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Permalink Responder até Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz em 2 fevereiro 2010 at 16:16
Permalink Responder até Deocides Pereira de Souza Junior em 2 agosto 2012 at 12:10
Rodrigo,
Todas as teorias são boas (liberalismo, capitalismo, comunismo, e outros), mas o homem busca estatus e poder.
Podemos separar dois tipos de democracias: social (comunista) e de poder (capitalista).
Lenin disse num discurso: "Ditadura por ditadura, a do proletariado beneficia mais gente".
O senhor acredita que vivemos numa democracia, com muitos privados de direitos como: advogado, consumo. Sem contar a manipulação.
Permalink Responder até Adolfo Martins em 20 fevereiro 2010 at 0:34
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 20 fevereiro 2010 at 11:00
Permalink Responder até Roberta Forster em 5 outubro 2011 at 0:35
A expressão "Estado Comunista", ao meu modo de ver, chega a ser contraditória. Comparar período na Grécia Antiga ao Comunismo não me parece uma boa ideia; não havia tal conceito definido na referida época. Talvez - e com ressalvas - seja possível fazer alguma comparação do modo de vida gentílico do período homérico, antes da Segunda Diáspora Grega, ao Socialismo; afinal, ainda que a terra fosse um bem comum, cada Geno e era chefiado pelo Pater; havia hierarquia e, portanto, não poderia ser considerada uma sociedade Comunista, a qual, se atingida, se auto gere.
Mas talvez não me tenha ficado clara a sua ideia de "Comunismo em Esparta."
Permalink Responder até Taylan Branco Meurer em 5 outubro 2011 at 3:58
Ainda se fala disso?
NÃO! Comunismo é um ideal de visionário pobre.
Que graça tem o comunismo para o dono da Coca Cola, por exemplo? Absolutamente, nenhuma.
O problema não está no capitalismo ou nos capitalistas, está no pensamento, que é tempo.
Viver no tempo é produzir objetos, mas também é causar divisão. Toda divisão ocasiona conflito.
Permalink Responder até Bruno Leal em 26 outubro 2011 at 10:07
Eu não conheço nenhuma sociedade que conseguiu abolir o Estado.
Não existiu até o momento nenhum Estado Comunista.
Permalink Responder até Roberta Forster em 26 outubro 2011 at 12:22
Permalink Responder até Glaucenir Borges da Silva em 23 janeiro 2012 at 12:37
Um "Estado Comunista", como já foi muito bem dito pela Roberta "nunca existiu e nunca existirá...", porque estado e comunismo são conceitos antagonicos, e creio que sua dúvida, Thays, sejá a mesma dúvida de todos aqueles que não tem muito conhecimento teórico acerca da ideologia citada, devido ao próprio processo cultural histórico brasileiro que, ao longo do tempo e por interesses da classe dominante, distorceu completamente os significados de certos conceitos ideológicos, na tentativa de demonização dos mesmos e de amedrontar os leigos. O fato de haver partidos que contenham a palavra comunista em suas siglas não significa necessáriamente que tais partidos sejam de fato comunistas, pois os partidos ditos comunistas, em nosso país, são comunistas só no nome, pois agem como sociais democratas quando chagam ao poder, como todos os partidos de esquerda sempre fizeram ao chegar ao poder em nosso país!!! um partido honestamente comunista jamais entraria neste emaranhado corruptivo, que é o jogo político brasileiro e sim agiria como um verdadeiro partido revolucionário... de fora deste estado burguês constituido!!! estes partidos comunistas atuais são uma piada!!! e servem muito mais para desacreditar a esquerda revolucionária do que para mudar alguma coisa, acabam sendo utilizados pelo sistema capitalista, entre outros... para iludibriar, com a falsa presença cuminista, nesta falsa democracia, que nada mais é do que a ditadura do capital, ou seja, a ditadura da burguesuia.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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