a uma vida normal e confortável, como tinha antes disso tudo.

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Zelaya quis deixar seus país e ingressar no México, mas o atual governo hondurenho exigiu que ele renunciasse antes disso, pois senão não lhe daria o salvo-conduto para embarcar. O México até lhe destinou um avião da sua própria presidência para a vigem, mas tudo gorou. Enquanto isto prossegue a vida apertada na pequena sede diplomática brasileira. Tal como se vê na foto aqui reproduzida, cuja fonte é:
El Heraldo.hn_AL FRENTE - http://www.prensaescrita.com/diarios.php?codigo=AME&pagina=http... - acesso em 11/12/2009.
Eu particularmente achei a atitude hondurenha extremamente mesquinha, mostrando que eles agora abusam de terem ganhado a parada, que jogaram com o presidente deposto.
Mas, saibam, que a situação econômica do país é ruim e deve continuar assim, tal como sua própria mídia tem divulgado. O ano foi de grande instabilidade, até porque Honduras quis manter sua dignidade nacional, e, é claro, economicamente perdeu e muito. No fim, quem pagará serão os pobres, pois os “zelayas e miquelettis” da vida são pessoas de posses, que incursionam pela política, mas tem muitos haveres financeiros e não dependem de sua atuação ali para viverem.

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Como a novela não acabou, repasso para a informação de todos.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&lang=PT&...*

Chefes ibero-americanos condenam golpe de Estado e perseguições*

Adital -
Os/as chefes de Estado ibero-americanos condenaram ontem (1º), durante a 19ª
Cúpula Ibero-Americana, em Estoril, Portugal, o golpe de Estado em Honduras.
O golpe depôs o presidente Manuel Zelaya em 28 de junho e manteve as
eleições gerais, realizadas no último domingo (29), apesar de consideradas
ilegítimas pelos organismos nacionais e por grande parte da comunidade
internacional.

Em comunicado oficial, os/as líderes ibero-americanos ainda pediram o fim
das violações aos direitos humanos e das ameaças à estrutura física e aos
funcionários da embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde Zelaya está
abrigado desde 21 de setembro.

São "inaceitáveis as graves violações dos direitos e das liberdades
fundamentais do povo hondurenho", diz o informe. Para o grupo, a restituição
de Zelaya "é um passo fundamental para o retorno à normalidade
constitucional".
O documento exige o fim das ameaças à sede diplomática brasileira em
Tegucigalpa. Desde 21 de setembro, o local é mantido sob forte vigilância
militar, a mando do governo provisório, já tendo sido atacada com bombas de
gás lacrimogêneo.

Os líderes ibero-americanos pedem garantias de inviolabilidade do prédio e
de proteção e liberdade de locomoção dos hondurenhos pró-Zelaya abrigados
ali e dos funcionários brasileiros.

Durante a cúpula, a chanceler constitucional de Honduras, Patricia Rodas,
aprovou a ideia dos chefes de Estado de propor uma nova plataforma de
diálogo para a resolução da crise política de seu país. A anterior - Acordo
de Tegucigalpa/San José - foi descumprida pelo governo de Micheletti.

A nova plataforma de diálogo deve superar os entraves que frustraram a
última negociação na mesa de diálogo, considerou Rodas, cujo nome é mantido
pela comunidade internacional, que têm rejeitado representantes de
Micheletti.

De acordo com Patricia Rodas, os líderes presentes na cúpula consideraram
"ilegais e inaceitáveis" as eleições gerais de seu país. Apesar disso, a
chanceler avaliou que os atores políticos envolvidos nesse processo, como o
candidato eleito Porfirio Lobo, devem participar de qualquer proposta de
diálogo.

Rodas informou que Zelaya não aceitará nenhum acordo para restituí-lo com o
objetivo de limpar a imagem do golpe de Estado. Por sua parte, o conservador
Pepe Lobo - após ser denominado como presidente eleito pelo Tribunal Supremo
Eleitoral (TSE) de Honduras - declarou à imprensa que espera de seu país um
diálogo "aberto, amplo, sem descartar ninguém".

Já a Frente de Resistência contra o Golpe de Estado descartou qualquer
possibilidade de diálogo com Lobo, que não reconhece como presidente eleito
da nação, resultado de um processo "que carece de legitimidade e
legalidade".

Segundo a Frente, as eleições ocorreram em um clima de tensão, com
perseguições, violência, detenções ilegais e fraudes eleitorais. Um
documento do organismo fala de uma abstenção entre 65% e 70%, "a maior da
história do país". O governo provisório, no entanto, garante que apenas 30%
do eleitorado não compareceram às urnas.

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Deu na mídia paraguia:
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AFIRMA LA RESISTENCIA

Zelaya no dejará la embajada brasileña antes de enero

TEGUCIGALPA. El Frente Nacional de Resistencia Popular que exige la restitución en el poder del depuesto presidente de Honduras, Manuel Zelaya, considera que éste no saldrá antes del 27 de enero de la embajada de Brasil, donde permanece desde hace tres meses. “Con esa actitud de los golpistas de no querer soltar el poder, no creemos que el presidente Zelaya salga antes del 27 de enero, ni que él se preste a eso solo para legalizar la ceremonia del traspaso de poder”, dijo este sábado a Efe el secretario general del Frente Nacional de Resistencia Popular contra el golpe de Estado, Juan Barahona.

El presidente de facto, Roberto Micheletti, reiteró esta semana que entregará el poder el 27 de enero a Porfirio Lobo, virtual presidente electo en los comicios del 29 de noviembre pasado. “Llevar al presidente Zelaya el 27 de enero al Estadio Nacional (al traspaso de poder) sería una burla para el pueblo hondureño”, indicó Barahona, quien además reiteró que el Frente Nacional de Resistencia Popular sigue con su apoyo a Zelaya y exige “su liberación de la embajada” de Brasil “lo antes posible”.

Agregó que el Frente tiene previsto celebrar mañana, domingo, una asamblea popular en Tegucigalpa “para revisar el trabajo de organización que se está haciendo en todo el país y seguir exigiendo la restitución de Zelaya en el poder”. Sobre el rechazo del régimen de Micheletti a que Zelaya saliera con un salvoconducto a México o República Dominicana, la semana pasada, Barahona indicó que “esa es una actitud normal de los golpistas”.

“Ellos, los golpistas, ahora han de estar arrepentidos de no haber hecho otra cosa con el presidente el día que lo secuestraron y le dieron el golpe de Estado”, enfatizó Barahona. El dirigente popular considera que Lobo “es el más perjudicado con lo que está ocurriendo en el país, porque él necesita limpiar el camino para su investidura el 27 de enero”.

“Porfirio Lobo no ha limpiado ese camino porque no ha querido, él pudo haber contribuido a que el presidente Zelaya hubiera sido restituido si los diputados del Partido Nacional (el mismo del presidente electo) hubieran votado a favor de eso el pasado 2 de diciembre, pero no lo hicieron”, acotó.

El traspaso del poder el 27 de enero, según Barahona, será en un ambiente de ilegalidad, porque el presidente Zelaya y la mayoría de la comunidad internacional no reconocen las elecciones. “Ese día en esa ceremonia estarán un presidente golpista impuesto por la oligarquía empresarial y otro electo en unas elecciones ilegales, mientras que el ausente será el presidente legítimo que eligió el pueblo en 2005, Manuel Zelaya”, concluyó Barahona.
19 de Diciembre de 2009 19:32

Fonte:
Abcdigital – Assunção – 19/12/2009.
http://www.prensaescrita.com/diarios.php?codigo=AME&pagina=http...
Acesso em: 19/12/2009.
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Por ora, sem maiores comentários... Mas, ao que parece, Zelaya está disposto a suportar por mais algum tempo um desconforto pessoal extra (rs). Inclusive, um Natal e Ano Novo sem nenhuma graça.

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Cinehistória

ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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  • Maria do Socorro Mafra de Andrad
  • Lisete Silveira
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