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Cláudia Vieira Braz

História da Antiguidade não é só história da Grécia e de Roma!!!

Porque se insiste na quase não existência de cadeiras, nas faculdades, que versam sobre as história pré-clássica? Será por não haver especialistas suficientes versados nestes temas? Ou será mesmo desconhecimento?
Faz-me confusão quase não se falar em sociedades tão importantes como a Suméria, e a Babilónia! Quando se fala destas sociedades, normalmente refere-se a história do Egipto, esquecendo-se as sociedades do Crescente Fértil!
Será que sou só eu a pensar nisso?

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Respostas a este tópico

Oi, Claudia,
Vejo que os cursos de faculdade estão cada vez mais curtos e mais reduzidos, portanto, vão deixando de fora cada vez mais conteudos. Quem quiser ou precisar vai ter q buscar por fora.
Abraços

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Eu até acho o contrário, fala-se pouco a meu ver das civilizações de Roma e da grécia antiga comparados por exemplo com a Revolução Bolchevique, muitas vezes quando se fala da antiga URSS parce autenticos manuais de propaganda comunistas ao inves de serem livros insentos de História, essas 2 civilizações tiveram uma grande influência nas sociedades que hoje conheçemos, muito mais do que as da antiga Babilonia e Egipto, é normal então que se de mais importância a Roma e á antiga Grécia, mas isso é só a minha modesta opnião...

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Quando nas escolas básicas vamos falar da antiguidade, sempre nos limitamos a trabalhar o quanto a Grecia e Roma contribuiram para formação da sociedade ocidental. Nunca nos demos conta das contribuições dadas por civilizações orientais como as civilizações africanas, e me refiro não apenas ao Egito que é passado como civilização branca ou de origem semita, mas também ao Imperio Kush (1700 a.C. à 300 d.C.) e a civilização de Axum, entre outras, que tiveram tamta contribuição para a formação de nossa cultura, quanto as supra citadas. Muitas vezes permitimos que a história continue a perpetuar a visão eurocentrica imposta pelos nossos colonizadores e que tem sido o grande mal causador de nosso subdesenvolvimento político, cultural e social. Lembren-se de que nossa sociedade, pricipalmente a brasileira, foi formada também por povos de origem nagra, e que não são menos importantes que Roma e Grecia.

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Concordo com a colocação do Fausto. O material didático dificilmente menciona a influência de outras civilizações (orientais e africanas) na formação da civilização ocidental e, consequentemente, nós professores, tbm esquecemos de mencionar. Temos que considerar que tbm não as estudamos durante nossa formação acadêmica, constituindo-se assim num vácuo histórico injustificável. Precisamos rever isso!

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É normal que se de mais importância ás civilizações grega e romana do que a outras, devido a varias moticos, tiveram mais influência na cultura e formação da actual civilização ocidental (ao contrário das civilizações africanas e orientais que em nada influênciaram os costumes europeus)...

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Concordo em partes. Você usa um escudo Português, povo que em muito levou seus costumes e influenciou novas civilizações. Admiro esse povo. parabéns pela escoha.

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Concordo com o Luis quando diz que esse peso se deve a influência dessas sociedades na formação do mundo e do pensamento ocidental. No entanto, o currículo de história também passa por outras civilizações. Se eles não são abordados como deveriam penso que se trata tanto de especialização dos professores quanto falta de tempo mesmo. Pergunto: quantas cadeiras obrigatórias são destinadas a história antiga?

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ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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