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Permalink Responder até Manoel Antonio dos Santos Neto em 19 janeiro 2012 at 9:59
Oi Daniel,
como diz uma canção muito popular aqui na Bahia, "nesse pique, nesse toque, assim pintou Moçambique". Prometo que verei uma bibliografia e artigos sobre o tema para enviar-lhe. Assim que reunir o material enviarei para você.
Abs.
Manoe Neto
Todos os comentários tem suas razões de ser. De fato ed de direito a fotografia é um grande aliado do historiador. moro na chapada da Ibiapaba, Ceará. Sou professor e curioso da historia, me inclino mais pela cultura popular. Tive a oportunidade de realizar um trabalho álbum fotográfico pelo BNB, edição 2008, com a temática cotidiano e arte dos assentados da Ibiapaba. Caso se interesse lhe mando um livro com prazer. Meu e-mail é: iruama_didi@hotmail.com
um abraço cultural
Permalink Responder até Bruno Leal em 4 julho 2012 at 22:55
Bacana seu trabalho, Amauri. Abraço!
Permalink Responder até Bruno Leal em 6 julho 2012 at 10:15
Legal contar com a presença de colegas de Maputo, Daniel!
Seja muito bem-vindo!
Permalink Responder até Adalberto Malheiro em 18 janeiro 2012 at 12:56
Sou estudante de História na Universidade Católica de Petrópolis e trabalho no Museu Imperial/IBRAM/MINC.
Só após ter vindo trabalhar aqui, constatei o quão importante é a fotografia para analises históricas. O acervo do MI é vasto e muito didático. Vale à pena conferir. Quando se avalia uma fotografia em seus mínimos detalhes, aflora todas estas questões que a Sra. Rúbia Carla Martins Rodrigues indagou anteriormente.
Permalink Responder até Manoel Antonio dos Santos Neto em 19 janeiro 2012 at 10:07
Oi Adalberto,
penso que estamos iniciando (pelo menos para mim) um debate atualíssimo e muito útil. A correta utilização das fontes históricas é um fator importante em qualquer trabalho acadêmico, artístico, etc. A produção iconográfica pode ser largamente usada e de especial utilidade no trabalho com as comunidades rurais, por exemplo, quando nos defrontamos com grupos humanos ágrafos, mas que preserva em simples caixas de papelão imagens familiares que nos contam sobre acontecimentos que vivenciados no particular ou coletivamente deram algum colorido a estas existências anônimas. Vamos continuar conversando.
Abs
Manoel Neto
Permalink Responder até Adalberto Malheiro em 19 janeiro 2012 at 10:40
Olá Manoel,
Concordo com você. Aproveito para compartilhar um livro muito bem detalhado sobre o que pode ter sido o primeiro contato diplomático entre China e Brasil, trata-se do livro: "LIOU SHE-SHUN - Viagem ao Brasil em 1909" de Carlos Francisco Moura. Como estamos falando de fotografia, o livro traz muitos ícones do século passado que relatam a vinda do "Plenipotenciário do Império da China". coleção Suma Oriental 2011 e tem o apoio do Real Gabinete Portugues de Leitura e o Instituto Internacional de Macau.
Permalink Responder até Manoel Antonio dos Santos Neto em 21 janeiro 2012 at 7:53
Obrigado Adalberto! Tentarei chegar ao livro e vamos continuar debatendo!!
Abs.
Manoel Neto
Permalink Responder até Wilson Gomes de Almeida em 3 julho 2012 at 21:54
olá, Rúbia!
Dei uma rápida espiadela no debate sobre Fotografia, Memória e História que você despoletou. As reações são muito boas e a discussão de alto nível, na minha modesta avaliação, a partir dos comentários postados. Interessaram-me também duas sugestões de livros que anotei para futuras leituras: imagens sobre a Passeata dos Cem Mil, indicado pelo Neto e o 'Bang-Bang' retratando através de imagens o período do terror branco no país do apartheid. A propósito desse último, estou-lhe disponibilizando uma resenha que escrevi para a Sankofa: Revista de História da África e da Diáspora Africana - https://sites.google.com/site/revistasankofa/sankofa-01/donald-woods. Enfim, uma discussão madura, tranquila, saudável e construtiva!
Abraços
Permalink Responder até Rúbia Carla Martins Rodrigues em 5 julho 2012 at 21:59
Wilson,
Realmente esta temática me fascina, pois, a fotografia é uma fonte inesgotável de possibilidades interpretativas para o historiador e para a História. Podemos interpretá-la como um conjunto narrativo de histórias, e não como mero fragmento imagético. José de Souza Martins, em sua obra "Sociologia da fotografia e da imagem" (2008) revela que a fotografia se propõe como memória dos dilaceramentos, das rupturas, dos abismos e distanciamentos, como recordação do impossível, do que não ficou e não retornará. Memória das perdas. Memória desejada e indesejada. Memória do que opõe a sociedade moderna à sociedade tradicional, memória do comunitário que não dura, que não permanece. Memória de uma sociedade de rupturas, e não de coesões e permanências. Memória de uma sociedade de perdas sociais contínuas e constitutivas, de uma sociedade que precisa ser recriada todos os dias, de uma sociedade mais de estranhamentos do que de afetos.
Agradeço pela contribuição de seu comentário.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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