Há intervalos na História, em que mentiras e mitos substituem a Verdade. Hoje, o que se discute é se houve ou não o Holocausto, mediante a revelação e apresentação de fatos históricos recentemente apurados. Inúmeros pesquisadores e historiadores têm levantado o véu do que seria uma lenda oportunista criada pelos sionistas. Muitos estudos e ensaios históricos têm sido divulgados sobre uma das questões mais polêmicas e controversas da história contemporânea, envolvendo a nação alemã. Qual a sua opinião?
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Permalink Responder até Lúcio Emílio do Espírito Santo em 22 fevereiro 2013 at 21:03
Só aceito se for no sentido de: justificativa para USA e Israel. mas o holocausto existiu. Grover Furr afirma tb: as câmaras de gás estão lá, há fartas evidências.
Permalink Responder até Professor Americanista! em 23 fevereiro 2013 at 6:32
Há pessoas que mesmo vendo não acreditam, devido ao seu fanatismo!!
Permalink Responder até Professor Americanista! em 23 fevereiro 2013 at 6:38
Permalink Responder até Dima Madureira em 5 março 2013 at 18:21
De novo, porfavor aponte uma prova. Qualquer um pode afirmar que existem marcianos, mas cade a prova??
Permalink Responder até Thul Alger em 8 março 2013 at 11:21
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Nizkor Lies about the Toxicity of Diesel ExhaustSome comments to “The Toxicity of Fumes from a Diesel Engine under Four Different Running Conditions” [1]by Friedrich Paul Berg
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Permalink Responder até Bruno Leal em 28 agosto 2010 at 11:50
Permalink Responder até Joe Rhou em 5 janeiro 2013 at 14:17
Concordo com vc Dino, os exterminacionistas (como eu denomino os adeptos da versão oficial, do alegado "holocausto") estão sempre a apresentar o “holocausto” como um fato consumado, um dogma não passível de críticas. Quando alguém aparece no debate solicitando que sejam apresentadas provas ou as fontes sobre o alegado genocídio, os exterminacionistas simplesmente se calam ou ficam a proferir criticas indiretas e gerais sobre o revisionismo do “holocausto”, sem debater diretamente com aquele que solicitou as fontes.
Raul Hiberg, um historiador judeu alemão muito respeitado na esfera exterminacionista da Europa e dos EUA afirmou, em seu livro “The Destruction of the European Jews”, que Hitler teria dado 2 ordens para que o genocídio fosse levado a cabo na Alemanha. Contudo, anos mais tarde, Hilberg viu-se obrigado a reconhecer que não existiam documentos que comprovassem as ordens de Hitler. Ou seja, ele mesmo acabou desmentindo sua afirmação anterior (uma das afirmações mais importantes que constam no livro supracitado!). Para piorar ainda mais sua imagem enquanto historiador, disse que o “holocausto” teria sido realizado por “um incrível encontro de idéias, um consenso – LEITURA DA MENTE por uma vasta burocracia” (ver texto de Robert Faurisson no link: http://sdrv.ms/TgrZes). Parece, então, que, segundo este historiador, os alemães utilizaram super-poderes (telepatia) para levar a cabo o “holocausto”...
Permalink Responder até Jose Goncalves em 5 janeiro 2013 at 18:19
Meus caros Srs. Dino e Joe Rhou,
Falta pouco para endeusar os que, sem outra motivação visível que não fosse o anti-semitismo primário, assassinaram pessoas apenas pela sua origem étnica e criminalizar todos os que foram vítimas do Holocausto. Todas as vossas manobras de diversão, distracção, distorção, não conseguem negar a evidência: infelizmente o Holocausto existiu, sabe-se quem foram os algozes e sabe-se quem foram as vítimas.
Sr. José Rhou, por muito que lhe dê gozo chamar "exterminacionistas" aqueles que tem ideias contrárias às suas, por favor, imponha a si mesmo uma linha de conduta que, no seu próprio interesse, impeça alguém de vir a chamar-lhe um qualquer nome de que possa vir a não gostar. Lute com ideias, não com carimbos que nada dizem. Mantenha-se a discussão nos níveis de urbanidade que têm sido apanágio deste fórum.
Permalink Responder até Joe Rhou em 6 janeiro 2013 at 7:56
Sr. José,
Denomino de exterminacionistas os adeptos da versão oficial (do “holocausto”) pelo fato destes mesmos acreditarem na política genocida que teria sido levada a cabo pelo III Reich. Tal versão histórica está baseada em fundamentos subjetivos (testemunhas oculares) que são controversos e duvidosos. E eu não sou obrigado a acreditar naquilo que não me convence por carecer de fundamentos plausíveis.
Dou-lhe um exemplo de inconsistência da versão oficial:
No Tribunal de Nuremberg o Dr. Franz Blaha, médico tcheco que fora preso em Dachau, afirmou sob juramento que teria presenciado pessoalmente muitas pessoas serem gazeadas naquele campo de concentração. Seu testemunho serviu como uma prova importante para condenar mais de 40 homens à morte (entre estes, o ministro do interior do III Reich, Wilhem Frick). Nos anos 60 foi comprovado que as alegadas câmaras de gás de Dachau nunca foram usadas (?!?!). Anos mais tarde a própria administração do museu de Dachau colocou a seguinte explicação no interior da alegada câmara de gás: ”Câmara de gás camuflada como ducha – NUNCA FOI USADA”.
Agora pergunto ao Sr.: Já que os depoimentos das “testemunhas oculares” são muito controversos (como mostrado acima), o Sr. poderia me indicar uma prova material, ou um documento oficial emitido pelo III Reich que comprove de uma vez por todas que o alegado genocídio ocorrera de fato?
Permalink Responder até Jose Goncalves em 6 janeiro 2013 at 16:07
Sr. José Rhou,
Por favor, veja os seguintes documentários até ao fim:
http://www.youtube.com/watch?v=qdJxC27kKcI
http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=IslF8V5RpEk&feature=end...
http://www.youtube.com/watch?v=FrGX42XHn9U
Reinhard Heydrich, Ernst Kaltenbrunner, Heinrich Himmler; Adolf Eichmann; Erich Priebke; etc., etc.
Não obstante o espírito metódico alemão, imensas vezes elogiado, tenha deixado diversa documentação escrita e audiovisual, nem sempre se considera essa informação genuína, mesmo quando divulgada por fontes insuspeitas, que, convenientemente e por razões diversas, a partir desse momento, passam a fontes suspeitas e o "espírito metódico alemão", tantas vezes elogiado, passa também ele a suspeito.
Cumprimentos.
José Gonçalves
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Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
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