porque a sociedade tende a julgar fatos históricos, personalidade históricas, sobre o prisma atual, lembrado que nos bancos Universitários de historia apreendemos que fazer juízo de valor, ou seja julgar eventos e pessoas sobre a perspectiva presente, como os inimigos do revolucionário , che Guevara fazer é um erro grotesco. ps para mi che não foi o mito que a ultra esquerda prega tão pouco o demônio que revistas de esgoto com a revista veja o prega. che foi um homem idealista que tiveram erros com todo ser humano. ele matou muitas pessoas na revolução mais todos deveríamos saber que em uma revolução ou em uma guerra ou você mata ou você morre esta Hipocrisia cristã não existe em uma guerra onde cristo é um fato meramente literário para os membros de um conflito que jogam no lixo todos os proposito do cristianismo primitivo .
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Permalink Responder até Oscar de Castro Moura Neto em 31 março 2012 at 16:00
Olá. Thiago, recentemente aprendi que o poder de nomear é fantástico, exemplo: "Bárbaros", "pagãos", "hereges", "selvagens", "heróis" "inferiores", etc. Todos estes conceitos citados anteriormente, foram usados para justificar as práticas sociais daqueles que os nomearam. ex: "todos os negros tem que ser escravizados pois são inferiores". quem decidiu que os negros eram inferiores? ora, não foram os seus escravizadores? pois é, os conceitos e discursos estão aí para justificarem e legitimarem as práticas de grupos sociais para com outros grupos sociais nomeados por eles. Além disso, há também o anacronismo, muitas pessoas por falta de conhecimento comete esse erro gravíssimo. Então, o nosso papel de historiador, é não naturalizar as práticas e ações da humanidade.
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 31 março 2012 at 16:46
Oscar,
Acho que a relação entre discurso e prática é mais complicada que isso - as pessoas muitas vezes acreditam nas próprias justificações e isso acaba mudando a prática delas.
Mas, mais importante, queria dizer que essa frase ficou simplesmente ótima:
o poder de nomear é fantástico.
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 31 março 2012 at 16:42
Bom, deixando de lado Che e Jesus, que não sei bem como entraram na discussão (e Jesus é uma coisa, Cristo é outra)... o presentismo e o anacronismo são mesmo disseminados na sociedade. E isso significa que nós, historiadores, que somos quem melhor entende do assunto, estamos fazendo um péssimo trabalho de divulgação. Ou estávamos esperando que as pessoas percebessem espontaneamente que o passado é um "Outro" diferente ao qual as nossas regras nem sempre se aplicam?
Che não pode ser comparado com cristo, alguns podem julgar seus métodos com radicais é realmente é mais ele estava inserido em um período complicado de Guerra Fria que assim com muitos acreditou em homens como Fidel, Stalin e Lenin, mais com alguns documentos recém encontrados que4 fazem parte de diários escritos pelo revolucionário nos mostram que ele esta se desiludido com a ideia de socialismo real e esta desilusão pode explica o abandono dele em selva bolivianas, porque ele era considerado um perigo para o imperialismo soviético, alguns teóricos analisado este documentos chegaram a tese que o revolucionário foi morto por intemedio de uma conspiração da KGB e da CIA que se uniram para destruir um inimigo como. ps no meu futuro doutorado irei tratar deste tema.
Permalink Responder até Brancaleone em 31 março 2012 at 18:54
Che? tanto Che quanto Pinochet, Médici, Phol Pot, Busch, Napoleão, Julio César ou David se consideravam tão certos sobre tudo, tão donos da verdade e tão poderosos que se acharam no direito de prender, torturar e matar todos os que não concordavam com eles. Os esquerdopatas tendem a justificar os crimes da esquerda por considerarem que tudo (tudo mesmo!!!) que é feito pela "causa proletária" é válido, lindo e perfumado, incusive e especialmente prender, torturar e matar, exatamente do mesmo jeito que a direita faz...
Ou seja,
Não tem lá muita diferença entre nenhuma deles...
Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 29 maio 2012 at 13:45
Deve ser um sintoma cultural, já que somos "seculares" e vivemos o nosso tempo. Para aprofunda só revendo a história das mentalidades.
Como Historiador não cabe a nos o papel de julgar apenas de compreender do que parece errado para nos as vezes em outras sociedades é o certo!!!!!!!!
Permalink Responder até Rayanne Gabrielle da Silva em 7 fevereiro 2013 at 11:48
Boa tarde!
Talvez o que ainda falte em alguns historiadores e profissionais que lidam com o ramo da História é ter a visão imparcial necessária para enxergar os dois lados da moeda. Querer criar dicotomias dentro da História chega a ser perigoso, porque o vilão de um dado fato histórico pode ter sido o mocinho em algum outro fato que não chegou até nós, por exemplo. Algo que eu aprendi lendo livros acadêmicos de História antes mesmo de entrar na faculdade foi a questão da imparcialidade. Que o historiador vai acabar tomando partido, vai, mas que isso não atrapalhe o desenvolvimento de seu trabalho e acabe influenciando outras opiniões, tendo como consequências graves distorções nos fatos históricos já consagrados ou ainda em franco processo de compreensão. Pode até ser uma visão superficial minha, e, é claro, ainda preciso aprofundar bastante, mas, num primeiro momento é assim que enxergo o que tanto alguns historiadores quanto a própria sociedade julgam os fatos históricos e seus atores.
Permalink Responder até Professor Americanista! em 7 fevereiro 2013 at 12:26
Permalink Responder até José Guilherme Pessoa Trindade em 7 fevereiro 2013 at 18:00
Falta de consciência histórica.
Outro fato importante também não levado em consideração, as fontes de produção dessa história.
o papel do historiador não é julga com os valores, atuais pessoas ou fatos, mais apresentar os fatos com um olhar no documento e outro no futuro porque o presente em si não existe!!!!
Permalink Responder até Brancaleone em 7 fevereiro 2013 at 18:51
Pelo simples fato q de que vivemos na época atual. Pelo menos para mim é impossível analisar os fatos históricos sob o ponto de vista dum bárbaro, dum romano, quem sabe dum bizantino...
Quanto a Che é o que eu sempre digo: Os heróis para alguns são crápulas para outros. O Che fez o que fez dizendo que fazia pela "causa comunista" o que fez dele um herói pra comunistaiada. Para os "outros" ele foli sói mais uma facinorazinho engambelando o povaréu...
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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