Houve um dilúvio? O que a visão ateísta tem a dizer sobre isso?

Segundo pesquisadores houve sim um dilúvio, mas em geral defendem que não ocorreu em toda superfície da terra, porém os fósseis encontrados no alto de montanhas, em geral de animais que não escalam montanhas, e também o seu congelamento quase instantâneo, com vegetação ainda na boca mostra que não sabemos responder a tudo, pois na altitude que tais fósseis foram encontrados, toda terra da água junta na superfície não alcançaria, portanto surge um problema com respostas a serem imaginadas ainda que não podendo ser provadas, por exemplo, talvez os montes mais altos ainda não tivessem tal altura e os mares não fossem tão profundos, e uma coisa é inerente a outra, se os mares se aprofundam a porção de terra que foi substituída por água precisa ir para algun lugar, e em geral a pressão é tamanha que esta porção de rochas subterrânes em geral torna-se líquida de tamanha pressão, alimentoando assim vulcões que em geral são a fonte de novos territórios secos, diverssas ilhas são na verdade resultado de erupções, então imaginando que naquele tempo os montes e montanhas fossem mais baixos e os mares mais rasos, é possível sim que a água hoje existente seja suficiente para causar um devastador dilúvio em tais condições, mas como Deus (YHVH) prometeu nunca mais exterminar a humanidade por água, nas condições atuais um dilúvio global é impossível, e nunca esquecendo que diverssas culturas possuem relatos de dilúvios, e todos citam oito pessoas, garnde embarcação etc, mesmo civilizações sem contato entre si.

Lendas do Dilúvio:

Um cataclismo tal como o Dilúvio, que acabou com a existência do inteiro mundo daquele tempo, nunca seria esquecido pelos sobreviventes. Falariam dele a seus filhos e aos filhos de seus filhos. Depois do Dilúvio, "Sem" ainda viveu 500 anos, podendo relatar o acontecimento a muitas gerações. Morreu apenas dez anos antes do nascimento de Jacó. Moisés preservou o relato autêntico em Gênesis. Algum tempo após o Dilúvio, quando pessoas que desafiavam a Deus construíram a Torre de Babel, Deus (YHVH transliterado para português geralmente como Jeová) confundiu a língua deles e os espalhou “por toda a superfície da terra”. (Gên 11:9) Era só natural que essas pessoas levassem consigo histórias do Dilúvio e as transmitissem de pai para filho. O fato de que não existem apenas poucas, mas talvez centenas de histórias diferentes sobre aquele grande Dilúvio, e que essas histórias se encontram entre as tradições de muitas raças primitivas no mundo todo, é uma prova forte de que todos esses povos tiveram uma origem comum e de que seus antepassados iniciais compartilharam aquele acontecimento, o Dilúvio.


Esses relatos folclóricos do Dilúvio harmonizam-se com alguns dos principais aspectos do relato bíblico: (1) um lugar de refúgio para uns poucos sobreviventes, (2) também, uma destruição global da vida por meio de água, e (3) a preservação duma semente da humanidade. Os egípcios, os gregos, os chineses, os druidas da Britânia, os polinésios, os esquimós e os groenlandeses, os africanos, os hindus, os índios americanos — todos esses têm suas histórias dum Dilúvio. The International Standard Bible Encyclopedia (A Enciclopédia Bíblica Padrão Internacional; Vol. 2, p. 319) declara: “Descobriram-se histórias sobre o dilúvio entre quase todas as nações e tribos. Embora sejam mais comuns no continente asiático e nas ilhas logo ao sul dele, bem como no continente norte-americano, foram encontradas em todos os continentes. O número das histórias conhecidas ascende a cerca de 270 . . . A universalidade dos relatos sobre o dilúvio costuma ser tomada como evidência da destruição universal da humanidade por um dilúvio e a dispersão da raça humana a partir de um único lugar, e mesmo de uma única família. Embora as tradições talvez nem sempre se refiram ao mesmo dilúvio, parece que a vasta maioria o faz. A asserção de que muitas destas histórias de dilúvio originaram-se dos contatos com missionários não procede, porque a maioria delas foi coletada por antropólogos não interessados em vindicar a Bíblia, e elas estão cheias de elementos fantasiosos e pagãos, evidentemente em resultado da transmissão durante períodos extensos numa sociedade humana pagã. Outrossim, alguns dos relatos antigos foram escritos por pessoas bem opostas à tradição hebraico-cristã.” — Editada por G. Bromiley, 1982.


Em tempos passados, certos povos primitivos (na Austrália, no Egito, em Fiji, nas Ilhas da Sociedade, no Peru, no México e em outros lugares) preservavam um possível resto dessas tradições sobre o Dilúvio por celebrar em novembro uma ‘Festa dos Antepassados’ ou ‘Festa de Finados’. Esses costumes refletem uma lembrança da destruição causada pelo Dilúvio. Segundo o livro Life and Work at the Great Pyramid (Vida e Obra na Grande Pirâmide), a festividade no México era realizada em 17 de novembro, porque eles “tinham uma tradição de que, naquela época, o mundo fora previamente destruído, e temiam que uma catástrofe similar no fim de um ciclo aniquilasse a raça humana”. (Do Professor C. Piazzi Smyth, Edimburgo, 1867, Vol. II, pp. 390, 391) O livro The Worship of the Dead (A Adoração dos Mortos) observa: “Esta festa [de finados] é . . . realizada por todos no próprio dia ou quase no dia em que, segundo o relato mosaico, ocorreu o Dilúvio, a saber, o décimo sétimo dia do segundo mês — o mês quase correspondente ao nosso novembro.” (De J. Garnier, Londres, 1904, p. 4) É interessante notar que a Bíblia relata que o Dilúvio começou “no segundo mês, no dia dezessete do mês”. (Gên 7:11) Este “segundo mês” corresponde à última parte de outubro e à primeira parte de novembro de nosso calendário.

As Águas do Dilúvio.

Tem-se dito que, se toda a umidade na atmosfera caísse subitamente em forma de chuva, não passaria de algumas dezenas de milímetros, se fosse distribuída sobre a superfície da terra. Assim, qual seria a origem deste enorme dilúvio dos dias de Noé? Segundo o relato de Gênesis, Deus disse a Noé: “Eis que [eu, Jeová] estou trazendo o dilúvio [ou: “oceano celeste”; hebr.: mab·búl] de águas sobre a terra.” (Gên 6:17 n.) Descrevendo o que aconteceu, o capítulo seguinte diz: “Romperam-se todos os mananciais da vasta água de profundeza e abriram-se as comportas dos céus.” (Gên 7:11) Tão esmagador foi o Dilúvio, que “ficaram cobertos todos os altos montes que havia debaixo de todos os céus”. — Gên 7:19.

Donde veio este “oceano celeste”? O relato da criação, em Gênesis, conta que, no segundo “dia”, O Deus Jeová fez uma expansão em volta da terra, e esta expansão (chamada “Céu”) produziu uma separação entre as águas abaixo dela, isto é, os oceanos, e as águas acima dela. (Gên 1:6-8) As águas acima da expansão evidentemente permaneceram ali desde o segundo “dia” criativo até o Dilúvio. Foi a isto que o apóstolo Pedro se referiu quando relatou que “desde a antiguidade havia céus, e uma terra sobressaindo compactamente à água e no meio da água, pela palavra de Deus”. Estes “céus” e as águas acima e abaixo deles, foram os meios que a palavra de Deus pôs em operação, e, “por esses meios, o mundo daquele tempo sofreu destruição, ao ser inundado pela água”. (2Pe 3:5, 6)

Ofereceram-se diversas explicações sobre como a água fora mantida suspensa até o Dilúvio e sobre os processos que resultaram na sua queda. Mas essas são apenas especulativas. A Bíblia simplesmente diz que Deus fez a expansão com as águas acima dela e que ele causou o Dilúvio. Sua onipotência pôde facilmente fazer isso.


Visto que, conforme diz o relato de Gênesis, “todos os altos montes” foram cobertos pela água, onde está agora toda esta água? Evidentemente, bem aqui na terra. Acredita-se que houve época em que os oceanos eram menores e os continentes maiores do que agora, conforme evidenciam canais de rios estendendo-se longe sob os oceanos. Deve-se notar também que cientistas têm declarado que os montes, no passado, eram muito mais baixos do que atualmente, e que até alguns montes foram empurrados para cima de dentro dos mares. Quanto à situação atual, diz-se que “há no oceano um volume dez vezes maior de água do que há terra acima do nível do mar. Lance-se toda esta terra uniformemente no mar, e a água cobrirá a terra inteira com a profundidade de uma milha e meia”. (Revista National Geographic, janeiro de 1945, p. 105) Portanto, após a queda das águas do Dilúvio, mas antes do levantamento dos montes e abaixamento dos leitos dos mares, e antes de se criarem as calotas polares, havia mais do que suficiente água para cobrir “todos os altos montes”, conforme o registro inspirado diz que aconteceu. — Gên 7:19.

Então de forma ordeira e respeitosa faço a pergunta acima, como a visão ateísta vê tal relato?

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Respostas a este tópico

Oi Cristiano,

Acho que não há necessidade de ser ateísta para ter uma visão completamente diferente dessa apresentada. Creio que, em primeiro lugar, é preciso ter em mente que o "mundo" visto pelos escritores dos textos bíblicos, resumia-se, essencialmente, à Mesopotâmia, ou as "Quatro Partes do Mundo". Quando o texto bíblico diz que as águas cobriram "todos os altos montes", trata-se de um licença do escritor para enfatizar e dramatizar uma catástrofe local ali ocorrida e transmitida por gerações por via oral, desde os sumérios, cerca de 5 ou 6 mil anos atrás. A Mesopotâmia é drenada, essencialmente, pelos rios Eufrates e Tigre. O Eufrates nasce na Turquia, nas montanhas denominadas Taurus Armênico. O Tigre tem suas nascentes e principais tributários no Irã, nas montanhas de Zagros, cujo topo culminante é o pico Zhard Khud, com 4.548 metros de altura. Desde já, portanto, podemos imaginar o que seria uma "enchente" com mais de 4,5 km de altura! Um completo absurdo, não é? Isso sem falar no Everest... Também não dá para falar que as montanhas "nos tempos antigos" eram mais baixas, porque 10.000 anos é nada no tempo geológico. Talvez, por esse tempo, fossem mais altas, devido aos processos erosivos desde então. Com isso, essas montanhas só seriam mais baixas por volta do Período Cretáceo, cerca de 90 milhões de anos atrás.

Em nada perde a Bíblia, como livro sagrado que é, ter-se inspirado em acontecimentos muito antigos ou na mitologia sumérica ou acádica. É bom lembrar que o mito de Noé, refere-se diretamente ao mito sumério de Utnapichtim, tal como o descrito na epopéia de Guilgamech que também construiu uma arca e esteve à deriva por 40 dias e 40 noites, soltou uma pomba, etc,etc,etc. O mesmo poderia dizer-se do mito de Adão e Eva, muito bem resgatado em textos acádicos 1.300 anos mais antigos que a Bíblia ou de Moisés que se baseou na figura de Sargão I que também foi colocado num cesto de vime, recolhido ao palácio, etc ,etc,etc. 

Assim, o que ocorreu de catastrófico e registrado como o "Dilúvio Universal" foi um degelo atípico das montanhas do Zagros e que levou de roldão todos os agrupamentos mesopotâmicos de então. Outros relatos de supostos dilúvios pelo mundo afora, devem-se a vários fatores sempre locais, aí inclusos maremotos e tsunamis.

Henrique Natividade

 

Também    

Muito bem!

convido-o a Transportar-se para uns 4.500 anos no passado, para cerca de 2.500 AEC, a Bíblia nos diz que rebeldes filhos espirituais de Deus se materializaram em forma humana e “foram tomar para si esposas”. Este cruzamento desnatural produziu os violentos nefilins, “os poderosos da antiguidade, os homens de fama”. A sua conduta anárquica afetou o mundo pré-diluviano a ponto do Deus Bíblico "Jeová" dizer: “‘Vou obliterar da superfície do solo os homens que criei . . . porque deveras deploro tê-los feito.’ Mas Noé foi aprovado aos olhos de Deus.” O relato apresenta em seguida as medidas específicas e práticas que Noé tinha de tomar para salvar do Dilúvio a si mesmo, bem como a sua família e uma variedade de espécies animais. — Gênesis 6:1-8, 13-8:22; 1 Pedro 3:19, 20; 2 Pedro 2:4; Judas 6.

O registro de eventos pré-diluvianos em Gênesis é tachado de mito. Porém, a história de Noé foi aceita e crida por homens, como Isaías, Ezequiel, Jesus Cristo, e apóstolos como Pedro e Paulo. É também corroborada pelo fato de ser refletida mundialmente em tantas mitologias, incluindo a antiga Epopéia de Gilgamés como citastes, bem como os mitos da China e dos astecas, dos incas e dos maias. Com o registro bíblico em mente, eu considerei a seguir a mitologia assírio-babilônica e suas referências a um dilúvio. — Isaías 54:9; Ezequiel 14:20; Mateus 24:37; Hebreus 11:7.

O Dilúvio e o Deus-Homem Gilgamés

Possivelmente uns 4.000 anos na história, encontrei o famoso mito acadiano chamado de Epopéia de Gilgamés. O que sabe-se dele se baseia principalmente num texto cuneiforme originário da biblioteca de Assurbanipal, que reinou de 668-627 AEC, na antiga Nínive.


Trata-se de uma história das proezas de Gilgamés, descrito como sendo dois terços deus e um terço homem, ou semideus. Uma das versões da epopéia diz: “Em Uruque ele construiu muralhas, uma grande fortificação, e o templo do abençoado Eana para o deus do firmamento, Anu, e para Istar, a deusa do amor . . . , nossa senhora do amor e da guerra.”

Deuses e Deusas Assírio-Babilônicos (Baseado na Nova Enciclopédia Larousse de Mitologia, em inglês.)

Anu             — o deus supremo, reinava sobre os céus; pai de Istar
Assur          — deus-guerreiro nacional dos assírios; também deus da fertilidade
Ea               — deus da água. Pai de Marduque. Alertou Utnapichtim a respeito do dilúvio
Enlil (Bel)    — senhor do ar; mais tarde correspondeu a Zeus, na mitologia grega. Os babilônios o assimilaram como Marduque (Bel)
Istar           — personificação divina do planeta Vênus; prostituição sagrada fazia parte de seu culto. Era Astartéia na Fenícia, Atárgatis na Síria, Astorete na Bíblia (1 Reis 11:5, 33), Afrodite na Grécia, Vênus em Roma
Marduque    — principal deus babilônio; “absorveu todos os outros deuses e assumiu todas as suas várias funções”. Chamado de Merodaque pelos israelitas
Sin              — deus-lua, membro da tríade que incluía Xamaxe (o sol) e Istar (o planeta Vênus)
Tamuz (Dumúzi) — deus da colheita. Amante de Istar
Xamaxe       — deus-sol da luz e da justiça. Precursor do grego Apolo

Contudo, Gilgamés não era uma figura exatamente agradável com quem conviver. Os habitantes de Uruque se queixaram aos deuses: “A sua lascívia não poupa nenhuma virgem para seu amado, nem a filha do guerreiro e tampouco a esposa do nobre.”
Que medida tomaram os deuses atendendo ao protesto das pessoas? A deusa Aruru criou Enquidu para ser o humano rival de Gilgamés. Contudo, em vez de serem inimigos, eles se tornaram amigos íntimos. No decorrer da epopéia, Enquidu morre. Abalado, Gilgamés brada: “Quando eu morrer, não serei como Enquidu? A aflição invadiu meu ventre. Temendo a morte, perambulo pela estepe.” Ele queria conhecer o segredo da imortalidade e pôs-se a procurar Utnapichtim, o sobrevivente do dilúvio a quem se dera imortalidade junto aos deuses.

Gilgamés por fim encontra Utnapichtim, que lhe conta a história do dilúvio. Conforme se encontra na Epopéia, tabuinha XI, conhecida como Tabuinha do Dilúvio, Utnapichtim narra as instruções que recebera concernentes ao dilúvio: “Derruba (esta) casa, constrói um navio! Desiste de teus bens, busca [salvar] a tua vida. . . . A bordo do navio leva a semente de todas as coisas vivas.”soa isso um tanto similar à referência bíblica a Noé e ao Dilúvio? Mas, Utnapichtim não consegue conceder imortalidade a Gilgamés. Este, desapontado, volta para casa, em Uruque. O relato termina com a sua morte. A mensagem geral da epopéia é a tristeza e a frustração diante da morte e do além. Aqueles povos antigos não encontraram o Deus da verdade e da esperança. Contudo, a ligação dessa epopéia com o relato simples da Bíblia a respeito da era pré-diluviana é bem evidente, os nefilins são aqui retratados como semideuses, exatamente como diz a bíblia, homens de fama, lascívos e violentos.

Há também lendas do Dilúvio em Outras Culturas.

Mais antigo ainda do que o relato na Epopéia de Gilgamés é o mito sumeriano que apresenta “Ziusudra, o correlativo do Noé bíblico, descrito como rei piedoso e temente a Deus, sempre à espreita de revelações divinas em sonhos ou em feitiços”.

(Antigos Textos do Oriente Próximo Relacionados com o Velho Testamento, em inglês)

 Segundo esta mesma fonte, esse mito “apresenta o mais próximo e notável paralelo com a matéria bíblica já descoberto na literatura sumeriana”. As civilizações babilônica e assíria, que vieram mais tarde, foram influenciadas pela sumeriana.

O livro China—A History in Art (China — Uma História em Arte) informa que um dos antigos governantes da China foi Yü, “o triunfador sobre o Grande Dilúvio". "Yü canalizou as águas do dilúvio em rios e mares para reassentar o seu povo”.

Joseph Campbell escreveu a respeito do “Período [chinês] dos Dez Grandes”, dizendo: “Para esta era importante, que termina num Dilúvio, foram especificados dez imperadores na primitiva mitologia da época de Chou. Assim, parece que o que vemos aqui pode ser uma transformação local da série da antiga lista de reis sumeriana.” Campbell cita a seguir outros elementos de lendas chinesas que aparentemente “reforçam o argumento em favor de uma fonte mesopotâmica”. Isto novamente nos leva à mesma fonte básica de muitos mitos. No entanto, a história do Dilúvio também aparece nas Américas; no México, por exemplo, durante o período dos astecas, nos séculos 15 e 16 da EC.

A mitologia asteca falava de quatro eras anteriores, na primeira das quais a terra era habitada por gigantes. (Mais um caso que lembra os nefilins, os gigantes mencionados na Bíblia, em Gênesis 6:4.) Incluía uma primitiva lenda dum dilúvio em que “as águas de cima se misturaram com as de baixo, apagando os horizontes e transformando tudo num interminável oceano cósmico”. O deus que controlava a chuva e a água era Tlaloc. Contudo, a sua chuva não era concedida a um baixo custo, mas sim “em troca do sangue de vítimas sacrificadas, cujo fluxo de lágrimas simularia, e, por conseguinte, estimularia o fluxo da chuva”. segundo Mythology—An Illustrated Encyclopedia.

Outra lenda diz que a quarta era foi governada por Chalchihuitlicue, a deusa da água, cujo universo pereceu numa inundação. Os homens se salvaram por virarem peixes!

Similarmente, os incas tinham as suas lendas do Dilúvio. Diz o escritor britânico Harold Osborne: “Talvez os aspectos mais ubíquos dos mitos sul-americanos sejam as histórias de um dilúvio . . . Mitos de um dilúvio são muito difundidos, tanto entre os povos do planalto como entre as tribos das baixadas tropicais. O dilúvio é geralmente ligado com a criação e com um epifânio [manifestação] do deus-criador. . . . É às vezes considerado como punição divina, exterminando a humanidade existente em preparação para o surgimento de uma nova raça.”

Também os maias no México e na América Central tinham a sua lenda de uma inundação que envolveu um dilúvio universal, ou haiyococab, que significa “água sobre a terra”. O bispo católico Las Casas escreveu que os índios guatemaltecos “chamavam-no de Butic, palavra que quer dizer inundação de muitas águas e significa o julgamento final, de modo que eles crêem que outro Butic está para vir, que será mais uma inundação e julgamento, não de água, mas de fogo”. Existem muitas outras lendas de um dilúvio em todo o mundo, mas as poucas já mencionadas servem para confirmar a existência de um ponto central nessas lendas, ou seja, o evento histórico relatado no livro de Gênesis.

Então ao meu ver o que faz mais sentido é o seguinte:

O dilúvio ocorreu, após isso os homens desafiaram Deus querendo alcançar os céus,

"aliás deve lembrar que quando Yuri Gagari foi ao espaço o governo russo dizia as pessoas que se yuri após ir ao céu não encontrou Deus isso provaria que Deus não existia"

Enfim, a narrativa bíblica é a única completa, a única que abrange no geral os detalhes mais importantes de todas as outras lendas dilúvianas, isso então ao seu ver ou ao ver de outros Ateus significa que o escritor bíblico do "Mito do dilúvio" leu todas as outras narrativas e fez uma outra completa? ou será que todas elas se basearam na história mais tarde contada na bíblia? ou será que após a separação dos homens por confundir suas línguas conforme conta a história bíblica, essas pessoas criaram suas próprias histórias baseadas nas partes que conheciam?

Não é estranho que todas os mitos sobre o dilúvio contam partes com paralelos com a história bíblica e que só a bíblia esplica a origem de cada detalhe desta história? isso não seria estranho se o escritor bíblico conhecesse todos os mitos, mas isso sabemos que até nos dias de hoje não é tão acessível assim!


Por exemplo, imagine que você viva uma determinada experiência, e conta pra alguém que conta pra alguém que conta... etc. um dia essa história distorcida chega a seus ouvidos, e você percebe que é uma distorção de algo que você viveu, é claro que só a sua história abrangerá todos os detalhes desta e de outras distorções da mesma história, portanto se confrontar todas as versões com a sua versão será fácil perceber quem está contando a verdadeira história de onde todas outras se originaram, mesmo que a sua versão só seja publicada posteriormente, a menos que você leia todas as outras versões antes e crie uma que abranja todas, o que não pode ser o caso da bíblia certo?

Quanto ao que falaste sobre tempo geológico ...porque 10.000 anos é nada no tempo geológico... não é concensso, uma parte de cientistas diz que é possível outra parte diz que não é, então isto não pode ser utilizado como argumento inquestionável.

enfim, as outras histórias que citastes, que conheço também, não sei se tão aprofundadamente quanto você mas acho que suficientemente para chegar ao mesmo raciocínio,

-Na divisão das línguas as histórias foram levadas para diverssos cantos da terra etc.... mas a única história que abrange todos detalhes mais importantes novamente é a bíblia!

Enfim, lembro-te que não estou a procura de discução e sim de raciocínios lógicos e argumentos diferentes aos meus, justo por ser prazeroso ao meu ver, isso nos faz aprender pontos de vista diferentes e isso traz crescimento pessoal e conhecimento!

grande abraço!

Boa tarde,caros leitores

Eu creio que a Terra foi totalmente submersa ,pois a Terra tambem tem que obedecer às leis e tinha que ser batizada por imersao e foi-o .

Existem mares no interior da Terra que se acredita -se que foram  ativados para que isto pude-se acontecer .

Sempre que Deus faz uma coisa ,isso nao é para ser compreendido na sua totalidade  pelos homens ,senao seria fácil demais ,mas nao é .

Faz parte do enigma que temos que decifrar ,senao nao tinhamos nada que fazer .

È para quebrar o tédio .

Cumprimentos

Olha Joaquim!

Eu creio é algo muito relativo!

Não espero poder provar tudo que creio, mas tem-se de ter o mínimo de bom senso, existem aqueles que acreditam na bíblia, e ainda assim acreditam em Trindade, milagres nos tempos modernos, apóiam guerras, curvam-se diante de imagens etc.

Portanto eu creio é algo pessoal, mas crer em coisas contraditórias como as citadas acima, inconcebível!

Então nem devia começar, mas "a terra devia ser batizada?" de onde tiram essas pérolas? é por isso que ciêntistas, intelectuais não respeitam as religiões, nem aqueles que dizem crer em Deus, faz assim, de onde tu tirou que a terra tem de ser batizada? a bíblia diz que Deus abominou ter feito o ser humano, mandou fazer uma arca para salvar oito mais Noé, e destruiu toda vida sobre a terra com água, no que isso se parece com o momento do batismo?
 O Batismo é um ato de dedicação a Deus, é o reconhecimento por parte do batizando, de que Deus é o soberando sobre o universo, me diga, a terra tem como reconhecer a soberania de Deus? Não! a terra não pensa, não se dedica, é apenas algo, uma criação sem sentimentos, sem decisões a serem tomadas, é um objeto! Mateus 3:11, Atos 2:38 etc. deixa claro que batiza-se aqueles que se arrependem, de onde a terra se arrependeu? justamente por não ter se arrependido os homens do tempo de noé foram mortos.

Mares no interior da terra? outra pérola!

----------------Sempre que Deus faz uma coisa ,isso nao é para ser compreendido na sua totalidade  pelos homens ,senao seria fácil demais ,mas nao é.---------------------

Bem, não compreendemos tudo, porém sabemos muito a esta altura da história, e Deus não tenta dificultar nada, Muitos fatores contribuíram para o desenvolvimento de novos grupos religiosos. Há quem diga que as várias religiões representam todas elas modos diferentes de apresentar a verdade religiosa. Mas, uma comparação de seus ensinamentos e de suas práticas com a Bíblia indica, ao contrário, que a diversidade de religiões se deve ao fato de que as pessoas passaram a seguir homens em vez de escutarem a Deus.

Praticamente todos debates que tive com ateus, me trouxeram o motivo da crença na não existência de Deus, certa vez um me disse que a bíblia era desprezível pois dizia que a terra era plana, sobre uma tartaruga e esta sobre dois elefantes, bem! nem todos são assim tão inocentes pois na verdade a bíblia diz que a terra está suspensa sobre o nada e que é redonda, mas a história mostra o que os líderes religiosos fizeram com os penssadores que disseram isso, ou seja, mataram aqueles que diziam exatamente o que a bíblia que eles diziam estudar dizia!

--------------------Faz parte do enigma que temos que decifrar ,senao nao tinhamos nada que fazer .

È para quebrar o tédio .-----------------------

acima outra frase infeliz, voçê simplesmente diz que Deus deixa pessoas sofrerem e morrerem para quebrar o tédio? Tédio de quem? dele? por favor, o cilêncio as vezes é mais informativo!

Me desculpe, mas seus comentários são repugnates! sinto pena se existem pessoas que seguem seus ensinos
.

Bom dia,Cristiano .

Há muitas pessoas que seguem os nossos ensinos ,porque eles sao bons .

Tu és instruido ,por isso nao escrevas o que nao deves ,porque nao estás a escrever só para mim ,e qualquer um pode ver o esforco que fazes para contornar os meus dizeres .

O Café História é um local para nos edíficamos uns aos outros ,com isto nao acho que tenhas mostrado o caminho correto aos leitores,porque por um lado mostras conhecimento e no outros ignorancia .

Tenta ser mais honesto contigo mesmo que te vais sentir melhor .

Cumprimentos  

Já que respondeu, mostre onde na bíblia a apoio ou concordância as frases que critiquei! ou são apenas opiniões de "homen sem embasamento naquilo que está escrito".

Me cite o texto que diga ou de a entender que a terra tinha de ser batizada?
 sabe que não vai encontrar né! pois é a sua opinião, assim como na idade média a opinião era matar em fogueiras quem possuia uma bíblia!

Boa tarde,Cristiano

Purificacao da Terra :

Génesis:7-4

Porque ,passados ainda sete dias ,farei chover sobre a terra quarente dias e quarenta noites;e desfarei de sobre a face da terra toda a substancia que fiz .

II Pedro 3:7 Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro ,e se guardam para o fogo ,até o dia do juizo ,e da perdicao dos homens ìmpios .

(O fogo é o batismo pelo Espírito Santo)

Continua

O fogo é o batismo pelo espírito santo? tem certeza?

Quando muitos fariseus e saduceus foram ter com João, o Batizador, este os chamou de “descendência de víboras”. Falou sobre Aquele que vinha e disse: “Este vos batizará com espírito santo e com fogo.” (Mt 3:7, 11; Lu 3:16) O batismo com fogo não é o mesmo que o batismo com espírito santo. O batismo com fogo não podia ser, conforme alguns dizem, as línguas de fogo em Pentecostes, porque os discípulos não foram ali imersos em fogo. (At 2:3) João disse aos seus ouvintes que haveria uma divisão, que haveria um ajuntamento do trigo, após o que a palha seria queimada em fogo inextinguível. (Mt 3:12) Ele salientou que o fogo não seria uma bênção ou uma recompensa, mas ocorreria porque ‘a árvore não produziu fruto excelente’. — Mt 3:10; Lu 3:9.


Ao usar fogo como símbolo de destruição, Jesus predisse a execução dos iníquos que ocorreria durante a sua presença, dizendo: “No dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, e destruiu a todos. Do mesmo modo será naquele dia em que o Filho do homem há de ser revelado.” (Lu 17:29, 30; Mt 13:49, 50) Outros casos em que o fogo não representa uma força salvadora, mas uma destrutiva, são encontrados em 2 Tessalonicenses 1:8; Judas 7; e 2 Pedro 3:7, 10.

E ainda deve o texto que confirme a sua frase, de que a terra foi batizada no dilúvio!

O que cobro de todos é: só diga aquilo que pode provar segundo a bíblia, e sou firme nisso, quando alguém ensina algo que contraria a bíblia constitui-se um adversário da verdade, e apenas mais um "anti-cristo" por assim dizer em linguagem bíblica!

Desculpe! a verdade está acima de tudo!

Bom dia,Cristiano

Joao Batista, batizava com o batismo para o arrependimento,porque ele era e é o detentor das chaves deste ministério (o do Sacerdócio Aarónico)que dá direito a batizar

Jesus Cristo é o detentor de todas as chaves ,portanto tambem do Sacerdócio de Melquisedeque ,que dá direito a impor as maos para o recebimento do Espírito Santo .

Joao era sumo sacerdote ,segundo a ordem de Aarao .

(Quando os anjos atuam seja para bem ou para mal ,é sempre pelo poder do Espírito Santo ,seja falar linguas ou queimar os íniquos)  

Um abraco

Bom dia,Cristiano .

Os Fariseus e Saduceus ,sao os Judeus Ortodoxos de hoje ,nao mudaram nada (quase nada) .

A escritura que fala da "Purificacao da Terra" é a resposta ao batismo ,porque quando somos batizados ficamos purificados dos nossos pecados .

Nem sempre posso por as escrituras adequadas ,mas tenho a certeza do que escrevo ,as minha palavras sao fruto de muitos anos de estudo ,nao só da Bíblia ,mas tambem de outros Livros Sagrados .

Um abraco

Respostas sem um texto sequer! opiniões prórpias!

Bom, nós ateistas achamos engraçado esta mania do deus em questão de destruir suas criaturas de tempos em tempos e ainda deixar pendente a ameaça de vir pra ferrar de vez num tal de juízo final...

Convenhamos que nas priscas eras  a expressão "todo o mundo" restringia-se a uns poucos mil quilômetros, pouco mais que a distância que uma mula ou camelo andaria nuns dias puxados.

Mas o engraçado é que o deus cristão não tem lá muito poder sobre as águas já que parece que ele não as fez - não consta do genesis o "faça-se a água", aliás parece mesmo que a água existia antes do deus cristão já que " sua face pairava sobre elas".

Mas dilúvios e outros "quetais cataclísmicos divinos" são características dos deuses criados pelos humanos. O princípio é o mesmo dos militares ou seja, voce só domina aquilo que pode destruir. Um deus que não se arrogue no direito de nos destruir quando bem entender não impõe medo e portanto não angaria muitos devotos...

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Palácio submerso de Cleópatra: o palácio inteiro foi engolido pelo Mar Mediterrâneo, com o passar dos séculos, e é um importante ponto de pesquisa sobre a cultura greco-romana influenciando construções no Egito Antigo pós-Alexandre.

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Cine História

A Memória que me contam - 2013

Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".

A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.

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